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349107 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo MARTINS e CAMPOS (2009), as sequências estruturadas de atividades que, por meio de ações físicas, comportamentais e/ou de informações, permitem a agregação de valor a uma ou mais entradas, transformando-as em uma ou mais saídas que representam um estado diferenciado do original, denomina- se

 

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349105 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Com base em Machado (2006), em relação ao nado peito, analise as afirmativas abaixo, e assinale a opção INCORRETA.

 

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Segundo as Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Inspeção Naval (NORMAM-07/DPC), a fiscalização das embarcações se divide em

 

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Em relação a (NORMAM-05/DPC), coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo.

( ) O uso da Cesta de Transferência para pessoal é recomendado para se dar durante o dia, nas seguintes condições: com boa visibilidade; manobra do operador realizada de modo a absorvar pessoal que será transportado, vento com força menor que trinta nós; e altura das ondas menor que 4(quatro) metros.

( ) Extintor de incêndio é um material cuja homologação não está prevista no SOLAS. Sugere-se que devam ser adquiridos pelo cliente os extintores de incêndio fabricados por empresas que possuam o Certificado da Marca de Conformidade emitido pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, e que atendam ao previsto na NBR 11861.

( ) As boias salva-vidas são classificadas em duas classes: Classe I, fabricadas conforme requisitos previstos na Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar (SOLAS),para operar somente em águas sob jurisdição nacional, e Classe II, destinadas ao uso nas embarcações empregadas na navegação interior.

( ) O colete salva-vida Classe V especial é fabricado para emprego em atividades esportivas tipo jet-ski, "banana-boat", esqui aquático, windsurf, parasail, pesca esportiva, canoagem, embarcações miúdas classificadas como esporte e/ou recreio, embarcações de esporte e/ou recreio de médio porte empregadas na navegação interior e outras.

( ) Nenhuma balsa salva-vidas será homologada se a sua capacidade de transporte for inferior a seis pessoas.

Assinale a opção correta.

 

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Quanto ao Serviço Público é correto afirmar que

 

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Em relação à semiótica, assinale a opção correta.

 

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348435 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Hall (2009), quais são as ações primárias do músculo bíceps braquial?

 

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Com relação à dotação de colete salva-vidas, analise as afirmativas a seguir.

I - As embarcações empregadas na navegação interior deverão dotar coletes salva-vidas classe III na proporção de um colete de tamanho grande para cada pessoa a bordo.

II - É um meio individual de abandono, capaz de manter uma pessoa, mesmo inconsciente, flutuando por, no mínimo, vinte e quatro horas. Os coletes podem ser rígidos ou infláveis e são fabricados em quatro tamanhos diferentes.

III- As embarcações empregadas no transporte de passageiros deverão dotar, adicionalmente, uma quantidade de coletes salva-vidas adequada para crianças (colete tamanho pequeno)igual a, pelo menos, dez por cento do total de passageiros, ou uma quantidade maior, de modo que haja um colete salva-vidas para cada criança a bordo.

IV - Desde 10 de janeiro de 2000, as embarcações portadoras de Certificado de Segurança da Navegação devem, por ocasião da primeira vistoria de renovação, ter todos os seus coletes certificados de acordo com a NORMAM -05/ DPC.

V - Os coletes salva-vidas deverão ser estivados de maneira a poderem ser prontamente utilizados, em local visível, bem sinalizado e de fácil acesso.

Assinale a opção correta.

 

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348410 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Analise a tabela a seguir.

Mercadorias 2008 2009
Preço Quant. Preço Quant.
Item 1 120 1 210 1
Item 2 12 10 25 14
Item 3 30 2 42 3

Considerando os dados da Tabela acima, determine os índices agregativos simples de preço e de quantidade, respectivamente, para 2009 com base em 2008, e assinale a opção correta.

 

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348403 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Escrever

Começa com a gramática e acaba na cama

A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz gênero fofo. Moleza, disse.

Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de todo mais que soe mais falado do que escrito. Isso aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.

Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador. Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.

Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do "Jornal Nacional".

Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar. Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical.

Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou. Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto, doutor."

É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.

Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos. Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. "Pormenorizada", vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.

O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.

Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.

Pode-se escrever baixinho, como faz o Veríssimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos

outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio "falo", e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.

De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona.

Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente" ou "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.

(SANTOS, Joaquim Ferreira dos. O Globo, Segundo Caderno, 10

jan., 2011. p. 10)

Que pressuposto há na seguinte afirmação:"[...] tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama." (13º §)?

 

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