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Foram encontradas 50 questões.

Analise os seguintes gráficos, referentes ao Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios do Brasil.

Enunciado 3414056-1

(Portal Uol. Disponível em: www.uol.com.br.)

Com base nas informações apresentadas nos gráficos, analise as afirmativas.

I. A educação é o grande problema brasileiro no que diz respeito à melhoria de Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), já que mantém os menores índices, abaixo, inclusive, do IDHM geral do Brasil.

II. A longevidade é o item que mais contribuiu para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do Brasil, já que alcançou número bem superior aos demais, inclusive bem acima ao índice geral do país.

III. No decorrer dos anos é possível afirmar que o item Longevidade do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal foi o que mais registrou avanço, saindo de 0,662 em 1990 para 0,816 em 2010.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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Analise as afirmativas correlatas, verificando se há ou não relação entre.

I. “A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), órgão da ONU sediado em Roma, lançou em 2013 um programa com o objetivo de incentivar a criação de insetos para combater a fome.”

PORQUE

II. “A agência dirigida pelo sul-coreano Ban Ki-moon acredita que os insetos poderão ser uma resposta para o futuro na luta contra a fome no planeta e já vem implantando algumas espécies no cardápio de países das Américas Central e do Sul, onde há regiões em que a fome atinge índices alarmantes.”

Assinale a afirmativa correta.

 

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Relacione as teclas de atalho às respectivas funcionalidades no Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (configuração padrão – idioma Português Brasil).

1. Ctrl + X.

2. Ctrl + Z.

3. Alt + Tab.

4. Tecla do logotipo do Windows Enunciado 3414054-1+ D

5. Ctrl + Shift + Esc.

6. Tecla do logotipo do Windows Enunciado 3414054-2+ L.

( ) Alterna entre janelas abertas.

( ) Abre o Gerenciador de Tarefas, diretamente, sem etapas intermediárias.

( ) Desfaz uma ação.

( ) Bloqueia o computador ou alterna os usuários.

( ) Recorta um item selecionado.

( ) Recolhe tudo e mostra a área de trabalho.

...

A sequência está correta em

 

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Considere a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão).

A

B

C

D

E

F

G

1

CONTROLE DE NOTAS

2

COD

NOME

BIM01

BIM02

BIM03

BIM04

MÉDIA

3

1

Antônio S.

8

7

6

4

6,25

4

2

Brenno F.

6

6

7

3

5,5

5

3

Diego R.

3

3

3

4

3,25

6

4

Fernando L.

8

9

9

10

9

7

5

Igor M

7

7

3

5

5,5

8

6

Samuel V.

6

6

2

9

5,75

9

10

Com base na planilha apresentada, analise as afirmativas.

I. Para calcular a média de notas dos quatro bimestres do aluno “Igor M.”, foi inserida na célula G7 a fórmula =MÉDIA(C7;F7).

II. Se na célula A9 for inserida a função =PROCV(3;A3:G8;2;0), o resultado apresentado será “Diego R.”

III. Se na célula A10 for inserida a função =SE(G7>5;CONCATENAR("O ALUNO";B7;"FOI APROVADO");"REPROVADO"), o resultado apresentado será “Igor M.”

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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Observe a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão).

A

B

C

D

1

Cliente

Prestação

Valor de Desconto

Valor de Desconto

2

Fabiano Carlos

R$ 600,00

3

Pedro Henrique

R$ 550,00

4

Marina Lima

R$ 400,00

5

Antonio José

R$ 1.000,00

6

7

Desconto

0,10

“Considerando que o valor de desconto é 10% sobre o valor da prestação, o usuário atribuiu à célula B7 tal valor de desconto. Na célula C2 deverá ser digitada a fórmula para calcular o valor do desconto do cliente "Fabiano Carlos’. Para replicar a fórmula do desconto (10%) aos demais clientes deve ser utilizada a , que é representada por um pequeno quadrado preto na extremidade inferior direita da célula ativa. O valor com desconto do cliente ‘Pedro Henrique’ pode ser calculado na célula D3, inserindo a fórmula .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

 

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Texto para responder às questões de 01 a 09.

As verdades da razão

Raciocinar não é algo que aprendemos na solidão, mas algo que inventamos ao nos comunicar e nos confrontar com os semelhantes: toda razão é fundamentalmente conversação. “Conversar” não é o mesmo que ouvir sermões ou atender a vozes de comando. Só se conversa – sobretudo só se discute – entre iguais. Por isso o hábito filosófico de raciocinar nasce na Grécia, junto com as instituições políticas da democracia. Ninguém pode discutir com Assurbanipal ou com Nero, e ninguém pode conversar abertamente em uma sociedade em que existem castas sociais inamovíveis. [...] Afinal de contas, a disposição a filosofar consiste em decidir-se a tratar os outros como se também fossem filósofos: oferecendo-lhes razões, ouvindo as deles e construindo a verdade, sempre em dúvida, a partir do encontro entre umas e outras.

[...] Oferecemos nossa opinião aos outros para que a debatam e por sua vez a aceitem ou refutem, não simplesmente para que saibam “onde estamos e quem somos”. E é claro que nem todas as opiniões são igualmente válidas: valem mais as que têm melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe sejam colocadas.

[...] A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós. Não só temos que ser capazes de exercer a razão em nossas argumentações como também – e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda – devemos desenvolver a capacidade de ser convencidos pelas melhores razões, venham de quem vierem. [...] A partir da perspectiva racionalista, a verdade buscada é sempre resultado, não ponto de partida: e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia. Não como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades.

(Fernando Savater. “As verdades da razão”. In: As perguntas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2001.)

Considerando as várias funções da vírgula e sua importância, identifique o motivo pelo qual as vírgulas foram empregadas em “[...] e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia.” (3º§).

 

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Texto para responder às questões de 01 a 09.

As verdades da razão

Raciocinar não é algo que aprendemos na solidão, mas algo que inventamos ao nos comunicar e nos confrontar com os semelhantes: toda razão é fundamentalmente conversação. “Conversar” não é o mesmo que ouvir sermões ou atender a vozes de comando. Só se conversa – sobretudo só se discute – entre iguais. Por isso o hábito filosófico de raciocinar nasce na Grécia, junto com as instituições políticas da democracia. Ninguém pode discutir com Assurbanipal ou com Nero, e ninguém pode conversar abertamente em uma sociedade em que existem castas sociais inamovíveis. [...] Afinal de contas, a disposição a filosofar consiste em decidir-se a tratar os outros como se também fossem filósofos: oferecendo-lhes razões, ouvindo as deles e construindo a verdade, sempre em dúvida, a partir do encontro entre umas e outras.

[...] Oferecemos nossa opinião aos outros para que a debatam e por sua vez a aceitem ou refutem, não simplesmente para que saibam “onde estamos e quem somos”. E é claro que nem todas as opiniões são igualmente válidas: valem mais as que têm melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe sejam colocadas.

[...] A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós. Não só temos que ser capazes de exercer a razão em nossas argumentações como também – e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda – devemos desenvolver a capacidade de ser convencidos pelas melhores razões, venham de quem vierem. [...] A partir da perspectiva racionalista, a verdade buscada é sempre resultado, não ponto de partida: e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia. Não como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades.

(Fernando Savater. “As verdades da razão”. In: As perguntas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2001.)

A partir de mecanismos linguísticos que permitem uma sequência lógico-semântica entre as partes do texto, identifique a referenciação corretamente estabelecida quanto ao destacado em “– e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda –” (3º§).

 

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Texto para responder às questões de 01 a 09.

As verdades da razão

Raciocinar não é algo que aprendemos na solidão, mas algo que inventamos ao nos comunicar e nos confrontar com os semelhantes: toda razão é fundamentalmente conversação. “Conversar” não é o mesmo que ouvir sermões ou atender a vozes de comando. Só se conversa – sobretudo só se discute – entre iguais. Por isso o hábito filosófico de raciocinar nasce na Grécia, junto com as instituições políticas da democracia. Ninguém pode discutir com Assurbanipal ou com Nero, e ninguém pode conversar abertamente em uma sociedade em que existem castas sociais inamovíveis. [...] Afinal de contas, a disposição a filosofar consiste em decidir-se a tratar os outros como se também fossem filósofos: oferecendo-lhes razões, ouvindo as deles e construindo a verdade, sempre em dúvida, a partir do encontro entre umas e outras.

[...] Oferecemos nossa opinião aos outros para que a debatam e por sua vez a aceitem ou refutem, não simplesmente para que saibam “onde estamos e quem somos”. E é claro que nem todas as opiniões são igualmente válidas: valem mais as que têm melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe sejam colocadas.

[...] A razão não está situada como um árbitro semidivino acima de nós para resolver nossas disputas; ela funciona dentro de nós e entre nós. Não só temos que ser capazes de exercer a razão em nossas argumentações como também – e isso é muito importante e, talvez, mais difícil ainda – devemos desenvolver a capacidade de ser convencidos pelas melhores razões, venham de quem vierem. [...] A partir da perspectiva racionalista, a verdade buscada é sempre resultado, não ponto de partida: e essa busca incluía conversação entre iguais, a polêmica, o debate, a controvérsia. Não como afirmação da própria subjetividade, mas como caminho para alcançar uma verdade objetiva através das múltiplas subjetividades.

(Fernando Savater. “As verdades da razão”. In: As perguntas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2001.)

Considerando que o texto é construído a partir de sequências argumentativas, assinale a afirmativa compatível com o posicionamento do autor acerca do tema abordado.

 

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843057 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: Consulplan
Orgão: MAPA
Assinale a alternativa que define corretamente o Codex Alimentarius.
 

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843056 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Federal
Banca: Consulplan
Orgão: MAPA
O Decreto nº 6.296/2007 regulamenta a inspeção e a fiscalização obrigatórias dos produtos destinados à alimentação animal, dando ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento a atribuição de fiscalizar e inspecionar a produção, o comércio e o uso desses produtos. No exercício da inspeção e da fiscalização de que trata o Decreto nº 6.296/07, NÃO é atribuição do fiscal
 

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