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Duas retas !$ r_1 !$ e !$ r_2 !$ são paralelas à reta !$ 3x-y=37 !$ e tangentes à circunferência !$ x^2+y^2-2x-y=0 !$. !$ S !$ e !$ d_1 !$ é a distância de !$ r_1 !$ até a origem e !$ d_2 !$ é a distância de !$ r_2 !$ até a origem, então !$ d_1 + d_2 !$ é igual a
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Considere as atrizes
!$ M= \begin{pmatrix} 1 & -1 & 3 \\ 0 & 1 & 0 \\ 2 & 3 & 1 \end{pmatrix} !$, !$ N= \begin{pmatrix} 1 & 0 & 2 \\ 3 & 2 & 0 \\ 1 & 1 & 1 \end{pmatrix} !$, !$ P= \begin{pmatrix} 0 \\ 1 \\ 0 \end{pmatrix} !$ e !$ X= \begin{pmatrix} x \\ y \\ z \end{pmatrix} !$.
Se !$ X !$ é solução de !$ M^{-1} !$ !$ NX=P !$, então !$ x^2+y^2+z^2 !$ é igual a
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A questão refere-se ao seguinte texto:
A psicologia evolucionista aprontou mais uma: "descobriu" que mulheres preferem homens mais másculos quando estão na fase fértil do ciclo menstrual.
A pesquisa foi realizada pela Escola de Psicologia da Universidade de Saint Andrews, na Escócia (Reino Unido). è um gênero de investigação que anda na moda e acende polêmicas onde aparece. Os adeptos da psicologia evolucionista acham que escolhas e comportamentos humanos são ditados pelos genes, antes de mais nada.
Dito de outro modo as pessoas agiriam, ainda hoje, de acordo com o que foi mais vantajoso para a espécie no passado remoto, ou para a sobrevivência dos indivíduos. Entre outras coisas, esses darwinistas extremados acreditam que machos têm razões biológicas para ser mais promíscuos. (...)
(Marcelo Leite. Ciclo menstrual pode alterar escolha sexual. Folha de S. Paulo. Caderno Ciência. 24/09/1999.)
A expressão "Dito de outro modo" estabelece, entre as idéias do parágrafo que introduz e o anterior, uma relação de:
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A questão refere-se ao seguinte texto:
Em visita ao Rio para participar do 6º Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas, como representante do governo português, o maior escritor da atualidade, Nobel da Literatura de 1998, é um homem cansado. Mas de um cansaço peculiar: "cansaço metafísico", diria um heterônimo de Fernando Pessoa, uma de suas afinidades eletivas. Entrevistá-lo é se equilibrar com dificuldade no dorso de um tigre. Respostas encrespadas, consultas intermináveis ao relógio, muxoxos impacientes.
Visível e justificável é esse enfado. Ser "que já traduziu o divino para o homem das ruas", como dele já se falou, Saramago se impacienta com jornalistas que tomam por profano quem é um monstro sagrado, título que, em sua modéstia, prontamente recusaria. O fato é que visibilidade cintilante do Nobel o tornou presa fácil das canetas afoitas dos especialistas em generalidades. Como aquele que, em Frankfurt, lhe disparou a segunda pergunta da rodada interminável de indagações, no anúncio de sua escolha para o Prêmio "O que o sr. vai fazer com o dinheiro?". O escritor português está saturado do jornalismo de mercado, da rapinagem midiática e da degradação intelectual da imprensa.
(Cláudio Cordovil. "Já é hora de inventar outro mito", diz Saramago, O Estado de S. Paulo, Caderno Cultura, 15/8/1999.)
No texto, há a seguinte afirmação: "[Entrevistar Saramago] é se equilibrar com dificuldade no dorso de um tigre". NÃO se depreende de tal afirmação que o escritor:
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A questão refere-se ao seguinte texto:
A psicologia evolucionista aprontou mais uma: "descobriu" que mulheres preferem homens mais másculos quando estão na fase fértil do ciclo menstrual.
A pesquisa foi realizada pela Escola de Psicologia da Universidade de Saint Andrews, na Escócia (Reino Unido). è um gênero de investigação que anda na moda e acende polêmicas onde aparece. Os adeptos da psicologia evolucionista acham que escolhas e comportamentos humanos são ditados pelos genes, antes de mais nada.
Dito de outro modo as pessoas agiriam, ainda hoje, de acordo com o que foi mais vantajoso para a espécie no passado remoto, ou para a sobrevivência dos indivíduos. Entre outras coisas, esses darwinistas extremados acreditam que machos têm razões biológicas para ser mais promíscuos. (...)
(Marcelo Leite. Ciclo menstrual pode alterar escolha sexual. Folha de S. Paulo. Caderno Ciência. 24/09/1999.)
Pode-se afirmar que o texto traz uma posição.
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Miguilim espremia os olhos> Drelina e a Chica riam. Tomezinho tinha ido se esconder.
- Este nosso rapazinho tem a vista curta. Espera aí, Miguilim ...
E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o jeito.
- Olha, agora!
Miguilim olhou. Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. Via os grãozinhos de areia, a pele da terra, as pedrinhas menores, as formiguinhas passeando no chão de uma distância. E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo ... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. (João Guimarães Rosa. Manuelzão e Miguilim.)
Considere as seguintes afirmações sobre o trecho acima:
I. Na narrativa, transparece o universo infantil, captado pela ótica da criança.
II. Há o uso de recursos linguísticos, como ritmo, rima e figuras de linguagem, que desfazem as fronteiras entre prosa e poesia.
III. A narrativa reporta ao mundo rústico do sertão pela ótica de um narrador externo à comunidade.
Está(ão) condizente(s) com o trecho:
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A questão refere-se ao seguinte texto:
Filme bom é filme antigo? Lógico que não, mas "A Múmia", de 1932, põe a frase em xeque.
Sua refilmagem, com Brendan Fraser no elenco, ainda corre nos cinemas brasileiros, repleta de humor e efeitos visuais.
Na de Karl Freund, há a vantagem de Boris Karloff no papel-título, compondo uma múmia aterrorizadora, fiel ao terror doa anos 30.
Apesar de alguma precariedade, lança um clima de mistério que a versão 1999 não conseguiu, tal a ênfase dada à embalagem. Daí "nem sempre cinema bom são efeitos especiais" deveria ser a tal frase.
(PSL)
(A precária e misteriosa múmia de 32, Folha de S. Paulo, Caderno Ilustrada, 4/8/1999.)
Sem alterar a direção argumentativa do texto, a frase "nem sempre cinema bom são efeitos especiais", só poderia ser substituída por:
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A questão refere-se ao seguinte texto:
Filme bom é filme antigo? Lógico que não, mas "A Múmia", de 1932, põe a frase em xeque.
Sua refilmagem, com Brendan Fraser no elenco, ainda corre nos cinemas brasileiros, repleta de humor e efeitos visuais.
Na de Karl Freund, há a vantagem de Boris Karloff no papel-título, compondo uma múmia aterrorizadora, fiel ao terror doa anos 30.
Apesar de alguma precariedade, lança um clima de mistério que a versão 1999 não conseguiu, tal a ênfase dada à embalagem. Daí "nem sempre cinema bom são efeitos especiais" deveria ser a tal frase.
(PSL)
(A precária e misteriosa múmia de 32, Folha de S. Paulo, Caderno Ilustrada, 4/8/1999.)
Em: "tal a ênfase dada à embalagem" e "deveria ser a tal frase", os termos em destaque nas duas frases podem ser substituídos, respectivamente, por:
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Assinale a opção em que a manchete de jornal está mais em acordo com os cânones da "objetividade jornalística":
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E vai começar a "Cimeira". Derivada de "cima" ("a parte mais elevada; cume, cimo, cimeira, topo"), a palavra é comuníssima em Portugal para denominar reuniões de cúpula. O nome foi dado por tradutoras portuguesas presentes à reunião do Grupo do Rio no Panamá, em que se decidiu convocar a iminente reunião. Esqueceram-se de um detalhe: a reunião é no Brasil. É isso.
(Pasquale Cipro Neto. Folha de S. Paulo. Caderno Cotidiano. 24/6/1999.)
Pode-se afirmar que há no teto:
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