Na década de 50 do século XX, forma-se nos Estados Unidos da América o SWA Group, firma de Arquitetura Paisagística, que se destacou com vários projetos contemporâneos. A linha de pensamento desse grupo pode ser definida da seguinte forma:
O paisagista que se destacou, a partir de meados do século XX, com projetos de espaços livres urbanos baseados na experiência perceptiva e emocional da paisagem, proporcionando estágios de interação social através da transição entre o caráter formal do espaço e a natureza, e do uso intenso do elemento água foi:
O rompimento com a inércia das influências tradicionais do desenho da paisagem ocidental, fazendo com que a atual fase do paisagismo deixasse de ser atividade periférica da arquitetura, deveu-se:
A introdução de elementos primários do entorno natural, tais como, água, rochas e árvores, o simbolismo apoiado na tradição, o jardim como contemplação e como uma experiência mística caracterizam o estilo:
No século XIX, Auguste François Marie Glaziou vem para o Brasil a pedido de D. Pedro II trazendo da Europa uma herança significativa na arte dos jardins, que demonstra a influência em seus projetos: