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Assinale a opção que, na sequência, preenche corretamente as lacunas do texto, de modo a manter o correto uso dos modos e tempos verbais e a coerência entre as ideias.

Assim que o governo divulgou o crescimento zero do produto interno bruto brasileiro no terceiro semestre, não faltaram prognósticos negativos a respeito da economia do país e houve até quem _____(1)_____ em risco de recessão no futuro próximo. Basta um olhar mais atento aos números de 2011 para _______(2)_______ que o pessimismo não se justifica. Entre os empresários não são poucas as vozes que______(3)______dos alarmistas. Não faltam motivos para supor que, em 2011, os números da economia brasileira_____(4)______vir ainda mais fortes. Além dos juros menores, conforme ______(5)______ a maioria dos economistas, do crédito em expansão, e dos incentivos fiscais, está previsto para janeiro um reajuste no salário mínimo, o que _____(6)_____ impactos significativos à renda dos trabalhadores e aposentados. Nesse ciclo, o mercado interno seguirá aquecido.

(Mariana Queiroz Barbosa, O país não vai parar. Isto É, 14/12/2011)


 

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Considere o texto abaixo para responder à questão.

A teoria econômica evoluiu muito desde 1776, quando Adam Smith, em célebre obra investigou as causas das riquezas das nações. A teoria mostrou como funcionam os mercados, o papel da produtividade(e), as formas de aumentá-la(e) e a função das instituições(e). Contribuiu, assim, para a formulação das políticas que trouxeram mais desenvolvimento e bem-estar(b). No Brasil, os economistas também contribuem para o desenvolvimento. Acontece que, se defenderem reformas em favor das maiorias, que causam perdas a minorias(c), os economistas serão rotulados de socialmente insensíveis. Quando um médico prescreve um tratamento, o objetivo é o bem-estar do paciente. Ninguém dirá que ele planeja o sofrimento. Mas, se os economistas sugerem medidas de austeridade para resolver desequilíbrios e restabelecer o crescimento sustentável(d), diz-se que eles propugnam ações para promover a recessão, o desemprego(a) e a destruição de conquistas sociais. O receituário do médico incorpora esperança e simpatia, pois se sabe que o objetivo dele é a cura da doença. Sua ação é mais percebida por todos. A expectativa maior é de êxito. O diagnóstico é mais preciso, especialmente com os avanços da tecnologia. O economista não tem essas vantagens. No tratamento de crises, lida com incertezas, complexidades e situações inéditas. Os economistas tendem a errar mais que os médicos, mas seu foco jamais será a recessão pela recessão ou a austeridade sem propósito.

(Adaptado de Maílson da Nóbrega, A recessão é uma política ou o efeito? Veja, 14 de dezembro, 2011)

De acordo com a organização dos argumentos no texto, provoca-se erro ao

 

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Considere o texto abaixo para responder à questão.

A vida em um país nórdico, como a Finlândia, nos faz refletir mais profundamente sobre a relação entre liberdade, igualdade, autonomia e formatos sociais que podem propiciar vidas mais plenas e felizes aos seus cidadãos. Para alguém habituado a desigualdades, uma sociedade igualitária, com amplo respeito pela vida humana, excelentes índices de educação, burocracia inteligente e serviços públicos voltados (de fato) para melhorar a vida do cidadão, soa como um caminho para a produção de seres humanos mais plenos e sociedades mais inspiradoras. Talvez não seja assim. Quando nos referimos à igualdade, não tratamos de mera distribuição equitativa da renda. A igualdade e a dignidade humana que uma sociedade pode produzir referem-se à possibilidade de o cidadão(e) ter condições materiais e subjetivas à sua(e) disposição, para que, atendidas suas(e) necessidades básicas e diárias de bem-estar, ele(e) se(e) ocupe com questões outras que a sobrevivência. Essas necessidades básicas de bemestar incluem uma ilimitada oferta de bens públicos: de excelentes creches, escolas, universidades, sistema de saúde e previdência a todos, piscinas públicas, parques, transporte confortável e excelente, seguro-desemprego por tempo indefinido, licença maternidade de 10 meses, muitas bibliotecas públicas…

No entanto, a Finlândia tornou-se uma sociedade tão igualitária(d) quanto apática. Pouco criativa, reproduz o mundo com extrema facilidade(b), mas tem limitada capacidade transformadora(b). A maioria de seus educados cidadãos(c) são seres(c) pouquíssimo críticos: questionam pouco a vida que(c) levam e são fisicamente contidos. E isso(d) não parece ter forte relação com o frio. É um acomodamento social, um respeito quase inexorável pelas regras. Esse resultado(d) não foi causado, é evidente, pelo formato social igualitário. Em outros termos, não foi a igualdade que deixou o país apático. Ademais, sociedades desiguais podem ser tão ou mais acríticas e reprodutoras. O ponto que nos intriga é que a igualdade, o respeito e a dignidade(a) dados a todos(a) não levaram à autonomia, ao pensamento criativo e crítico, e a processos transformadores.

(Adaptado de Isabela Nogueira, Do bem-estar ao pensamento crítico: um olhar sobre o norte,outubro 3, 2009 por Coletivo Crítica Econômica http://criticaeconomica.wordpress.com/2009/10/03/ - acesso em 12/12/2011)

Na organização das relações de coesão e coerência do texto,

 

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Considere o texto abaixo para responder à questão.

A vida em um país nórdico, como a Finlândia, nos faz refletir mais profundamente sobre a relação entre liberdade, igualdade, autonomia e formatos sociais(b) que podem(b) propiciar vidas mais plenas e felizes aos seus cidadãos. Para alguém habituado a desigualdades, uma sociedade igualitária(a), com amplo respeito pela vida humana, excelentes índices de educação, burocracia inteligente e serviços públicos voltados (de fato) para melhorar a vida do cidadão, soa(a) como um caminho para a produção de seres humanos mais plenos e sociedades mais inspiradoras. Talvez não seja assim. Quando nos referimos à igualdade, não tratamos de mera distribuição equitativa da renda. A igualdade e a dignidade humana que uma sociedade pode produzir referem-se(c) à possibilidade de o cidadão ter condições materiais e subjetivas à sua disposição, para que, atendidas suas necessidades básicas e diárias de bem-estar, ele se ocupe com questões outras que a sobrevivência. Essas necessidades básicas de bemestar incluem uma ilimitada oferta de bens públicos: de excelentes creches, escolas, universidades, sistema de saúde e previdência a todos, piscinas públicas, parques, transporte confortável e excelente, seguro-desemprego por tempo indefinido, licença maternidade de 10 meses, muitas bibliotecas públicas…

No entanto, a Finlândia tornou-se uma sociedade tão igualitária quanto apática. Pouco criativa, reproduz o mundo com extrema facilidade, mas tem limitada capacidade transformadora. A maioria de seus educados cidadãos são seres pouquíssimo críticos: questionam pouco a vida que levam e são fisicamente contidos. E isso não parece ter forte relação com o frio. É um acomodamento social, um respeito quase inexorável pelas regras. Esse resultado não foi causado, é evidente, pelo formato social igualitário. Em outros termos, não foi a igualdade que deixou o país apático. Ademais, sociedades desiguais podem ser(d) tão ou mais acríticas e reprodutoras. O ponto que nos intriga é que a igualdade, o respeito e a dignidade dados a todos(e) não levaram(e) à autonomia, ao pensamento criativo e crítico, e a processos transformadores.

(Adaptado de Isabela Nogueira, Do bem-estar ao pensamento crítico: um olhar sobre o norte,outubro 3, 2009 por Coletivo Crítica Econômica http://criticaeconomica.wordpress.com/2009/10/03/ - acesso em 12/12/2011)

Assinale a opção correta a respeito das relações de concordância no texto.

 

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Assinale a opção em que ocorre erro na transcrição e adaptação do texto O real valor das coisas, de Lívia Lisboa, publicado em Vida simples, dezembro 2011, edição 113, p.44.

Quanto custa aquilo que você compra no supermercado? Com certeza, bem além do (A) preço que está marcado na etiqueta! Raj Patel, autor do livro O valor de nada, investigou a distorção que existe quando ignoramos os custos escondidos além do binômino oferta-procura. “A eterna busca por (B) crescimento econômico transformou a humanidade em um agente da extinção, por meio da contínua desvalorização dos serviços ecossistêmicos que mantém (C) nossa Terra viva”, diz Patel. “Muitas vezes não nos damos conta de que (D) nossa escolha por uma ou outra marca, em busca da melhor pechincha, determina o grau de estrago no meio ambiente. Quem paga essa diferença? Associações e organizações do mundo todo estão tentando rastrear as pegadas que deixamos ao longo do processo: desde a produção de cada item, e seu transporte, até chegar às (E) gôndolas, passando pela forma como o usamos, até seu descarte.

 

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Entre 1964 e 1985, a vigência de um regime politicamente autoritário coincidiu com o aprofundamento da urbanização da sociedade brasileira, com a continuidade do processo de modernização da economia e, malgrado as evidentes limitações políticas existentes, com a contínua ampliação do número de eleitores. Relativamente a esse período da História brasileira, inclusive quanto ao esgotamento do ciclo militar, assinale a opção correta.

 

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Recente relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) informa que, nas duas últimas décadas, a população cresceu 26% (são 1,45 bilhão de pessoas a mais) enquanto o consumo de recursos naturais aumentou 40%. As emissões de gás carbônico aumentaram 36% no mesmo período. A propósito desse quadro, assinale a opção correta.

 

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De 1500 aos dias de hoje, a formação de um país como o Brasil, com dimensão verdadeiramente continental, derivou de diversas frentes de expansão. Quanto aos aspectos geográficos, é correto afirrmar que o Brasil

 

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Pode-se afirmar que, a partir de 1950, verifica-se uma aceleração do movimento migratório no país. Desse modo, graças à incessante movimentação, o Brasil mistura sobre o território pessoas das mais diversas origens regionais e estaduais. Considerando esse cenário e o processo de formação da população brasileira, assinale a opção correta.

 

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Sabe-se que a urbanização trouxe progresso, além de ter contribuído para a melhoria da vida das populações. Todavia, é inegável que ela também trouxe muita sujeira ao longo de sua trajetória. Nos dias de hoje, uma das questões essenciais é o que fazer com o gigantesco volume de detritos produzidos pelos grandes centros urbanos e como transformá-lo em riqueza. A respeito desse tema, assinale a opção correta.

 

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