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Seja !$ S !$ o conjunto de todas as soluções reais da equação !$ \log_{ \large {1 \over 4}}(x+1) = \log_4(x-1) !$.
Então:
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A soma de todos os valores de !$ a ∈ [0,2 \pi[ !$ que tornam o sistema
!$ \begin{cases} x + y + z =0 \\ x \sin a + y \cos a +z (2 \sin a + \cos a)=0 \\ x \sin^2 a+y \cos^2 a+z (1+3 \sin^2 a+2 \sin 2a)=0 \end{cases} !$
possível e indeterminado é:
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Num cone circular reto, a altura é a média geométrica entre o raio da base e a geratriz. A razão entre a altura e o raio da base é:
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Seja !$ a ∈ R !$ com !$ 0< a < \large {\pi \over 2} !$. A expressão !$ \left[ \sin \left( { \large {3 \pi \over 4}}+a \right) + \sin \left( { \large {3 \pi \over 4}}-a \right) \right] \sin\left( { \large {\pi \over 2}} -a \right) !$ é idêntica a:
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Sejam !$ f,g:R \rightarrow R !$ funções definidas por !$ f(x)= \left ( \large {3 \over 2} \right )^x !$ e !$ g(x)= \left ( \large {1 \over 3} \right )^x !$.
Considere as afirmações:
I. Os gráficos de !$ f !$ e !$ g !$ não se interceptam.
II. As funções !$ f !$ e !$ g !$ são crescentes.
III. !$ f(-2)\, g(-1) = f(-1)\, g(-2) !$.
Então:
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Sejam !$ f,g,h: R \rightarrow R !$ funções tais que a função composta !$ hogof: r \rightarrow R !$ é a função identidade.
Considere as afirmações:
I. A função h é sobrejetora.
II. Se !$ x_0 ∈ R !$ é tal que !$ f(x_0)=0 !$, então !$ f(x) ≠ 0 !$ para todo !$ x ∈ R !$ com !$ x ≠ x_0 !$.
III. A equação !$ h(x)=0 !$ tem solução em !$ R !$.
Então:
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Assinale a opção que não apresenta impropriedades em relação às regras da escrita formal:
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Assinale a opção que apresenta a função da linguagem predominante nos fragmentos abaixo:
(I)
Maria Rosa quase que aceitava, de uma vez, para
resolver a situação, talo embaraço em que se acha-
vam. Estiveram um momento calados.
- Gosta de versos?
- Gosto ...
- Ah!...
Pousou os olhos numa oleografia.
- É brinde de farmácia?
- É .
- Bonita ...
- Acha?
- Acho ... Boa reprodução ...
(Orígenes Lessa. O feijão e o sonho)
(II)
Sentavam-se no que é de graça: banco de praça pública.
E ali acomodados, nada os distinguia do resto do na·
da. Para a grande glória de Deus.
Ele: - Pois é.
Ela : - Pois é o quê?
Ele: - Eu só disse " pois é" !
Ela : - Mas "pois é" o quê?
Ele : - Melhor mudar de conversa porque você não
me entende.
Ela : - Entender o quê?
Ele: - Santa Virgem, Macabéa, vamos mudar de
assunto e já.
(Clarice Lispector. A hora da estrela)
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A questão refere-se ao seguinte texto:
Em casa trava-se uma luta tácita e subterrânea entre nós e a nossa empregada doméstica. Sem nos aventurarmos em demasiadas recomendações, que poderiam comprometer o bom clima familiar a cada incursão na cozinha, silenciosa mas ostensivamente, arrumamos o invólucro dos frios, protegemos o toquinho de salame, fechamos o saco plástico ao redor do pão, guardamos o guisado desesperadamente abandonado numa panela de alumínio escondida no forno, verificamos as datas dos iogurtes, descobrimos insuspeitados tesouros de legumes murchos esquecidos e decretamos uma sopa para o menu da noite etc. O meu medíocre racionalismo se confronta inicialmente com a idéia que a pobreza deveria ensinar naturalmente uma gestão cuidadosa dos alimentos, e estranho portanto uma tamanha indiferença pelo desperdício.
Um dia, descendo a rua da Praia, em Porto Alegre, deparo com uma mendiga, uma criancinha nos braços. Dou-lhe um dinheiro e vejo que a criança está tomando uma mamadeira de Cola-Cola. Resisto ao impulso de aconselhar leite e entrar numa absurda conversa sobre o supérfluo e o necessário, resisto tanto mais que constato, observando, que, ao lado do miserável grupinho familiar, há um embrulho de comestíveis e, ao lado do embrulho, no chão, um pequeno amontoado de restos visivelmente destinados ao lixo - um quarto de sanduíche, um biscoito mordido... - que faria a felicidade de qualquer mendigo parisiense.
Lembro uma visita com meu filho Maximiliano ao mercado de São Joaquim, em Salvador. No fim da tarde assistimos ao fechamento: sobra no chão, machucado mas ainda apetitoso, um exército de frutas, sobretudo abacaxis e laranjas, suficiente para satisfazer as necessidades vitamínicas de todas as crianças e os adultos carentes da cidade. Sei que a observação é mal-vinda onde a carência é sobretudo de proteínas. Mas ficamos, Max e eu, perplexos frente à estranha contradição entre a necessidade e o desperdício.
(Calligaris. Contardo. Hello Brasil! Notas de um psicanalista europeu viajando ao Brasil. São Paulo: Escuta. 1986.)
Assinale a melhor opção, considerando as seguintes asserções com relação ao texto:
I. O autor estranha o desperdício de alimentos num país onde muitas pessoas passam fome.
II. Embora o autor reconheça que o desperdício de alimentos existente no Brasil ocorre na Europa também, menciona que os mendigos parisienses ficariam felizes com os sanduíches e biscoitos desperdiçados.
III. Segundo o autor, as pessoas no Brasil desperdiçam alimentos que não suprem as necessidades de adultos e crianças carentes da zona urbana, sobretudo porque a carência nutricional maior no país é de proteínas.
está(ão) correta(s):
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A questão refere-se ao seguinte texto:
O tempo do pescador é medido pelos ciclos da natureza, pelo decorrer dos dias e noites no ambiente marítimo e pelo comportamento das espécies. Na pesca tradicional os róis, sob a orientação dos capitães e mestres de pesca, dividem tarefas através do tempo de trabalho por eles estipulado. O senso de liberdade, tão caro aos homens do mar, está muito ligado à autonomia sobre o tempo, podendo-se mesmo dizer que decorre dela.
Quando os pescadores $30 incorporados à pesca empresarial. a autoridade do mestre, que lhe é conferida pelo conhecimento que detém e pela tradição, vê-se substituída pelas ordens dos patrões e dissolvida pela interferência do pessoal de terra no trabalho dos embarcados.
(Maldonado, S.C. Pescadores ,do mar. São Paulo: Atica, 1986.)
Assinale a opção cuja frase apresenta a palavra "caro(a)" com o mesmo sentido expresso em " ... tão caro aos homens do mar ... "
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