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Texto II
Superficial
O mal no futebol é que quase tudo nele é superficial. As discussões sobre os grandes temas são feitas na base da crença e da opinião. Pouco valor se dá aos conceitos, e a simplificação toma conta de tudo, desde a raiz. O modelo iceberg, que olha só para o que aparece na superfície e evita o mergulho no mais relevante, por sorte, embalou-nos docemente até 2002.
Se não mudarmos, vamos ficar perdendo campeonatos, qualidade e a alegria de curtir jogos, com estaduais melancólicos e uma seleção que não empolga.
PORTELLA, José Luiz. Lance!, 6331. S. Paulo: Areté Editorial, 1 abr. 2015, p. 24.
Das palavras do Texto II listadas abaixo, aquela que confirma a ideia expressa no título é
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
Considere-se o seguinte trecho do Texto I: “Era o modo de viver daquele pequeno povoado” (. 29).
A única reescritura que contraria o significado desse trecho é:
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
No Texto I, caso o narrador quisesse desenvolver mais explicitamente o trecho “cada um estava mais preocupado em sobreviver”, poderia ter colocado à direita de cada um uma expressão que ficou implícita.
Esse acréscimo é feito de modo coerente com o texto e respeitando a norma-padrão, em:
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
Do trecho do Texto I “À primeira vista parecia um homem comum”, a única reescritura que emprega adequadamente os sinais de pontuação e não altera seu sentido original é:
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
No início do segundo parágrafo do Texto I, o narrador usa a palavra afora , que poderia ser substituída, sem alterar o sentido original, pelo seguinte sinônimo:
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
Com base na leitura do Texto I, a frase final “Era assim mesmo, diziam.” permite apenas a seguinte interpretação:
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
“Rir ou gargalhar, isso nunca se viu.”
A seguinte reescritura desse trecho do Texto I contém um desvio de concordância:
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
O narrador diz que “era preciso ser mais atento” quando se refere a “um certo cansaço” denunciado no rosto do personagem porque, no Texto I, como o cansaço
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
Pelas informações contidas no primeiro parágrafo, qual o perfil que se pode fazer do personagem do Texto I?
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Texto I
Capítulo I
À primeira vista parecia um homem comum. Nada de particular que o diferençasse dos outros. Estatura mediana, pele azeitonada e curtida pelo sol, cabelos pretos e lisos, olhos negros e penetrantes. Um autêntico caboclo. Nem ao menos uma cicatriz na cara para chamar a atenção. Talvez (só que aí era preciso ser mais atento) seu rosto denunciasse um certo cansaço. Mas também só enquanto sério, pois quando sorria sua face se iluminava. Pena que sorrisse pouco. Rir ou gargalhar isso nunca se viu. Seu semblante era sempre circunspecto, pensativo. Aparentava uns quarenta anos. Podia até ter menos, mas era isso que aparentava. Os moradores da Vila das Marrecas tratavam-no com uma espécie de respeito quase místico, pois dele parecia brotar um singular magnetismo. Talvez pelo seu jeito de falar, de ouvir, de olhar. Expressava-se com moderação e sua voz jamais se alterava. Falava sempre baixo, mas suas palavras soavam audíveis. Através delas transmitia uma espécie de sabedoria dolorida, como se tivesse aprendido as lições da vida pela força das dificuldades e sofrimentos.
Enquanto viveu no vilarejo, afora a maneira respeitosa com que era tratado, nenhum outro tributo lhe rendiam. Era um igual. Não incomodava ninguém e ninguém o incomodava. Levava sua vida como um eremita. Mas isso não era novidade na Vila das Marrecas, pois todos viviam fechados dentro de si mesmos. Era o modo de viver daquele pequeno povoado. Parece que cada um estava mais preocupado em sobreviver no meio da pobreza dividida por todos. Carregavam seus fardos, conformados, sem revoltas, nem contra os semelhantes, nem contra as forças do alto. Era assim mesmo, diziam.
FARO, Roberto Carvalho de. Arrastado pela correnteza. Belém: Paka-Tatu, 2012, p. 9-10. Adaptado.
Tomando por base exclusivamente as informações contidas no Texto I, pode-se caracterizar o comportamento dos moradores da Vila das Marrecas da seguinte forma:
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