Foram encontradas 100 questões.
Considere as seguintes afirmações sobre a expressão !$ \textstyle \sum_{k=0}^{101}\log_8 (4^k \sqrt2): !$
I. !$ S !$ é a soma dos termos de uma progressão geométrica finita
ll. !$ S !$ é a soma dos termos de uma progressão aritmética finita de razão !$ 2/3 !$
III. !$ S = 3451 !$
IV. !$ S \le 3434 + \, \log_8 \sqrt2 !$
Então, pode-se afirmar que é (são) verdadeira(s) apenas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sejam A e B subconjuntos finitos de um mesmo conjunto !$ X !$, tais que !$ n(B\backslash A) !$, !$ n(A\backslash B) !$ e !$ n(A ∩ B) !$ formam, nesta ordem, uma progressão aritmética de razão !$ r > 0 !$. Sabendo que !$ n(B\backslash A) = 4 !$ e !$ n(A ∪ B) + r = 64 !$, então, !$ n(A\backslash B) !$ é igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tira abaixo e responda a questão.

Comics-Sunday September 15, 2002
A palavra but, no quarto quadrinho, é sinônimo de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O diagrama de fases da água está representado na figura. Os pontos indicados (I, ll, llI, IV e V) referem-se a sistemas contendo uma mesma massa de água líquida pura em equilíbrio com a(s) eventual(ais) fase(s) termodinamicamente estável(eis) em cada situação. Considere, quando for o caso, que os volumes iniciais da fase vapor são iguais. A seguir, mantendo-se as temperaturas de cada sistema constantes, a pressão é reduzida até !$ P_f !$. Com base nestas informações, assinale a opção que apresenta a relação ERRADA entre os números de moI de vapor de água (n) presentes nos sistemas, quando a pressão é igual a !$ P_f !$.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão refere-se ao texto abaixo:
DREAM ON, AMERICA
THE U.S. MODEL: For years, much of the world did aspire to the American way of life. But today countries are finding more appealing systems in their own backyards.
BY ANDREW MORAVCSIK
NOT LONG AGO, THE AMERICAN DREAM WAS a global fantasy. Not only Americans saw themselves as a beacon unto nations. So did much of the world.
(...)
You had only to listen to George W. Bush's Inaugural Address last week (invoking "freedom" and "liberty" 49 times) to appreciate just how deeply Americans still believe in this founding myth. For many in the world, the president's rhetoric confirmed their worst fears of an imperial America relentlessly pursuing its narrow national interests. But the greater danger may be a delusional America – one that believes, despite all evidence to the contrary, that the American Dream lives on, that America remains a model for the world, one whose mission is to spread the word.
The gulf between how Americans view themselves and how the world views them was summed up in a poll last week by the BBC. Fully 71 percent of Americans see the United States as a source of good in the world. More than half view Bush's election as positive for global security. Other studies report that 70 percent have faith in their domestic institutions and nearly 80 percent believe "American ideas and customs" should spread globally.
FOREIGNERS TAKE AN ENTIRELY different view: 58 percent in the BBC poll see Bush's reelection as a threat to world peace. Among America's traditional allies, the figure is strikingly higher: 77 percent in Germany, 64 percent in Britain and 82 percent in Turkey. Among the 1.3 billion members of the Islamic world, public support for the United States is measured in single digits. Only Poland, the Philippines and India viewed Bush's second Inaugural positively.
Tellingly, the anti-Bushism of the president's first term is giving way to a more general anti- Americanism. A plurality of voters (the average is 70 percent) in each of the 21 countries surveyed by the BBC oppose sending any troops to Iraq, including those in most of the countries that have done so. Only one third, disproportionately in the poorest and most dictatorial countries, would like to see American values spread in their country. Says Doug Miller of GlobeScan, which conducted the BBC report: "President Bush has further isolated America from the world. Unless the administration changes its approach, it will continue to erode America's good name, and hence its ability to effectively influence world affairs."
(...)
The truth is that Americans are living in a dream world. Not only do others not share America's selfregard, they no longer aspire to emulate the country's social and economic achievements. The loss of faith in the American Dream goes beyond this swaggering administration and its war in Iraq. A President Kerry ......(.1.6.)....s..imilar disaffection, for it grows from the success of something America holds dear: the spread of democracy, free markets and international institutions – globalization, in a word.
Countries today have dozens of political, economic and social models to choose from. Anti- Americanism is especially virulent in Europe and
Latin America, where countries have established their own distinctive ways - none made in America. Futurologist Jeremy Rifkin, in his recent book "The European Dream", hails an emerging European Union based on generous social welfare, cultural diversity and respect for international law – a model that's caught on quickly across the former nations of Eastern Europe and the Baltics. In Asia, the rise of autocratic capitalism in China or Singapore is as much a "model" for development as America's scandal-ridden corporate culture.
(...)
Many are tempted to write off the new anti- Americanism as a temporary perturbation, or mere resentment. Blinded by its own myth, America has grown incapable of recognizing its flaws. For there is much about the American Dream to fault. If the rest of the world has lost faith in the American model – political, economic, diplomatic – it's partly for the very good reason that it doesn't work as well anymore.
MORAVCSIK teaches politics and directs the European Union Program at Princeton University.
Newsweek, January 31, 2005, Páginas 17-19
A palavra term destacada no texto, quer dizer
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão refere-se ao texto seguinte:
A Daslu e o shopping-bunker
A nova Daslu é o assunto preferido das conversas em São Paulo. Os ricos se entusiasmam com a criação de um local tão exclusivo e cheio
de roupas e objetos sofisticados e internacionais. Os pequeno-burgueses praguejam contra a iniciativa, indignados com tanta ostentação.
Antes instalada num conjunto de casas na Vila Nova Conceição, região de classe alta, a loja que vende as grifes mais famosas e caras do mundo!$ ^{A)} !$ passará agora a funcionar num prédio monumental construído no bairro "nouveau riche" da Vila Olímpia e ao lado do infelizmente pútrido e mal cheiroso rio Pinheiros.
A imprensa aproveita a mudança da Daslu para discorrer sobre as vantagens de uma vida luxuosa e exibir fotos exclusivas do interior da megaloja de quatro andares e seus salões labirínticos, onde praticamente não há corredores, pois, como diz a dona da loja, a idéia é que o consumidor se sinta em sua casa.
Estranha casa, deve-se dizer. Para entrar nela é preciso fazer uma carteira de sócio, depois de deixar o carro num estacionamento que custa R$ 30,00 (a primeira hora). Obviamente, tudo isso tem por objetivo selecionar os consumidores e intimidar os pouco afortunados – os mesmos que, ao se aventurar na antiga loja, reclamavam da indiferença das vendedoras!$ ^{B)} !$, as dasluzetes, muito mais solícitas com aqueles que elas já conheciam ou que demonstravam de cara seu poder de compra.
As complicações na portaria visam também, embora não se diga com clareza, a proteger o local e dar segurança aos milionários de todo o país que certamente farão da nova Daslu um de seus "points" durante a estada em São Paulo, como já ocorria com a antiga casa. A segurança é um item cada vez mais prioritário nos negócios hoje em dia – antes mesmo da inauguração, a loja teve um de seus caminhões de mudança roubado.
As formalidades na entrada levam ainda em conta a privacidade do local de quase 20 mil metros quadrados, não muito longe da favela Coliseu (sic). A reportagem de um site calculou, por falar nisso, que a soma da renda mensal de todas as famílias da favela (R$ 10.725, segundo o IBGE) daria para comprar apenas duas calças Dolce & Gabbana na loja.
Tais fatores, digamos assim, sinistros da realidade brasileira é que impulsionam o pioneirismo da nova Daslu!$ ^{C)} !$. Sim, a loja é uma empreitada verdadeiramente inédita. A Daslu, que desenvolveu no Brasil um certo tipo de atendimento exclusivo e personalizado para ricos!$ ^{D)} !$, agora introduz, pela primeira vez no mundo, o modelo do shopping-bunker.
Todos sabem como os shopping centers floresceram em São Paulo e nas capitais brasileiras, tanto pelas facilidades que propiciam para a gente que vive nos centros urbanos congestionados e tumultuados, quanto pela segurança. Ao longo dos anos, eles foram surgindo aqui e ali, alterando a sociabilidade e a paisagem das cidades. Acabaram se transformando em uma espécie de praça (fechada), onde as classes alta e média podiam circular com tranqüilidade, sem serem importunadas pela visão e a presença dos numerosos pobres e miseráveis, que, por sua vez, ocuparam as praças públicas!$ ^{E)} !$ (abertas), como a da República e a da Sé, em São Paulo. Dentro dos shoppings, os brasileiros sonhamos um mundo de riqueza, organização, limpeza, segurança, facilidades e sobretudo de distinção que lá fora, nas ruas, está agora longe de existir.
Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista. A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoroçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos. [...]
(http://www1.folha.uol.com.br, por Alcino Leite Neto. Consulta em 08/07/2005.)
Assinale a opção em que a palavra que NÃO funciona como pronome.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão refere-se ao texto abaixo:
DREAM ON, AMERICA
THE U.S. MODEL: For years, much of the world did aspire to the American way of life. But today countries are finding more appealing systems in their own backyards.
BY ANDREW MORAVCSIK
NOT LONG AGO, THE AMERICAN DREAM WAS a global fantasy. Not only Americans saw themselves as a beacon unto nations. So did much of the world.
(...)
You had only to listen to George W. Bush's Inaugural Address last week (invoking "freedom" and "liberty" 49 times) to appreciate just how deeply Americans still believe in this founding myth. For many in the world, the president's rhetoric confirmed their worst fears of an imperial America relentlessly pursuing its narrow national interests. But the greater danger may be a delusional America – one that believes, despite all evidence to the contrary, that the American Dream lives on, that America remains a model for the world, one whose mission is to spread the word.
The gulf between how Americans view themselves and how the world views them was summed up in a poll last week by the BBC. Fully 71 percent of Americans see the United States as a source of good in the world. More than half view Bush's election as positive for global security. Other studies report that 70 percent have faith in their domestic institutions and nearly 80 percent believe "American ideas and customs" should spread globally.
FOREIGNERS TAKE AN ENTIRELY different view: 58 percent in the BBC poll see Bush's reelection as a threat to world peace. Among America's traditional allies, the figure is strikingly higher: 77 percent in Germany, 64 percent in Britain and 82 percent in Turkey. Among the 1.3 billion members of the Islamic world, public support for the United States is measured in single digits. Only Poland, the Philippines and India viewed Bush's second Inaugural positively.
Tellingly, the anti-Bushism of the president's first term is giving way to a more general anti- Americanism. A plurality of voters (the average is 70 percent) in each of the 21 countries surveyed by the BBC oppose sending any troops to Iraq, including those in most of the countries that have done so. Only one third, disproportionately in the poorest and most dictatorial countries, would like to see American values spread in their country. Says Doug Miller of GlobeScan, which conducted the BBC report: "President Bush has further isolated America from the world. Unless the administration changes its approach, it will continue to erode America's good name, and hence its ability to effectively influence world affairs."
(...)
The truth is that Americans are living in a dream world. Not only do others not share America's selfregard, they no longer aspire to emulate the country's social and economic achievements. The loss of faith in the American Dream goes beyond this swaggering administration and its war in Iraq. A President Kerry ......(.1.6.)....s..imilar disaffection, for it grows from the success of something America holds dear: the spread of democracy, free markets and international institutions – globalization, in a word.
Countries today have dozens of political, economic and social models to choose from. Anti- Americanism is especially virulent in Europe and
Latin America, where countries have established their own distinctive ways - none made in America. Futurologist Jeremy Rifkin, in his recent book "The European Dream", hails an emerging European Union based on generous social welfare, cultural diversity and respect for international law – a model that's caught on quickly across the former nations of Eastern Europe and the Baltics. In Asia, the rise of autocratic capitalism in China or Singapore is as much a "model" for development as America's scandal-ridden corporate culture.
(...)
Many are tempted to write off the new anti- Americanism as a temporary perturbation, or mere resentment. Blinded by its own myth, America has grown incapable of recognizing its flaws. For there is much about the American Dream to fault. If the rest of the world has lost faith in the American model – political, economic, diplomatic – it's partly for the very good reason that it doesn't work as well anymore.
MORAVCSIK teaches politics and directs the European Union Program at Princeton University.
Newsweek, January 31, 2005, Páginas 17-19
Assinale a opção que contém a idéia principal do texto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um anel de peso 30 N está preso a uma mola e desliza sem atrito num fio circular situado num plano vertical, conforme mostrado na figura.
Considerando que a mola não se deforma quando o anel se encontra na posição P e que a velocidade do anel seja a mesma nas posições P e Q, a constante elástica da mola deve ser de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma gota do ácido !$ CH_3(CH_2)_{16} \, COOH !$ se espalha sobre a superfície da água até formar uma camada de moléculas cuja espessura se reduz à disposição ilustrada na figura. Uma das terminações deste ácido é polar, visto que se trata de uma ligação O–H, da mesma natureza que as ligações (polares) O–H da água. Essa circunstância explica a atração entre as moléculas de ácido e da água. Considerando o volume !$ 1,56× 10^{-10} \, m^3 !$ da gota do ácido, e seu filme com área de !$ 6,25× 10^{–2} \,m^2 !$, assinale a alternativa que estima o comprimento da molécula do ácido.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão refere-se ao texto seguinte:
A Daslu e o shopping-bunker
A nova Daslu é o assunto preferido das conversas em São Paulo. Os ricos se entusiasmam com a criação de um local tão exclusivo e cheio
de roupas e objetos sofisticados e internacionais. Os pequeno-burgueses praguejam contra a iniciativa, indignados com tanta ostentação.
Antes instalada num conjunto de casas na Vila Nova Conceição, região de classe alta, a loja que vende as grifes mais famosas e caras do mundo passará agora a funcionar num prédio monumental construído no bairro "nouveau riche" da Vila Olímpia e ao lado do infelizmente pútrido e mal cheiroso rio Pinheiros.
A imprensa aproveita a mudança da Daslu para discorrer sobre as vantagens de uma vida luxuosa e exibir fotos exclusivas do interior da megaloja de quatro andares e seus salões labirínticos, onde praticamente não há corredores, pois, como diz a dona da loja, a idéia é que o consumidor se sinta em sua casa.
Estranha casa, deve-se dizer. Para entrar nela é preciso fazer uma carteira de sócio, depois de deixar o carro num estacionamento que custa R$ 30,00 (a primeira hora). Obviamente, tudo isso tem por objetivo selecionar os consumidores e intimidar os pouco afortunados – os mesmos que, ao se aventurar na antiga loja, reclamavam da indiferença das vendedoras, as dasluzetes, muito mais solícitas com aqueles que elas já conheciam ou que demonstravam de cara seu poder de compra.
As complicações na portaria visam também, embora não se diga com clareza, a proteger o local e dar segurança aos milionários de todo o país que certamente farão da nova Daslu um de seus "points" durante a estada em São Paulo, como já ocorria com a antiga casa. A segurança é um item cada vez mais prioritário nos negócios hoje em dia – antes mesmo da inauguração, a loja teve um de seus caminhões de mudança roubado.
As formalidades na entrada levam ainda em conta a privacidade do local de quase 20 mil metros quadrados, não muito longe da favela Coliseu (sic). A reportagem de um site calculou, por falar nisso, que a soma da renda mensal de todas as famílias da favela (R$ 10.725, segundo o IBGE) daria para comprar apenas duas calças Dolce & Gabbana na loja.
Tais fatores, digamos assim, sinistros da realidade brasileira é que impulsionam o pioneirismo da nova Daslu. Sim, a loja é uma empreitada verdadeiramente inédita. A Daslu, que desenvolveu no Brasil um certo tipo de atendimento exclusivo e personalizado para ricos, agora introduz, pela primeira vez no mundo, o modelo do shopping-bunker.
Todos sabem como os shopping centers floresceram em São Paulo e nas capitais brasileiras, tanto pelas facilidades que propiciam para a gente que vive nos centros urbanos congestionados e tumultuados, quanto pela segurança. Ao longo dos anos, eles foram surgindo aqui e ali, alterando a sociabilidade e a paisagem das cidades. Acabaram se transformando em uma espécie de praça (fechada), onde as classes alta e média podiam circular com tranqüilidade, sem serem importunadas pela visão e a presença dos numerosos pobres e miseráveis, que, por sua vez, ocuparam as praças públicas (abertas), como a da República e a da Sé, em São Paulo. Dentro dos shoppings, os brasileiros sonhamos um mundo de riqueza, organização, limpeza, segurança, facilidades e sobretudo de distinção que lá fora, nas ruas, está agora longe de existir.
Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista. A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoroçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos. [...]
(http://www1.folha.uol.com.br, por Alcino Leite Neto. Consulta em 08/07/2005.)
Considere as duas frases finais do texto, abaixo reproduzidas:
(1)Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista.
(2)A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoroçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos.
Nota-se que a frase (2) apresenta uma relação de sentido com a frase (1). Essa relação ficaria explicitada se a frase (2) iniciasse por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container