Foram encontradas 434 questões.
READ TEXT I AND ANSWER QUESTIONS 15 TO 18: TEXT I
Illegal trade threatens African orchids

Many species of wild African orchids are threatened because of an increased international demand for their roots as a culinary delicacy, according to research from the Wildlife Conservative Society (WCS). The report, released this week, documents for the first time the growing body of illegal trade between Tanzania and neighboring Zambia. “Millions of orchids are being virtually strip-mined from Tanzania’s Southern Highlands,” says co-author Tim Davenport, a WCS conservation biologist. “At current rates, many species will be wiped out in a matter of a few years”...
The WCS is currently backing an effort to turn a section of the Southern Highlands, the Kitulo Plateau, into a national park. The scientists note that although the monetary value of the illegal trade is significant, it pales in comparison to potential tourism revenue. Unfortunately, the Southern Highlands area is losing portions of its natural resources at an alarming rate, which hampers tourism development. “The current trade in orchid tubers for consumption in Zambia is neither environmentally nor economically in the best interest of Tanzania,” Davenport notes.
(http://sciam.com/news/August 2, 2001)
Provas
READ TEXT I AND ANSWER QUESTIONS 15 TO 18: TEXT I
Illegal trade threatens African orchids

Many species of wild African orchids are threatened because of an increased international demand for their roots as a culinary delicacy, according to research from the Wildlife Conservative Society (WCS). The report, released this week, documents for the first time the growing body of illegal trade between Tanzania and neighboring Zambia. “Millions of orchids are being virtually strip-mined from Tanzania’s Southern Highlands,” says co-author Tim Davenport, a WCS conservation biologist. “At current rates, many species will be wiped out in a matter of a few years”...
The WCS is currently backing an effort to turn a section of the Southern Highlands, the Kitulo Plateau, into a national park. The scientists note that although the monetary value of the illegal trade is significant, it pales in comparison to potential tourism revenue. Unfortunately, the Southern Highlands area is losing portions of its natural resources at an alarming rate, which hampers tourism development. “The current trade in orchid tubers for consumption in Zambia is neither environmentally nor economically in the best interest of Tanzania,” Davenport notes.
(http://sciam.com/news/August 2, 2001)
Provas
Leia o Texto
MENOS MORTES AO VOLANTE
Jornal do Brasil, 03/5/2002
BRASÍLIA – Ao menos no quesito trânsito a população jovem melhorou as estatísticas da última década. De acordo com o estudo da Unesco, quem tinha entre 15 e 24 anos, entre 1991 e 2000, demonstrou maior responsabilidade ao volante. O estudo revela uma redução de 17,7% no número de mortes no trânsito nessa faixa etária entre os que vivem nas capitais brasileiras.
São Paulo ocupa lugar de destaque. A metrópole registrou 69,6% menos mortes em 2000 do que em 1991. Belém, Natal e Florianópolis acompanham a mesma tendência. No Rio, a diminuição do número de óbitos foi de 13,1%.
Salvador deu o pior exemplo. Houve um aumento na quantidade de mortes de 444,4% na década. Em Cuiabá, o surto em dez anos foi de 193,8%. A capital onde mais jovens morreram ao volante é Vitória. Em segundo lugar, Goiânia e em terceiro, Palmas.
A Unesco comparou a idade dos acidentados. A maioria tem 20 anos. De acordo com o estudo, a partir dessa idade a quantidade de mortes cai.
O estudo comprova que nos fins de semana as ocorrências aumentam. Na segunda-feira morrem 813 jovens. No domingo, este número sobe para 1.634. Em relação a outros 60 países, o Brasil ocupa a 29ª colocação nos índices relacionados a mortes no trânsito envolvendo a juventude.
O texto que revela uma observação do jornalista sobre o estudo da Unesco é:
Provas
MENOS MORTES AO VOLANTE
Jornal do Brasil, 03/5/2002
BRASÍLIA – Ao menos no quesito trânsito a população jovem melhorou as estatísticas da última década. De acordo com o estudo da Unesco, quem tinha entre 15 e 24 anos, entre 1991 e 2000, demonstrou maior responsabilidade ao volante. O estudo revela uma redução de 17,7% no número de mortes no trânsito nessa faixa etária entre os que vivem nas capitais brasileiras.
São Paulo ocupa lugar de destaque. A metrópole registrou 69,6% menos mortes em 2000 do que em 1991. Belém, Natal e Florianópolis acompanham a mesma tendência. No Rio, a diminuição do número de óbitos foi de 13,1%.
Salvador deu o pior exemplo. Houve um aumento na quantidade de mortes de 444,4% na década. Em Cuiabá, o surto em dez anos foi de 193,8%. A capital onde mais jovens morreram ao volante é Vitória. Em segundo lugar, Goiânia e em terceiro, Palmas.
A Unesco comparou a idade dos acidentados. A maioria tem 20 anos. De acordo com o estudo, a partir dessa idade a quantidade de mortes cai.
O estudo comprova que nos fins de semana as ocorrências aumentam. Na segunda-feira morrem 813 jovens. No domingo, este número sobe para 1.634. Em relação a outros 60 países, o Brasil ocupa a 29ª colocação nos índices relacionados a mortes no trânsito envolvendo a juventude.
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
Caderno Container