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Em Java, os métodos que executam tarefas comuns e não requerem objetos são chamados de métodos:

 

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387100 Ano: 2011
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Um esquema de relação R está nesta forma normal se nenhum atributo não primário de R for transitivamente dependente da chave primária. Esta forma normal está baseada na dependência funcional transitiva.

Qual das opções abaixo corresponde a esta forma normal?

 

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387080 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Wilmore et al. (2007), o treinamento físico e a aclimatação ao calor promovem quais adaptações na concentração de eletrólitos no suor?

 

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387072 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Escrever

Começa com a gramática e acaba na cama

A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz gênero fofo. Moleza, disse.

Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de todo mais que soe mais falado do que escrito. Isso aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.

Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador. Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.

Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do "Jornal Nacional".

Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar. Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical.

Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou. Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto, doutor."

É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.

Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos. Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. "Pormenorizada", vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.

O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.

Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.

Pode-se escrever baixinho, como faz o Veríssimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos

outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio "falo", e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.

De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona.

Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente" ou "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.

(SANTOS, Joaquim Ferreira dos. O Globo, Segundo Caderno, 10

jan., 2011. p. 10)

"[...] pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões." (6º §) Qual opção explicita este comentário?

 

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Segundo as Normas da Autoridade Marítima para Reconhecimento de Sociedades Classificadoras para atuarem em nome do Governo Brasileiro (NORMAM-06/DPC), as classificadoras que solicitarem reconhecimento, para regularizar e certificar as embarcações destinadas ao transporte de substâncias químicas perigosas a granel, na Navegação Interior, deverão, adicionalmente, apresentar competência, capacidade e os meios adequados para efetuar as avaliações e/ou cálculos pertinentes ao assunto. Qual dos itens abaixo condiz com esta afirmação?

 

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387067 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Machado (2006), na Natação, o treinamento em que o nadador realizada repetições curtas e crescentes com um alcance de velocidade máxima em um espaço muito curto para alcançar o seu total ao mesmo tempo em que ele é levado a atingir uma velocidade cada vez maior, sem deixar reservas, denomina-se treino

 

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387064 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Em relação ao II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), é correto afirmar que

 

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Segundo a teoria de custos, é correto afirmar que o custo

 

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Que modo de endereçamento tem a vantagem de não precisar de referências adicionais à memória para busca do operando, porque o valor desse operando vem junto com a instrução?

 

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387046 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Como se denomina a estrutura de uma tabela estatística reservada para o registro e identificação da fonte de dados, bem como das observações pertinentes à tabela?

 

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