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Segundo Kotler (2010), correlacione as fases do MARKETING às suas respectivas características e assinale a opção que apresenta a sequência correta.
FASES
I - MARKETING 1.0
II - MARKETING 2.0
III - MARKETING 3.0
CARACTERÍSTICAS
( ) Objetiva satisfazer e reter consumidores.
( ) Tem como força propulsara a tecnologia da informação.
( ) Tem como principal conceito de MARKETING os valores.
( ) Possibilita que a empresa veja o mercado como um consu-midor inteligente, dotado de coração e mente.
( ) Interage com os consumidores por meio de transação do tipo um-por-um.
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Ao contrário de uma economia fechada, uma economia aberta pode poupar por meio de investimento doméstico e estrangeiro. A poupança nacional é, portanto, numa economia aberta, igual a:
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A crítica que Maria Lúcia Silva Barroco faz, no livro Ética e Serviço Social: Fundamentos Ontológicos (2007), em relação ao Código de Ética de 1986, é que este código
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Considere a situação hipotética a seguir, que apresenta informações fictícias.
Pedro, para consumar o roubo do veículo de Paulo, empregou violência suficiente que acarretou na morte de Paulo. Entretanto, Pedro não conseguiu subtrair o veículo da vítima. Conforme entendimento sumulado do STF, Pedro cometeu o crime de
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A representação, para o Gestalt-Terapeuta, é a dramatização de algum aspecto da existência do paciente, que ocorre dentro da cena da terapia. No momento oportuno, e, repetindo-se nos momentos adequados, tais caracterizações acionam o sistema de ação do indivíduo, abrindo novas direções. No livro, Gestalt-Terapia Integrada", estão descritas quatro tipos de representações, EXCETO a representação de uma
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Com base em Barbanti (2010), em relação às capacidades coordenativas, é correto afirmar que estas fundamentam-se
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Os DATA WAREHOUSES existem para facilitar as consultas complexas, intensivas em termos de dados e aleatórias frequentes. De maneira adequada, os DATA WAREHOUSES têm que proporcionar um suporte às consultas muito maior e mais eficiente do que é exigido dos bancos de dados transacionais. Baseado neste conceito, em um DATA WAREHOUSE, quando se faz uma operação de DRILL-DOWN, qual o efeito no resultado obtido na consulta?
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No artigo "Reflexões sobre o trabalho social com famílias", do livro "Família. Redes, Laços e Políticas Públicas" (2008), as autoras afirmam a necessidade de ser "crítico, realista e cuidadoso na elaboração de políticas e programas sociais, tendo sempre presente a necessidade de desenvolver mecanismos que considerem a real situação das famílias que se quer trabalhar". Assim, visando garantir melhores resultados e continuidade de intervenções junto às famílias, o conhecimento deve ser baseado:
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Escrever
Começa com a gramática e acaba na cama
A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz gênero fofo. Moleza, disse.
Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de todo mais que soe mais falado do que escrito. Isso aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.
Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador. Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.
Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do "Jornal Nacional".
Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar. Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical.
Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou. Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto, doutor."
É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.
Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos. Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. "Pormenorizada", vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.
O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.
Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.
Pode-se escrever baixinho, como faz o Veríssimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos
outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio "falo", e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.
De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona.
Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente" ou "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.
(SANTOS, Joaquim Ferreira dos. O Globo, Segundo Caderno, 10
jan., 2011. p. 10)
De acordo com o texto, em que opção há uma oposição entre os autores mencionados?
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O significado das palavras ou frases depende da função que elas desempenham na linguagem. A pergunta: "entende o que eu digo?", utilizada para verificar se instruções dadas estão sendo ou não compreendidas pelo receptor, tem qual função?
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