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Foram encontradas 115 questões.

1118160 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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Uma solução da equação diferencial y’ = y + ex é tal que y(2) = 0. Então y(1) é igual a
 

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1118159 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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Os vetores u e v do Rn são tais que ||u|| = 2 e u . v = 12. Para que o vetor !$ \alpha !$u + v seja ortogonal a u, deve-se ter !$ \alpha !$ igual a
 

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1118158 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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A resolução de um problema que envolve um campo vetorial em IR2 , com aplicação na Matemática e na Física, é muito mais simples nos casos em que o campo é conservativo, já que os campos conservativos possuem propriedades especiais.
O Teorema de Green estabelece uma condição necessária e suficiente para que um campo vetorial derivável, definido em IR2 por F (x,y) = (F1 (x,y), F2 (x,y)), seja conservativo. Essa condição é
 

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1118155 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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O valor de !$ \lim_ { x → 0} {\large 25 x^2 + 24x \over 5x^2 + 2x} !$ é
 

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1118154 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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Se a função g: R → R é definida por !$ g (x)= {\int\limits _0 ^{x^2-1}} !$ e t2 dt. o valor de g’(1) é
 

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1118153 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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Com os conteúdos de Geometria trabalhados até o Ensino Médio não é possível calcular áreas de regiões limitadas por curvas quaisquer. Para calcular áreas desse tipo é preciso utilizar a noção de integral definida, estudada nas disciplinas de Cálculo.
Um exemplo é o cálculo da área do plano limitada pelos gráficos definidos por y = x2 e x = y2 . Qual é o valor dessa área?
 

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1118151 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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Observe o gráfico da função f(x), definida em IR
Enunciado 3364702-1
Sobre a função f(x), conclui-se que
 

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1118150 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO II

A BIC E O SOCIALISMO

É moda dizer que o socialismo fracassou devido à natureza humana. Será? Se você quiser entender o socialismo, poderá ler a História da riqueza do homem, de Leo Huberman. Marx, Engels etc. já exigem mais disposição, mas se você quer MESMO entender como o socialismo dá certo, abandone a teoria e olhe à volta. O que vê? Capitalismo por toda parte? Engano seu... há um enclave socialista, diria até comunista, sólido, consolidado, bem abaixo de nossos narizes e essa obra, revolucionária, foi criada por um francês de nome curtíssimo: Bic.

Ele é o inventor da caneta Bic. Não há nada mais comunista do que a caneta Bic. Quer ver? Se você não for encarregado do almoxarifado da empresa, for apenas um homem comum, responda: quantas Bics você comprou na vida? Quantas você já usou? Quantas usou DO COMEÇO ATÉ O FIM?

Nas respostas está o segredo. Normalmente (a não ser que seja almoxarife ou tarado!$ ^{(a} !$), você não comprou nem 5% das Bics que usou em sua vida. E elas vêm e vão mas não pertencem a ninguém em particular. São socializadas e ninguém se desespera ao ver que sua Bic sumiu (experimente perder uma Parker!$ ^{(b} !$), pois tem certeza de que, em meia hora, outra estará caindo em suas mãos. Você vai ao banco, preenche um cheque, pede emprestada!$ ^{(c} !$ a Bic e a põe no bolso, saindo lépido e fagueiro para esquecê-la com seu colega de trabalho que a pediu “emprestada”, mas recupera, logo adiante, outra, esquecida sobre a mesa...

As Bics se encaixam perfeitamente na máxima marxista: “De cada um, segundo as suas possibilidades, a cada um, segundo suas necessidades.” Quem pode (o almoxarife, por exemplo!$ ^{(d} !$) compra muitas; quem precisa serve-se de acordo com a necessidade e todos ficam felizes.

Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome. Só funciona – às vezes – se conhecermos o dono. Do contrário, olharemos para a caneta em nosso bolso e nos perguntaremos, lendo a tira de papel: “Quem, diabos, é Zwinglio Kelezogulu?!$ ^{(e} !$

Depois, balançando a cabeça, embolsaremos a caneta. Sem culpa. Eu não disse?

UTZERI, Fritz. Dancing Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 145.

Na crônica, alguns sinais de pontuação são muito expressivos, como o emprego de aspas e parênteses. O emprego do sinal de pontuação está corretamente justificado em:

 

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1118149 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO II
A BIC E O SOCIALISMO
É moda dizer que o socialismo fracassou devido à natureza humana!$ ^{(a} !$. Será? Se você quiser entender o socialismo, poderá ler a História da riqueza do homem, de Leo Huberman. Marx, Engels etc. já exigem mais disposição, mas se você quer MESMO entender como o socialismo dá certo, abandone a teoria e olhe à volta. O que vê? Capitalismo por toda parte? Engano seu... há um enclave socialista, diria até comunista, sólido, consolidado, bem abaixo de nossos narizes e essa obra, revolucionária, foi criada por um francês de nome curtíssimo: Bic.
Ele é o inventor da caneta Bic. Não há nada mais comunista do que a caneta Bic!$ ^{(b} !$. Quer ver? Se você não for encarregado do almoxarifado da empresa, for apenas um homem comum, responda: quantas Bics você comprou na vida? Quantas você já usou? Quantas usou DO COMEÇO ATÉ O FIM?
Nas respostas está o segredo. Normalmente (a não ser que seja almoxarife ou tarado), você não comprou nem 5% das Bics que usou em sua vida!$ ^{(c} !$. E elas vêm e vão mas não pertencem a ninguém em particular. São socializadas e ninguém se desespera ao ver que sua Bic sumiu!$ ^{(d} !$ (experimente perder uma Parker), pois tem certeza de que, em meia hora, outra estará caindo em suas mãos!$ ^{(e} !$. Você vai ao banco, preenche um cheque, pede emprestada a Bic e a põe no bolso, saindo lépido e fagueiro para esquecê-la com seu colega de trabalho que a pediu “emprestada”, mas recupera, logo adiante, outra, esquecida sobre a mesa...
As Bics se encaixam perfeitamente na máxima marxista: “De cada um, segundo as suas possibilidades, a cada um, segundo suas necessidades.” Quem pode (o almoxarife, por exemplo) compra muitas; quem precisa serve-se de acordo com a necessidade e todos ficam felizes.
Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome. Só funciona – às vezes – se conhecermos o dono. Do contrário, olharemos para a caneta em nosso bolso e nos perguntaremos, lendo a tira de papel: “Quem, diabos, é Zwinglio Kelezogulu?”
Depois, balançando a cabeça, embolsaremos a caneta. Sem culpa. Eu não disse?
UTZERI, Fritz. Dancing Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 145.
O valor gramatical do vocábulo que, no trecho “Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome.”, é o mesmo que ele apresenta em
 

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1118148 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO II
A BIC E O SOCIALISMO
É moda dizer que o socialismo fracassou devido à natureza humana. Será? Se você quiser entender o socialismo, poderá ler a História da riqueza do homem, de Leo Huberman. Marx, Engels etc. já exigem mais disposição, mas se você quer MESMO entender como o socialismo dá certo, abandone a teoria e olhe à volta. O que vê? Capitalismo por toda parte? Engano seu... há um enclave socialista, diria até comunista, sólido, consolidado, bem abaixo de nossos narizes e essa obra, revolucionária, foi criada por um francês de nome curtíssimo: Bic.
Ele é o inventor da caneta Bic. Não há nada mais comunista do que a caneta Bic!$ ^{(a} !$. Quer ver? Se você não for encarregado do almoxarifado da empresa, for apenas um homem comum, responda: quantas Bics você comprou na vida? Quantas você já usou? Quantas usou DO COMEÇO ATÉ O FIM?
Nas respostas está o segredo. Normalmente (a não ser que seja almoxarife ou tarado), você não comprou nem 5% das Bics que usou em sua vida. E elas vêm e vão mas não pertencem a ninguém em particular!$ ^{(b} !$. São socializadas e ninguém se desespera ao ver que sua Bic sumiu!$ ^{(c} !$ (experimente perder uma Parker), pois tem certeza de que, em meia hora, outra estará caindo em suas mãos. Você vai ao banco, preenche um cheque, pede emprestada a Bic e a põe no bolso, saindo lépido e fagueiro para esquecê-la com seu colega de trabalho que a pediu “emprestada”, mas recupera, logo adiante, outra, esquecida sobre a mesa...
As Bics se encaixam perfeitamente na máxima marxista!$ ^{(d} !$: “De cada um, segundo as suas possibilidades, a cada um, segundo suas necessidades.” Quem pode (o almoxarife, por exemplo) compra muitas; quem precisa serve-se de acordo com a necessidade e todos ficam felizes.
Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome!$ ^{(e} !$. Só funciona – às vezes – se conhecermos o dono. Do contrário, olharemos para a caneta em nosso bolso e nos perguntaremos, lendo a tira de papel: “Quem, diabos, é Zwinglio Kelezogulu?”
Depois, balançando a cabeça, embolsaremos a caneta. Sem culpa. Eu não disse?
UTZERI, Fritz. Dancing Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 145.
O Texto II se baseia numa comparação incomum para confirmar sua tese de que o socialismo não fracassou. Qual dos trechos transcritos a seguir NÃO demonstra a relação entre a caneta Bic e a visão socialista?
 

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