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2250203 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Texto 1
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a fotografia de um jovem. Tinha 50 anos naquela época, entretanto, idade em que me considerava bem distante da juventude. Se me for dado o privilégio de chegar aos 90 em pleno domínio da razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias. Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical as geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos. A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.
A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.
A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa mais desenvolvida não passava dos 40 anos.
A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá aos 60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-Ia experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem "cabeça de jovem". É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez. Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
VARELLA, D. A arte de envelhecer. Adaptado. Disponível em <http://WW.NUolha.uol.com.br/colunas/2016/01/1732457> Acesso em: mai. 2017.
Depreende-se que o autor, em relação ao processo de envelhecimento, manifesta
 

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2250202 Ano: 2017
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Em temperatura ambiente, adicionou-se uma porção de ácido clorídrico 6 mol !$ L^{-1} !$ a uma solução aquosa contendo os íons metálicos !$ Co^{2+}, Cu^{2+}, Hg_2^{2+} \,e\, Pb^{2+} !$. Assinale a opção que apresenta os íons metálicos que não foram precipitados.
 

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2250201 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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GOODBYE THINGS, HELLO MINIMALISM: CAN LIVING WITH LESS MAKE YOU HAPPIER?
Fumio Sasaki owns a roll-up mattress, three shirts and four pairs of socks. After deciding to scorn
possessions, he began feeling happier. He explains why.
Let me tell you a bit about myself. I’m 35 years old, male, single, never been married. I work as an editor at a publishing company. I recently moved from the Nakameguro neighbourhood in Tokyo, where I lived for a decade, to a neighbourhood called Fudomae in a different part of town. The rent is cheaper, but the move pretty much wiped out my savings.
Some of you may think that I’m a loser: an unmarried adult with not much money. The old me would have been way too embarrassed to admit all this. I was filled with useless pride. But I honestly don’t care about things like that any more. The reason is very simple: I’m perfectly happy just as I am. The reason? I got rid of most of my material possessions.
Minimalism is a lifestyle in which you reduce your possessions to the least possible. Living with only the bare essentials has not only provided superficial benefits such as the pleasure of a tidy room or the simple ease of cleaning, it has also led to a more fundamental shift. It’s given me a chance to think about what it really means to be happy.
We think that the more we have, the happier we will be. We never know what tomorrow might bring, so we collect and save as much as we can. This means we need a lot of money, so we gradually start judging people by how much money they have. You convince yourself that you need to make a lot of money so you don’t miss out on success. And for you to make money, you need everyone else to spend their money. And so it goes.
So I said goodbye to a lot of things, many of which I’d had for years. And yet now I live each day with a happier spirit. I feel more content now than I ever did in the past.
I wasn’t always a minimalist. I used to buy a lot of things, believing that all those possessions would increase my self-worth and lead to a happier life. I loved collecting a lot of useless stuff, and I couldn’t throw anything away. I was a natural hoarder of knick-knacks that I thought made me an interesting person.
At the same time, though, I was always comparing myself with other people who had more or better things, which often made me miserable. I couldn’t focus on anything, and I was always wasting time. Alcohol was my escape, and I didn’t treat women fairly. I didn’t try to change; I thought this was all just part of who I was, and I deserved to be unhappy.
My apartment wasn’t horribly messy; if my girlfriend was coming over for the weekend, I could do enough tidying up to make it look presentable. On a usual day, however, there were books stacked everywhere because there wasn’t enough room on my bookshelves. Most I had thumbed through once or twice, thinking that I would read them when I had the time.
The closet was crammed with what used to be my favourite clothes, most of which I’d only worn a few times. The room was filled with all the things I’d taken up as hobbies and then gotten tired of. A guitar and amplifier, covered with dust. Conversational English workbooks I’d planned to study once I had more free time. Even a fabulous antique camera, which of course I had never once put a roll of film in.
It may sound as if I’m exaggerating when I say I started to become a new person. Someone said to me: “All you did is throw things away,” which is true. But by having fewer things around, I’ve started feeling happier each day. I’m slowly beginning to understand what happiness is.
If you are anything like I used to be – miserable, constantly comparing yourself with others, or just believing your life sucks – I think you should try saying goodbye to some of your things. […] Everyone wants to be happy. But trying to buy happiness only makes us happy for a little while.
Fonte: adaptado de <https://www.theguardian.com/books/2017/apr/12/goodbye-things-hello-minimalism-can-living-with-lessmake- you-happier>. Acesso em: 21 mai. 2017.
Todas as frases abaixo usam a forma comparativa do adjetivo, EXCETO:
 

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2250200 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Sejam !$ a !$ e !$ b !$ números inteiros positivos. Se !$ a !$ e !$ b !$ são, nessa ordem, termos consecutivos de uma progressão geométrica de razão !$ \large {1 \over 2} !$ e o termo independente de !$ \left (ax-{b \over \sqrt x} \right )^{12} !$ é igual a !$ 7920 !$, então !$ a + b !$ é
 

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2250199 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Numa quadra de volei de 18m de comprimento, com rede de 2,24 m de altura, uma atleta solitária faz um saque com a bola bem em cima da linha de fundo, a 3,0 m de altura, num ângulo !$ θ !$ de 15º com a horizontal, conforme a figura, com trajetória num plano perpendicular à rede. Desprezando o atrito, pode-se dizer que, com 12 m/s de velocidade inicial, a bola
Enunciado 2611371-1
 

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2250198 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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WE RECORDED VCs CONVERSATIONS AND ANALYZED HOW DIFFERENTLY
THEY TALK ABOUT FEMALE ENTREPRENEURS
When venture capitalists (VCs) evaluate investment proposals, the language they use to describe the entrepreneurs who write them plays an important but often hidden role in shaping who is awarded funding and why.[…] We were given access to government venture capital decision making meetings in Sweden and were able to observe the types of language that VCs used over a two-year period. One major thing stuck out: The language used to describe male and female entrepreneurs was radically different. And these differences have very real consequences for those seeking funding — and for society in general.
[…] Worldwide, government venture capital is important for bridging significant financial gaps and supporting innovation and growth, as VCs can take risks where banks are not allowed to. When uncertainty is high regarding assessment of product and market potential, for example, the assessment of the entrepreneur’s potential becomes highly central in government VCs’ decision making.
In Sweden, about one-third of businesses are owned and run by women, although they are not granted a corresponding proportion of government funding. In fact, women-owned businesses receive much less — only 13%–18%, the rest going to male-owned companies.
This brings us back to our research. From 2009 to 2010 we were invited to silently observe governmental VC decision-making meetings and, more important, the conversations they had about entrepreneurs applying for funding. […] We observed closed-room, face-to-face discussions leading final funding decisions for 125 venture applications. Of these, 99 (79%) were from male entrepreneurs and 26 (21%) were from female entrepreneurs. The group of government venture capitalists observed included seven individuals: two women and five men. […]
Aside from a few exceptions, the financiers rhetorically produce stereotypical images of women as having qualities opposite to those considered important to being an entrepreneur, with VCs questioning their credibility, trustworthiness, experience, and knowledge.
Conversely, when assessing male entrepreneurs, financiers leaned on stereotypical beliefs about men that reinforced their entrepreneurial potential. Male entrepreneurs were commonly described as being assertive, innovative, competent, experienced, knowledgeable, and having established networks.
We developed male and female entrepreneur personas based on our findings […]. These personas highlight a few key differences in how the entrepreneurs were perceived depending on their gender. Men were characterized as having entrepreneurial potential, while the entrepreneurial potential for women was diminished. Many of the young men and women were described as being young, though youth for men was viewed as promising, while young women were considered inexperienced. Men were praised for being viewed as aggressive or arrogant, while women’s experience and excitement were tempered by discussions of their emotional shortcomings. Similarly, cautiousness was viewed very differently depending on the gender of the entrepreneur.
Unsurprisingly, these stereotypes seem to have played a role in who got funding and who didn’t. Women entrepreneurs were only awarded, on average, 25% of the applied-for amount, whereas men received, on average, 52% of what they asked for. Women were also denied financing to a greater extent than men, with close to 53% of women having their applications dismissed, compared with 38% of men. […]
Such stereotyping will inevitably influence the distribution of financing, but could also have other major consequences. Because the purpose of government venture capital is to use tax money to stimulate growth and value creation for society as a whole, gender bias presents the risk that the money isn’t being invested in businesses that have the highest potential. This isn’t only damaging for women entrepreneurs; it’s potentially damaging for society as a whole.
Fonte: Adaptado de Harvard Business Review <https://hbr.org/2017/05/we-recorded-vcs-conversations-and-analyzedhow- differently-they-talk-about-female-entrepreneurs>. Acesso em: 17 mai. 2017.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
 

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2250197 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Sobre uma prancha horizontal de massa desprezível e apoiada no centro, dois discos, de massas !$ m_A !$ e !$ m_B !$, respectivamente, rolam com as respectivas velocidades !$ v_A !$ e !$ v_B !$, constantes, em direção ao centro, do qual distam !$ L_A !$ e !$ L_B !$, conforme a figura. Com o sistema em equilíbrio antes que os discos colidam, a razão !$ v_A/v_B !$ é dada por
Enunciado 2603577-1
 

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2250196 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Petróleo
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Considere as seguintes proposições:
I. A propriedade associada ao fracionamento do petróleo é o ponto de ebulição.
II. Em geral, no craqueamento térmico do petróleo ocorre formação de radicais livres por meio da quebra de ligação homolítica, enquanto que no craqueamento catalítico ocorre a ruptura heterolítica.
III. Metano não é produzido na destilação fracionada do petróleo.
IV. Indústria petroquímica é o termo utilizado para designar o ramo da indústria química que utiliza derivados de petróleo como matéria-prima para a fabricação de novos materiais, como medicamentos, fertilizantes e explosivos.
V. Os rendimentos de derivados diretos do petróleo no processo de destilação fracionada não dependem do tipo de petróleo utilizado.
Das proposições acima são CORRETAS
 

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2250195 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Texto 1
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a fotografia de um jovem. Tinha 50 anos naquela época, entretanto, idade em que me considerava bem distante da juventude. Se me for dado o privilégio de chegar aos 90 em pleno domínio da razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias. Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical as geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos. A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.
A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.
A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa mais desenvolvida não passava dos 40 anos.
A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá aos 60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-Ia experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem "cabeça de jovem". É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez. Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
VARELLA, D. A arte de envelhecer. Adaptado. Disponível em <http://WW.NUolha.uol.com.br/colunas/2016/01/1732457> Acesso em: mai. 2017.
No período "Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.", (parágrafo 3), O autor
 

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2250285 Ano: 2017
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Considere as proposições a seguir:
I. O alceno !$ C_6H_{12} !$ apresenta cinco isômeros.
II. Existem três diferentes compostos com a fórmula !$ C_2H_2Cl_2 !$.
III. Existem quatro diferentes éteres com a fórmula molecular !$ C_4H_{10}O !$.
IV. O trimetilbenzeno tem três isômeros estruturais.
Das proposições acima estão CORRETAS
Questão Anulada

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