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3020159 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo. A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

Em “A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial”, o verbo prever pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por

 

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3020158 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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O grupo em que todas as palavras atendem às exigências da norma-padrão da língua portuguesa, quanto à acentuação gráfica, é

 

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3020099 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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A concordância verbal da forma destacada atende às exigências da norma-padrão da língua portuguesa em:

 

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3020098 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo. A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

Considere o trecho “Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas.”.

A palavra que exprime o sentido contrário ao da palavra destacada nesse trecho é

 

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3020093 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo. A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

No trecho “incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.”, as vírgulas são empregadas para separar itens de uma enumeração.

Essa mesma finalidade se verifica em:

 

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3020074 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo. A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

A palavra em destaque está grafada de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa em:

 

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3020063 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo. A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

De acordo com o texto, a economia de água é necessária porque ela é um recurso

 

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3020058 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Liquigás
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população(a). A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido(b).

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo(c). A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal(d).

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia(e), incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

Em “Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade.”, os dois problemas a que o trecho se refere estão explicitados em:

 

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3020055 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
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Água — a economia que faz sentido

A água é um recurso finito e não tão abundante quanto pode parecer; por isso deve ser economizada. Essa é uma noção que só começou a ser difundida nos últimos anos, à medida que os racionamentos se tornaram mais urgentes e necessários, até mesmo no Brasil, que é um dos países com maior quantidade de reservas hídricas — cerca de 15% do total da água doce do planeta. Não é por acaso que cada vez mais pessoas e organizações estão se unindo em defesa de seu uso racional. Segundo os cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), no século 20 o uso da água cresceu duas vezes mais que a população. A situação é tão preocupante que existe quem preveja uma guerra mundial originada por disputas em torno do precioso líquido.

Para não se chegar a esse ponto, a saída é poupar — e o esforço tem de ser coletivo. “São questões de comportamento que se encontram no centro da crise”, diz o relatório da ONU sobre água no mundo. A ideia de que sobra água se deve ao fato de que ela ocupa 70% da superfície terrestre. Mas 97,5% desse total é constituído de água salgada. Dois terços do restante se encontram em forma de gelo, nas calotas polares e no topo de montanhas. Se considerarmos só o estoque de água doce renovável pelas chuvas, chegamos a 0,002% do total mundial.

Mesmo a suposta fartura hídrica do Brasil é relativa. A região Nordeste, com 29% da população, conta com apenas 3% da água, enquanto o Norte, com 7% dos habitantes, tem 68% dos recursos. Até na Amazônia, pela precária infraestrutura, há pessoas não atendidas pela rede de distribuição. Portanto, a questão muitas vezes não se resume à existência de água, mas às condições de acesso a um bem que deveria ser universal.

Somados os dois problemas, resulta que 40% da população mundial não contam com abastecimento de qualidade. Cinco milhões de crianças morrem por ano de doenças relacionadas à escassez ou à contaminação da água. Sujeira é o que não falta: 2 milhões de toneladas de detritos são despejados em lagos, rios e mares no mundo todo dia, incluindo lixo químico, lixo industrial, dejetos humanos e resíduos de agrotóxicos.

Revista Nova Escola. 01 jun. 2005. Disponível em: <https://

novaescola.org.br/conteudo/1065/agua-a-economia-que-

-faz-sentido>. Acesso em: 18 mar. 2018. Adaptado.

Segundo o texto, uma causa de contaminação da água no mundo é a(o)

 

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O ano da esperança

Enunciado 1428863-1

CARRASCO, W. O ano da esperança. Época, 25 dez. 2017, p.97. Adaptado.
A última frase do segundo parágrafo (l. 28-29) tem a seguinte função na construção do texto:
 

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