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Foram encontradas 100 questões.

2368259 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Seja !$ f: \mathbb{R}\rightarrow \mathbb{R} !$ definida por !$ f(x) = \sqrt {77} \sin [5(x+\pi/6)] !$ e seja !$ B !$ o conjunto dado por !$ B=\{ x ∈ \mathbb{R}:f(x) =0 \} !$. Se m é o maior elemento de !$ B \cap (-\infty,0) !$ e n é o menor elemento de !$ B \cap (0, +\infty) !$, então !$ m+n !$ é igual a
 

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2368225 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se ao texto seguinte:
A Daslu e o shopping-bunker
A nova Daslu é o assunto preferido das conversas em São Paulo. Os ricos se entusiasmam com a criação de um local tão exclusivo e cheio
de roupas e objetos sofisticados e internacionais. Os pequeno-burgueses praguejam contra a iniciativa, indignados com tanta ostentação.
Antes instalada num conjunto de casas na Vila Nova Conceição, região de classe alta, a loja que vende as grifes mais famosas e caras do mundo passará agora a funcionar num prédio monumental construído no bairro "nouveau riche" da Vila Olímpia e ao lado do infelizmente pútrido e mal cheiroso rio Pinheiros.
A imprensa aproveita a mudança da Daslu para discorrer sobre as vantagens de uma vida luxuosa e exibir fotos exclusivas do interior da megaloja de quatro andares e seus salões labirínticos, onde praticamente não há corredores, pois, como diz a dona da loja, a idéia é que o consumidor se sinta em sua casa.
Estranha casa, deve-se dizer. Para entrar nela é preciso fazer uma carteira de sócio, depois de deixar o carro num estacionamento que custa R$ 30,00 (a primeira hora). Obviamente, tudo isso tem por objetivo selecionar os consumidores e intimidar os pouco afortunados – os mesmos que, ao se aventurar na antiga loja, reclamavam da indiferença das vendedoras, as dasluzetes, muito mais solícitas com aqueles que elas já conheciam ou que demonstravam de cara seu poder de compra.
As complicações na portaria visam também, embora não se diga com clareza, a proteger o local e dar segurança aos milionários de todo o país que certamente farão da nova Daslu um de seus "points" durante a estada em São Paulo, como já ocorria com a antiga casa. A segurança é um item cada vez mais prioritário nos negócios hoje em dia – antes mesmo da inauguração, a loja teve um de seus caminhões de mudança roubado.
As formalidades na entrada levam ainda em conta a privacidade do local de quase 20 mil metros quadrados, não muito longe da favela Coliseu (sic). A reportagem de um site calculou, por falar nisso, que a soma da renda mensal de todas as famílias da favela (R$ 10.725, segundo o IBGE) daria para comprar apenas duas calças Dolce & Gabbana na loja.
Tais fatores, digamos assim, sinistros da realidade brasileira é que impulsionam o pioneirismo da nova Daslu. Sim, a loja é uma empreitada verdadeiramente inédita. A Daslu, que desenvolveu no Brasil um certo tipo de atendimento exclusivo e personalizado para ricos, agora introduz, pela primeira vez no mundo, o modelo do shopping-bunker.
Todos sabem como os shopping centers floresceram em São Paulo e nas capitais brasileiras, tanto pelas facilidades que propiciam para a gente que vive nos centros urbanos congestionados e tumultuados, quanto pela segurança. Ao longo dos anos, eles foram surgindo aqui e ali, alterando a sociabilidade e a paisagem das cidades. Acabaram se transformando em uma espécie de praça (fechada), onde as classes alta e média podiam circular com tranqüilidade, sem serem importunadas pela visão e a presença dos numerosos pobres e miseráveis, que, por sua vez, ocuparam as praças públicas (abertas), como a da República e a da Sé, em São Paulo. Dentro dos shoppings, os brasileiros sonhamos um mundo de riqueza, organização, limpeza, segurança, facilidades e sobretudo de distinção que lá fora, nas ruas, está agora longe de existir.
Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista. A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoroçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos. [...]
(http://www1.folha.uol.com.br, por Alcino Leite Neto. Consulta em 08/07/2005.)
Considere as seguintes afirmações:
I. O ineditismo da Daslu reside na sua natureza de “shopping-bunker”.
II. As acentuadas diferenças sociais impulsionam iniciativas de segregação como a construção do “shopping-bunker”.
III.Um dos desejos dos brasileiros em relação aos shoppings é conseguir mostrar distinção, uma elegância de porte que não se vê fora deles.
De acordo com o texto, está correto o que se afirma
 

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2368216 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se ao texto seguinte:
A Daslu e o shopping-bunker
A nova Daslu é o assunto preferido das conversas em São Paulo. Os ricos se entusiasmam com a criação de um local tão exclusivo e cheio
de roupas e objetos sofisticados e internacionais. Os pequeno-burgueses praguejam contra a iniciativa, indignados com tanta ostentação.
Antes instalada num conjunto de casas na Vila Nova Conceição, região de classe alta, a loja que vende as grifes mais famosas e caras do mundo passará agora a funcionar num prédio monumental construído no bairro "nouveau riche" da Vila Olímpia e ao lado do infelizmente pútrido e mal cheiroso rio Pinheiros.
A imprensa aproveita a mudança da Daslu para discorrer sobre as vantagens de uma vida luxuosa e exibir fotos exclusivas do interior da megaloja de quatro andares e seus salões labirínticos, onde praticamente não há corredores, pois, como diz a dona da loja, a idéia é que o consumidor se sinta em sua casa.
Estranha casa, deve-se dizer. Para entrar nela é preciso fazer uma carteira de sócio, depois de deixar o carro num estacionamento que custa R$ 30,00 (a primeira hora). Obviamente, tudo isso tem por objetivo selecionar os consumidores e intimidar os pouco afortunados – os mesmos que, ao se aventurar na antiga loja, reclamavam da indiferença das vendedoras, as dasluzetes, muito mais solícitas com aqueles que elas já conheciam ou que demonstravam de cara seu poder de compra.
As complicações na portaria visam também, embora não se diga com clareza, a proteger o local e dar segurança aos milionários de todo o país que certamente farão da nova Daslu um de seus "points" durante a estada em São Paulo, como já ocorria com a antiga casa. A segurança é um item cada vez mais prioritário nos negócios hoje em dia – antes mesmo da inauguração, a loja teve um de seus caminhões de mudança roubado.
As formalidades na entrada levam ainda em conta a privacidade do local de quase 20 mil metros quadrados, não muito longe da favela Coliseu (sic). A reportagem de um site calculou, por falar nisso, que a soma da renda mensal de todas as famílias da favela (R$ 10.725, segundo o IBGE) daria para comprar apenas duas calças Dolce & Gabbana na loja.
Tais fatores, digamos assim, sinistros da realidade brasileira é que impulsionam o pioneirismo da nova Daslu. Sim, a loja é uma empreitada verdadeiramente inédita. A Daslu, que desenvolveu no Brasil um certo tipo de atendimento exclusivo e personalizado para ricos, agora introduz, pela primeira vez no mundo, o modelo do shopping-bunker.
Todos sabem como os shopping centers floresceram em São Paulo e nas capitais brasileiras, tanto pelas facilidades que propiciam para a gente que vive nos centros urbanos congestionados e tumultuados, quanto pela segurança. Ao longo dos anos, eles foram surgindo aqui e ali, alterando a sociabilidade e a paisagem das cidades. Acabaram se transformando em uma espécie de praça (fechada), onde as classes alta e média podiam circular com tranqüilidade, sem serem importunadas pela visão e a presença dos numerosos pobres e miseráveis, que, por sua vez, ocuparam as praças públicas (abertas), como a da República e a da Sé, em São Paulo. Dentro dos shoppings, os brasileiros sonhamos um mundo de riqueza, organização, limpeza, segurança, facilidades e sobretudo de distinção que lá fora, nas ruas, está agora longe de existir.
Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista. A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoroçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos. [...]
(http://www1.folha.uol.com.br, por Alcino Leite Neto. Consulta em 08/07/2005.)
No sexto parágrafo , o autor usa um dado estatístico como argumento para
 

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2368159 Ano: 2005
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Enunciado 2739300-1
MEANWHILE IN BELARUS
Female travelers in Belarus can finally breathe easy. Repeated complaints about malodor ...(.I.).. male passengers – particularly, those with smell ...(.I.I)... socks and pungent onion-and-vodka-scented breath – have convinced Belarusian Railroads to give single-sex compartments a chance. A trial separation is being offered on the Moscow- Minsk service, with plans to extend the practice to other trains if the experiment is a success. Howerer, the ladies’ compartments will not be especially fresh ...(.I.II.).... before boarding, no matter how odoriferous previous occupants may have been.
By Lillian Kennett.
Time, April 25, 2005.
Da leitura do texto depreende-se que na Bielo-Rússia
 

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2368146 Ano: 2005
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Einstein propôs que a energia da luz é transportada por pacotes de energia hf, em que h é a constante de Plank e f é a freqüência da luz, num referencial na qual a fonte está em repouso. Explicou, assim, a existência de uma freqüência mínima !$ f_o !$ para arrancar elétrons de um material, no chamado efeito fotoelétrico. Suponha que a fonte emissora de luz está em movimento em relação ao material. Assinale a alternativa correta.
 

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2368137 Ano: 2005
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Algumas células do corpo humano são circundadas por paredes revestidas externamente por uma película com carga positiva e, internamente; por outra película semelhante, mas com carga negativa de mesmo módulo. Considere sejam conhecidas: densidades superficial de ambas as cargas !$ σ=± \, 0,50×10^{-6} \, C/m^2 !$; !$ ε_0 \cong \, 9,0 × 10^{-12} \, C^2/Nm^2 !$; parede com volume de !$ 4,0 × 10^{–16} \, m^3 !$ e constante dielétrica !$ k = 5,0 !$. Assinale, então, a estimativa da energia total acumulada no campo elétrico dessa parede.
 

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2368135 Ano: 2005
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se ao texto abaixo:
DREAM ON, AMERICA
THE U.S. MODEL: For years, much of the world did aspire to the American way of life. But today countries are finding more appealing systems in their own backyards.
BY ANDREW MORAVCSIK
NOT LONG AGO, THE AMERICAN DREAM WAS a global fantasy. Not only Americans saw themselves as a beacon unto nations. So did much of the world.
(...)
You had only to listen to George W. Bush's Inaugural Address last week (invoking "freedom" and "liberty" 49 times) to appreciate just how deeply Americans still believe in this founding myth. For many in the world, the president's rhetoric confirmed their worst fears of an imperial America relentlessly pursuing its narrow national interests. But the greater danger may be a delusional America – one that believes, despite all evidence to the contrary, that the American Dream lives on, that America remains a model for the world, one whose mission is to spread the word.
The gulf between how Americans view themselves and how the world views them was summed up in a poll last week by the BBC. Fully 71 percent of Americans see the United States as a source of good in the world. More than half view Bush's election as positive for global security. Other studies report that 70 percent have faith in their domestic institutions and nearly 80 percent believe "American ideas and customs" should spread globally.
FOREIGNERS TAKE AN ENTIRELY different view: 58 percent in the BBC poll see Bush's reelection as a threat to world peace. Among America's traditional allies, the figure is strikingly higher: 77 percent in Germany, 64 percent in Britain and 82 percent in Turkey. Among the 1.3 billion members of the Islamic world, public support for the United States is measured in single digits. Only Poland, the Philippines and India viewed Bush's second Inaugural positively.
Tellingly, the anti-Bushism of the president's first term is giving way to a more general anti- Americanism. A plurality of voters (the average is 70 percent) in each of the 21 countries surveyed by the BBC oppose sending any troops to Iraq, including those in most of the countries that have done so. Only one third, disproportionately in the poorest and most dictatorial countries, would like to see American values spread in their country. Says Doug Miller of GlobeScan, which conducted the BBC report: "President Bush has further isolated America from the world. Unless the administration changes its approach, it will continue to erode America's good name, and hence its ability to effectively influence world affairs."
(...)
The truth is that Americans are living in a dream world. Not only do others not share America's selfregard, they no longer aspire to emulate the country's social and economic achievements. The loss of faith in the American Dream goes beyond this swaggering administration and its war in Iraq. A President Kerry ......(.1.6.)....s..imilar disaffection, for it grows from the success of something America holds dear: the spread of democracy, free markets and international institutions – globalization, in a word.
Countries today have dozens of political, economic and social models to choose from. Anti- Americanism is especially virulent in Europe and
Latin America, where countries have established their own distinctive ways - none made in America. Futurologist Jeremy Rifkin, in his recent book "The European Dream", hails an emerging European Union based on generous social welfare, cultural diversity and respect for international law – a model that's caught on quickly across the former nations of Eastern Europe and the Baltics. In Asia, the rise of autocratic capitalism in China or Singapore is as much a "model" for development as America's scandal-ridden corporate culture.
(...)
Many are tempted to write off the new anti- Americanism as a temporary perturbation, or mere resentment. Blinded by its own myth, America has grown incapable of recognizing its flaws. For there is much about the American Dream to fault. If the rest of the world has lost faith in the American model – political, economic, diplomatic – it's partly for the very good reason that it doesn't work as well anymore.
MORAVCSIK teaches politics and directs the European Union Program at Princeton University.
Newsweek, January 31, 2005, Páginas 17-19
A expressão to write off, no início do último parágrafo do texto, quer dizer
 

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2368099 Ano: 2005
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A figura apresenta cinco curvas (I, lI, III, IV e V) da concentração de uma espécie X em função do tempo. Considerando uma reação química hipotética representada pela equação !$ X(g) \rightarrow Y(g) !$, assinale a opção CORRETA que indica a curva correspondente a uma reação química que obedece a uma lei de velocidade de segunda ordem em relação à espécie X.
Enunciado 2732165-1
 

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2368071 Ano: 2005
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um moI de um gás ideal ocupa um volume inicial !$ V_o !$ à temperatura !$ T_o !$ e pressão !$ P_o !$, sofrendo a seguir uma expansão reversível para um volume !$ V_1 !$. Indique a relação entre o trabalho que é realizado por:
(i) !$ W_{(i)} !$, num processo em que a pressão é constante.
(ii) !$ W_{(ii)} !$, num processo em que a temperatura é constante.
(iii) !$ W_{(iii)} !$, num processo adiabático.
 

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2368062 Ano: 2005
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Leia a tira abaixo e responda a questão.
Enunciado 2727577-1
Comics-Sunday September 15, 2002
A leitura da tira permite concluir que
 

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