Foram encontradas 455 questões.
- Escrituração ContábilTransações ContábeisVariações Patrimoniais
- Procedimentos Contábeis Patrimoniais
No primeiro trimestre de 2015, determinada entidade do setor público, arrecadou receitas de impostos no valor de
R$ 755.374.840,00. O registro contábil da arrecadação destas receitas utilizando os títulos das contas contábeis: débito −
Receita a Realizar e crédito − Receita Realizada, nos termos do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, refere-se ao
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita Orçamentária
- Elementos OrçamentáriosIngressos e Dispêndios
Com relação à classificação das receitas orçamentárias, considere as seguintes transações realizadas por determinada entidade do setor público.

Sob o aspecto orçamentário, as receitas correntes e de capital somam, em R$, respectivamente,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O município de Pássaros da Mata repassou ao Regime Próprio de Previdência Social − RPPS, em 25 de fevereiro de 2015, o
valor de R$ 189.550,00, referente à contribuição patronal do referido mês. Considere o registro contábil do recebimento desta
receita, por parte do RPPS, nos termos do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, no subsistema de informação
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder às questões de números 46 e 47, considere as informações abaixo.
A Autarquia de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Altos da Mata realizou licitação objetivando à aquisição de quarenta e cinco computadores, no valor total de R$ 130.000,00, para o departamento de contabilidade e finanças.
A despesa com aquisição dos computadores classifica-se no elemento de despesa orçamentária
A Autarquia de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Altos da Mata realizou licitação objetivando à aquisição de quarenta e cinco computadores, no valor total de R$ 130.000,00, para o departamento de contabilidade e finanças.
A despesa com aquisição dos computadores classifica-se no elemento de despesa orçamentária
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O fator atuarial correspondente a uma renda postecipada, fracionada de m e temporária de n para uma pessoa de idade x é
dado por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a seguinte tabela de mortalidade e comutação:
Os valores que deverão ser preenchidos em (a), (b) e (c) são, respectivamente:
Os valores que deverão ser preenchidos em (a), (b) e (c) são, respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere os dados disponibilizados na tabela abaixo:
A esperança completa de vida ao nascer (ex°), em Z, é
A esperança completa de vida ao nascer (ex°), em Z, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere um plano com as seguintes características:
− Benefício: renda vitalícia postecipada, fracionada em 12 vezes, sendo o pagamento após o prazo de 20 anos da contratação do plano (renda mensal de R$ 2.000,00);
− Contribuição única na data da contratação do plano.
Dados:
D45 = 1077,568049
D65 = 365,8833558
N65 = 4492,321171
N66 = 4126,437815
Para um indivíduo de 45 anos, o valor atual dos benefícios futuros na data da contratação do plano é
− Benefício: renda vitalícia postecipada, fracionada em 12 vezes, sendo o pagamento após o prazo de 20 anos da contratação do plano (renda mensal de R$ 2.000,00);
− Contribuição única na data da contratação do plano.
Dados:
D45 = 1077,568049
D65 = 365,8833558
N65 = 4492,321171
N66 = 4126,437815
Para um indivíduo de 45 anos, o valor atual dos benefícios futuros na data da contratação do plano é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma pessoa de 30 anos contratou um plano com as seguintes características:
− Se estiver vivo, a partir dos 55 anos, o participante deverá receber, no início de cada ano, enquanto viver, uma renda anual de R$ 15.000,00.
− A partir dos 30 anos, o participante deverá pagar prêmios anuais e antecipados enquanto viver, até, no máximo, durante 24 anos.
São disponibilizadas as seguintes informações da tabela de comutação:
D30 = 2.273,88362269
D31 = 2.163,90561708
D35 = 1.774,63335364
D36 = 1.688,78842288
D54 = 675,62636940
N30 = 42.855,74686957
N31 = 40.581,86324687
N35 = 32.534,25082479
N36 = 30.759,61747115
N54 = 10.231,79082774
N55 = 9.556,16445834
N56 = 8.915,73371860
O valor da contribuição anual e da reserva matemática no 5º ano serão, respectivamente:
− Se estiver vivo, a partir dos 55 anos, o participante deverá receber, no início de cada ano, enquanto viver, uma renda anual de R$ 15.000,00.
− A partir dos 30 anos, o participante deverá pagar prêmios anuais e antecipados enquanto viver, até, no máximo, durante 24 anos.
São disponibilizadas as seguintes informações da tabela de comutação:
D30 = 2.273,88362269
D31 = 2.163,90561708
D35 = 1.774,63335364
D36 = 1.688,78842288
D54 = 675,62636940
N30 = 42.855,74686957
N31 = 40.581,86324687
N35 = 32.534,25082479
N36 = 30.759,61747115
N54 = 10.231,79082774
N55 = 9.556,16445834
N56 = 8.915,73371860
O valor da contribuição anual e da reserva matemática no 5º ano serão, respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.
Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.
Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.
Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.
João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".
Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.
(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)
Dos segmentos abaixo, o que NÃO possui linguagem adequada a documentos oficiais encontra-se em:Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.
Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.
Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.
João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".
Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.
(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container