Magna Concursos

Foram encontradas 100 questões.

1196760 Ano: 2004
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

A distância focal e a excentricidade da elipse com centro na origem e que passa pelos pontos (1,0) e (0, – 2) são, respectivamente,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196759 Ano: 2004
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

A circunferência inscrita num triângulo equilátero com lados de 6 cm de comprimento é a interseção de uma superfície esférica de raio igual a 4cm com o plano do triângulo. Então, a distância do centro da esfera aos vértices do triângulo é (em cm)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196758 Ano: 2004
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

Em relação a um sistema de eixos cartesiano ortogonal no plano, três vértices de um tetraedro regular são dados por !$ A = (0; 0) !$, !$ B= (2, 2) !$ e !$ C = (1 – \sqrt3, 1 + \sqrt3) !$. O volume do tetraedro é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196757 Ano: 2004
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

Uma circunferência passa pelos pontos A = (0, 2), B = (0, 8) e C = (8, 8).

Então, o centro da circunferência e o valor de seu raio, respectivamente, são

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196756 Ano: 2004
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

Em uma mesa de uma lanchonete, o consumo de 3 sanduíches, 7 xícaras de café e 1 pedaço de torta totalizou R$ 31,50. Em outra mesa, o consumo de 4 sanduíches, 10 xícaras de café e 1 pedaço de torta totalizou R$ 42,00. Então, o consumo de 1 sanduíche, 1 xícara de café e 1 pedaço de torta totaliza o valor de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196754 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

A questão refere-se aos dois textos seguintes.

TEXTO 1

Ilusão Universitária

Houve um tempo em que, ao ser admitido numa faculdade de direito, um jovem via seu futuro praticamente assegurado, como advogado, juiz ou promotor público!$ ^{A)} !$. A situação, como se sabe, é hoje bastante diversa. Mudaram a universidade, o mercado de trabalho e os estudantes, muitos dos quais inadvertidamente compram a ilusão de que o diploma é condição necessária e suficiente para o sucesso profissional!$ ^{B)} !$.

A proliferação dos cursos universitários nos anos 90 e 2000 é a um só tempo sintoma e causa dessas mudanças. Um mercado de trabalho cada vez mais exigente passou a cobrar maior titulação dos jovens profissionais. Com isso, aumentou a oferta de cursos e caiu a qualidade.

O fenômeno da multiplicação das faculdades e do declínio da qualidade acadêmica foi especialmente intenso no campo do direito!$ ^{C)} !$. Trata-se, afinal, de uma carreira de prestígio, cujo ensino é barato. Não exige muito mais do que o professor, livros, uma lousa e o cilindro de giz.

Existem hoje 762 cursos jurídicos no país. Em 1993, eles eram 183. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) acaba de divulgar a lista das faculdades recomendadas. Das 215 avaliadas, apenas 60 (28%) receberam o "nihil obstat". A Ordem levou em conta conceitos do provão e os resultados do seu próprio exame de credenciamento de bacharéis.

A verdade é que nenhum país do mundo é constituído apenas por advogados, médicos e engenheiros. Apenas uma elite chega a formar-se

nesses cursos. No Brasil, contudo, criou-se a ilusão de que a faculdade abre todas as portas. Assim, alunos sem qualificação acadêmica para seguir essas carreiras pagam para obter diplomas que não Ihes serão de grande valia. É mais sensato limitar os cursos e zelar por sua excelência, evitando paliativos como o exame da Ordem, que é hoje absolutamente necessário para proteger o cidadão de advogados incompetentes!$ ^{D)} !$ – o que só confirma as graves deficiências do sistema educacional.

(Folha de S. Paulo, 29/01/2004)

TEXTO 2

A Universidade é só o começo

Na última década, a universidade viveu uma espécie de milagre da multiplicação dos diplomas. O número de graduados cresceu de 225 mil no final dos anos 80 para 325 mil no levantamento mais recente do Ministério da Educação em 2000.

A entrada no mercado de trabalho desse contingente, porém, não vem sendo propriamente triunfal como uma festa de formatura!$ ^{E)} !$. Engenheiros e educadores, professores e administradores, escritores e sobretudo empresários têm sussurrado uma frase nos ouvidos dessas centenas de milhares de novos graduados: "O diploma está nu".

Passaporte tranqüilo para o emprego na década de 80, o certificado superior vem sendo exigido com cada vez mais vistos.

Considerado um dos principais pensadores da educação no país, o economista Cláudio de Moura Castro sintetiza a relação atual do diploma com o mercado de trabalho em uma frase: "Ele é necessário, mas não suficiente". O raciocínio é simples. Com o aumento do número de graduados no mercado, quem não tem um certificado já começa em desvantagem.Conselheiro-chefe de educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento durante anos, ele compara o sem-diploma a alguém "em um mato sem cachorro no qual os outros usam armas automáticas e você um tacape". Por outro lado, o economista- educador diz que ter um fuzil, seja lá qual for, não garante tanta vantagem assim nessa floresta.

Para Robert Wong, o diagnóstico é semelhante. Só muda a metáfora. Principal executivo na América do Sul da Korn/Ferry International, maior empresa de recrutamento de altos executivos do mundo, ele equipará a formação acadêmica com a potência do motor de um carro.

Equilibrados demais acessórios, igualado o preço, o motor pode desempatar a escolha do consumidor. "Tudo sendo igual, a escolaridade faz a diferença."

Mas assim como Moura Castro, o head hunter defende a idéia de que um motor turbinado não abre automaticamente as portas do mercado.

Wong conta que no mesmo dia da entrevista à Folha [Jornal Folha de S. Paulo] trabalhava na seleção de um executivo para uma multinacional na qual um dos principais candidatos não tinha experiência acadêmica. "É um self-made man."

Brasileiro nascido na China, Wong observa que é em países como esses, chamados "em desenvolvimento", que existem mais condições hoje para o sucesso de profissionais como esses, de perfil empreendedor. (...)

(Cassiano Elek Machado: A universidade é só o começo. Folha de S. Paulo, 27/07/2002.

Disponível na Internet: http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse. Data de acesso: 24/08/2004)

Assinale a opção que não traduz uma interpretação condizente com os valores dos advérbios terminados em mente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196753 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

Inspirados no texto Reino Unido pode taxar fast food contra obesidade, poderíamos construir as manchetes abaixo. Aponte a opção em que a manchete expressa uma relação causal entre os elementos envolvidos. Tenha em mente que nem todas as cinco manchetes refletem a idéia central do texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196752 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

Ao Teatro o que é do teatro

INÁCIO ARAÚJO

..............................

Crítico da FOLHA

Não há melhor maneira de filmar o teatro do que teatralmente. A expressão “teatro filmado” raramente faz sentido, e nós aqui no Brasil só teríamos a ganhar no dia em que pudéssemos assistir ao filme de “O Rei da Vela” do Oficina – que por alguma razão infeliz nunca passa.

Kenneth Branagh evitou o teatro filmado em “Henrique V” (Eurochannel, 0h) [canal de TV por assinatura], ganhou o direito a concorrer ao Oscar e ficou famoso. Mas, passadas as festas, temos um resultado para lá de duvidoso.

Onde faz sentido a conclamação do rei Henrique a seus soldados a não ser no teatro? E por que “cinematografizar” a coisa se Joseph Mankiewicz, por exemplo, que era um cineasta, ao filmar “Júlio César”, optou por deixar clara a origem teatral de seu filme?

(Folha de S. Paulo, 11/5/04)

Considerando o texto acima, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196751 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

Das opções abaixo, cujos textos foram extraídos do Manual do Proprietário de um carro, a única alternativa que não apresenta inadequação quanto à construção ou ao emprego de palavra é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1196750 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
Provas:

A questão refere-se aos dois textos seguintes.

TEXTO 1

Ilusão Universitária

Houve um tempo em que, ao ser admitido numa faculdade de direito, um jovem via seu futuro praticamente assegurado, como advogado, juiz ou promotor público. A situação, como se sabe, é hoje bastante diversa. Mudaram a universidade, o mercado de trabalho e os estudantes, muitos dos quais inadvertidamente compram a ilusão de que o diploma é condição necessária e suficiente para o sucesso profissional.

A proliferação dos cursos universitários nos anos 90 e 2000 é a um só tempo sintoma e causa dessas mudanças. Um mercado de trabalho cada vez mais exigente passou a cobrar maior titulação dos jovens profissionais. Com isso, aumentou a oferta de cursos e caiu a qualidade.

O fenômeno da multiplicação das faculdades e do declínio da qualidade acadêmica foi especialmente intenso no campo do direito Trata-se, afinal, de uma carreira de prestígio, cujo ensino é barato. Não exige muito mais do que o professor, livros, uma lousa e o cilindro de giz.

Existem hoje 762 cursos jurídicos no país. Em 1993, eles eram 183. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) acaba de divulgar a lista das faculdades recomendadas. Das 215 avaliadas, apenas 60 (28%) receberam o "nihil obstat". A Ordem levou em conta conceitos do provão e os resultados do seu próprio exame de credenciamento de bacharéis.

A verdade é que nenhum país do mundo é constituído apenas por advogados, médicos e engenheiros. Apenas uma elite chega a formar-se

nesses cursos!$ ^{A)} !$. No Brasil, contudo, criou-se a ilusão de que a faculdade abre todas as portas. Assim, alunos sem qualificação acadêmica para seguir essas carreiras!$ ^{B)} !$ pagam para obter diplomas que não Ihes serão de grande valia. É mais sensato limitar os cursos e zelar por sua excelência, evitando paliativos como o exame da Ordem, que é hoje absolutamente necessário para proteger o cidadão de advogados incompetentes – o que só confirma as graves deficiências do sistema educacional.

(Folha de S. Paulo, 29/01/2004)

TEXTO 2

A Universidade é só o começo

Na última década, a universidade viveu uma espécie de milagre da multiplicação dos diplomas. O número de graduados cresceu de 225 mil no final dos anos 80 para 325 mil no levantamento mais recente do Ministério da Educação em 2000.

A entrada no mercado de trabalho desse contingente!$ ^{D)} !$, porém, não vem sendo propriamente triunfal como uma festa de formatura. Engenheiros e educadores, professores e administradores, escritores e sobretudo empresários têm sussurrado uma frase nos ouvidos dessas centenas de milhares de novos graduados!$ ^{C)} !$: "O diploma está nu".

Passaporte tranqüilo para o emprego na década de 80, o certificado superior vem sendo exigido com cada vez mais vistos.

Considerado um dos principais pensadores da educação no país, o economista Cláudio de Moura Castro sintetiza a relação atual do diploma com o mercado de trabalho em uma frase: "Ele é necessário, mas não suficiente". O raciocínio é simples. Com o aumento do número de graduados no mercado, quem não tem um certificado já começa em desvantagem.Conselheiro-chefe de educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento durante anos, ele compara o sem-diploma a alguém "em um mato sem cachorro no qual os outros usam armas automáticas e você um tacape". Por outro lado, o economista- educador diz que ter um fuzil, seja lá qual for, não garante tanta vantagem assim nessa floresta.

Para Robert Wong, o diagnóstico é semelhante. Só muda a metáfora. Principal executivo na América do Sul da Korn/Ferry International, maior empresa de recrutamento de altos executivos do mundo, ele equipará a formação acadêmica com a potência do motor de um carro.

Equilibrados demais acessórios, igualado o preço, o motor pode desempatar a escolha do consumidor. "Tudo sendo igual, a escolaridade faz a diferença."

Mas assim como Moura Castro, o head hunter defende a idéia de que um motor turbinado não abre automaticamente as portas do mercado.

Wong conta que no mesmo dia da entrevista à Folha [Jornal Folha de S. Paulo] trabalhava na seleção de um executivo para uma multinacional na qual um dos principais candidatos não tinha experiência acadêmica. "É um self-made man."

Brasileiro nascido na China, Wong observa que é em países como esses, chamados "em desenvolvimento", que existem mais condições hoje para o sucesso de profissionais como esses!$ ^{E)} !$, de perfil empreendedor. (...)

(Cassiano Elek Machado: A universidade é só o começo. Folha de S. Paulo, 27/07/2002.

Disponível na Internet: http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse. Data de acesso: 24/08/2004)

Assinale a opção em que a expressão com o pronome demonstrativo exige que sejam consideradas informações anteriores e posteriores para ser interpretada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas