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- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADC: Ação Declaratória de Constitucionalidade
Com relação à Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) ou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), segundo a Doutrina de Pedro Lenza, na Obra Direito Constitucional Esquematizado (2010), é correto afirmar que:
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Em relação ao Estado de Defesa e Estado de Sítio, analise as afirmativas abaixo.
I - O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar Estado de Defesa para preservar ou prontamente restabelecer a ordem pública ou a paz social.
II - O tempo de duração do estado de sítio é, no máximo, de 30 dias, podendo ser prorrogado por novos períodos de até 30 dias,quantas vezes se mostrar necessário.
III - No estado de defesa é possível a restrição temporária aos direitos de reunião, sigilo de correspondência e sigilo de comunicação telegráfica e telefônica.
IV - Na vigência do estado de sítio, não se admitem restrições à necessidade de ir e vir, nem à inviolabilidade de correspondência.
V - Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes.
Assinale a opção correta.
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Trouxeste a chave?
Queremos sempre chegar ao coração das coisas. Nunca chegamos e é melhor que seja assim. No coração das coisas estão os loucos, que fitam uma realidade limpa e iluminada, sem nuances e sem consolo. Os loucos não suportam a ideia de que viver é rondar as coisas, é dançar em torno delas. Às vezes lhes roçamos a face, por outras lhes roubamos pequenos nacos. Nunca realmente as possuímos.
Uma excelente metáfora para esta prudente distância é o véu de Ísis, aquele que, dizia a deusa egípcia, nenhum mortal ousou levantar. Nunca encaramos o rosto da realidade, ficamos sempre à distância, na periferia. É estranho o mundo em que vivemos: um mundo sem centro, como um rio que não tivesse águas, mas apenas margens. Em consequência, todo esforço de conhecimento, de leitura do mundo, não passa de uma lenta e interminável ronda em torno de um enigma.
Resta-nos uma "leitura cerrada" da realidade. Uma leitura que se agarra às coisas como um leão que finca suas garras no pescoço da vítima, ou em seu lombo, sem, no entanto, lhe devorar as vísceras, sem chegar a seu coração.[...].
(CASTELO, José. o Globo, Prosa e verso, 12 jun., 2010. p.4.)
Que afirmação está correta em relação ao elemento sublinhado?
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Marilda Iamamoto tece reflexões sobre b legado da reconceituação em seu livro O Serviço Social na Contemporaneidade (2007). De acordo com a autora, esse relevante movimento significou um marco decisivo no desencadeamento do processo de revisão crítica do Serviço Social, sendo possível afirmar que o movimento de reconceituação:
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Conforme Boris considerado por surgimento de um Fausto, que momento da História do Brasil é alguns estudiosos um ponto de inflexão no sentimento nativista?
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Escrever
Começa com a gramática e acaba na cama
A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz gênero fofo. Moleza, disse.
Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de todo mais que soe mais falado do que escrito. Isso aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.
Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador. Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.
Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do "Jornal Nacional".
Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar. Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical.
Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou. Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto, doutor."
É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.
Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos. Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. "Pormenorizada", vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.
O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.
Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.
Pode-se escrever baixinho, como faz o Veríssimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos
outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio "falo", e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.
De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona.
Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente" ou "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.
(SANTOS, Joaquim Ferreira dos. O Globo, Segundo Caderno, 10
jan., 2011. p. 10)
Que conselho é dado em, "Não tergiverse" (4 º §) ?
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Segundo Flegel (2008), que nome se dá à resposta orgânica a uma respiração rápida, a qual cria um déficit de dióxido de carbono na corrente sanguínea e afeta o equilíbrio de oxigênio e dióxido de carbono?
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Ler não é decifrar, como num jogo de adivinhações, o sentido de um texto. É, a partir de um texto, ser capaz de atribuir-lhe significação, conseguir relacioná-lo a todos os outros textos significativos para cada um, reconhecer nele o tipo de leitura que seu autor pretendia e, dono da própria vontade, entregar-se a esta leitura, ou rebelar-se contra ela, propondo outra não prevista.[...].
(Lajolo, Marisa. O texto não é pretexto. In: Leitura em
crise na escola: As alternativas do professor. Porto Alegre:
Mercado Aberto, 1982. p. 59.)
Considerando a argumentação acima, em que opção ocorre a mesma tematização?
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Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença abaixo.
Após a obtenção da , o interessado solicitará, por requerimento ao Capitão dos Portos, autorização para início da atividade de , informando as datas previstas para seu início e término. Esta solicitação deverá ser feita com antecedência de dias úteis do início previsto da atividade. Assinale a opção correta:
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Quais os pressupostos básicos do Documento de Araxá, fruto do 1º Seminário de Teorização do Serviço Social?
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