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Foram encontradas 365 questões.

3210311 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.

Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.

A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.

Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.

(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote, p. 109)

Atribuindo-se caráter hipotético para todo o conteúdo da frase Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence (3º parágrafo), os verbos devem assumir as seguintes formas:

 

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3210310 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.

Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.

A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.

Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.

(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote, p. 109)

Sem que se altere, em linhas gerais, o sentido do segmento ...sendo determinada por uma ordem moral... (1º parágrafo), o gerúndio pode ser substituído corretamente por:

 

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3210309 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.

Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.

A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.

Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.

(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote, p. 109)

Atente para as frases abaixo sobre a pontuação do texto.

I. Pode-se acrescentar uma vírgula imediatamente após “assim” em ...assim como em tempos de guerra... (4º parágrafo), uma vez que se trata de advérbio conclusivo.

II. No segmento Não poderia ser diferente. A noção de tragédia... (1º parágrafo), o ponto final pode ser substituído por dois-pontos, com as devidas alterações de maiúscula para minúscula.

III. No segmento ...imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso... (1º parágrafo), o travessão pode ser substituído por ponto e vírgula.

Está correto o que se afirma em

 

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3210308 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.

Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.

A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.

Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.

(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote, p. 109)

Caso se substitua o termo sublinhado pelo que está entre parênteses, o verbo que deverá ser flexionado no plural encontra-se em:

 

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3210307 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.

Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.

A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.

Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.

(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote, p. 109)

Pode-se substituir o verbo grifado em ...isso implica certa reprovação... (3º parágrafo), mantendo-se, em linhas gerais, o mesmo sentido, por:

 

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3210306 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Os Estados Unidos, como organização social e política, são comprometidos com uma visão alegre da vida. Não poderia ser diferente. A noção de tragédia é um luxo reservado a sociedades aristocráticas, nas quais a sorte do indivíduo não é entendida como tendo uma importância política legítima, sendo determinada por uma ordem moral ou destino imutável e suprapolítico – ou seja, não controverso.

Sociedades modernas e igualitárias, no entanto, sejam de posicionamento político democrático ou autoritário, baseiam-se sempre na premissa de que estão tornando a vida mais feliz; a função declarada do Estado moderno, pelo menos originalmente, não seria apenas regulamentar as relações sociais, mas também estabelecer a qualidade e as possibilidades da vida humana em geral.

A felicidade, portanto, torna-se questão política primordial – de alguma maneira, a única questão –, e por esse motivo não pode se tornar um problema. Se um norte-americano ou um russo é infeliz, isso implica certa reprovação da sociedade a que ele pertence.

Portanto, devido a uma lógica cuja necessidade todos reconhecemos, vira uma obrigação cidadã ser alegre; se as autoridades acreditam que é necessário, o cidadão pode até ser compelido a fazer demonstrações públicas, em ocasiões especiais, de sua felicidade, assim como em tempos de guerra ele pode ser constrangido a entrar para o exército.

(Adaptado de: WARSHOW, Robert. “O gângster como herói trágico”, Serrote, p. 109)

De acordo com o texto,

 

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3210305 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

“Comece pelo começo”, disse o rei, muito grave, “e siga adiante até chegar ao fim: então, pare e ponto”.

(Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no país das maravilhas)

Alterando-se a pontuação, a frase se mantém correta em:

 

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3210304 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

A frase que segue as normas de concordância verbal encontra-se em:

 

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3210303 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

São Jerônimo usava sinais e símbolos que faziam .... vezes de ponto, ..... indicar o início de um novo parágrafo, fazendo com que o leitor atentasse ..... unidade de sentido de uma frase.

Preenchem as lacunas da frase acima o que se encontra em:

 

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3210302 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: METRO-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Diminuto feito grão de poeira, mera mancha de caneta, migalha no teclado, o ponto final é o sumo magistrado de nossos sistemas de escrita, ainda à espera de ser cantado em verso. Sem ele, não haveria fim para o sofrimento do jovem Werther e as viagens do hobbit jamais se completariam. Sua presença permitiu que Henri Michaux comparasse nossa essência a “um ponto que a morte devora”.

Ele coroa o pensamento que se completa, propicia a quimera de uma conclusão e guarda certa altivez que, como a de Napoleão, provém de seu tamanho minúsculo. Ansiosos por seguir em frente, não precisamos de nada que assinale o início, mas precisamos saber onde parar: esse pequeno memento mori, “lembrança da morte”, faz recordar que para tudo há de ter um fim, inclusive para nós mesmos. Como um professor sugeriu, um ponto final é “sinal de um sentido que se perfaz e de uma frase perfeita”.

A necessidade de indicar o fim de uma frase escrita é talvez tão velha quanto a própria escrita, mas a solução, sucinta e prodigiosa, não se estabeleceu até o Renascimento italiano. Por séculos, a pontuação fora assunto irremediavelmente errático.

Já no século I d.C., Quintiliano propunha que a frase além de expressar uma ideia completa devia ainda ser pronunciada de um só fôlego. Por muito tempo os escribas pontuaram os textos com todo o tipo de sinais e símbolos, de um simples espaço em branco a toda uma variedade de pontos e barras.

No começo do século 5 d. C., São Jerônimo, tradutor da Bíblia, concebeu um sistema que assinalava cada unidade de sentido por meio de uma letra que avançava para fora da margem, como indicando um novo parágrafo.

Três séculos mais tarde, o “ponto” era usado para indicar tanto uma pausa no interior da frase como o fim da frase propriamente dito. Valendo-se de convenções tão confusas assim, os escritores não tinham como esperar que o público lesse determinado texto conforme as intenções do autor.

Então, no ano de 1556, Aldo Manuzio, o Jovem, em seu manual de pontuação, Interpungendi ratio, caracterizou pela primeira vez a função e o aspecto definitivo do ponto final. Queria escrever um manual para tipógrafos; não tinha como saber que legava a nós as dádivas de sentido e música de toda a literatura por vir.

(Adaptado de: MANGUEL, A. “Ponto final”, Serrote, jul. 2012)

Nos segmentos abaixo, o termo “para” é conjunção com sentido de finalidade em:

 

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