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Foram encontradas 70 questões.

3146431 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: CETRO
Orgão: Min Cidades
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Analise a tabela abaixo, para responder à questão.

i Nota Fi Fr (%)
1 6,0 7 23,3
2 6,5 3 10,0
3 7,0 X Y
4 7,5 6 20
5 8,0 2 6,7
!$ \sum !$ 30 100

O valor da frequência relativa que completa a tabela é:

 

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3146430 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: CETRO
Orgão: Min Cidades
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Analise a tabela abaixo, para responder à questão.

i Nota Fi Fr (%)
1 6,0 7 23,3
2 6,5 3 10,0
3 7,0 X Y
4 7,5 6 20
5 8,0 2 6,7
!$ \sum !$ 30 100

O valor desconhecido X equivale a

 

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3146429 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: CETRO
Orgão: Min Cidades
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Analise o gráfico abaixo, que representa a altura de alunos de ensino médio em uma escola, para responder à questão.

Enunciado 3523169-1

A frequência percentual relativa dos alunos com 1,60m é:

 

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3146428 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: CETRO
Orgão: Min Cidades
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Analise o gráfico abaixo, que representa a altura de alunos de ensino médio em uma escola, para responder à questão.

Enunciado 3523168-1

Com base no gráfico, é correto afirmar que a média aproximada da altura dos alunos dessa escola é de

 

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A Constituição Federal prevê que o Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado e, ainda, que

 

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Correlacione as pragas virtuais (Coluna A) com as ações adequadas para evitar infecção dos computadores (Coluna B) e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Coluna A Coluna B
1. Spyware ( ) Deve-se cancelar a instalação de software gratuito que exige a instalação de outros “programas” como parte do programa desejado.
2. Phishing ( ) Não se deve clicar em links de URL em programas de mensagens instantâneas, a menos que sejam esperados e de origem conhecida.
3. Spam ( ) Não se deve fornecer informações confidenciais por e-mail ou por mensagens instantâneas.
4. Malware ( ) Somente devem ser transferidos arquivos de origem conhecida.
 

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Considerando o ambiente Microsoft Office Excel 2013, correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Clique em: Para:
1. Inserir ( ) Congelar painéis.
2. Página Inicial ( ) Criar tabelas, gráficos e hiperlinks.
3. Fórmulas ( ) Localizar dados nas células.
4. Exibição ( ) Encontrar funções.
 

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Leia o Texto abaixo, para responder à questão.

Texto

A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.

Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.

Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.

A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.

Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.

Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.

BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.

Levando em consideração os dois últimos parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o Texto abaixo, para responder à questão.

Texto

A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.

Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.

Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.

A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.

Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.

Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.

BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.

Levando em consideração o quarto parágrafo do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o Texto abaixo, para responder à questão.

Texto

A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.

Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.

Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.

A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.

Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.

Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.

BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.

Assinale a alternativa que apresenta a melhor reescritura do terceiro parágrafo segundo as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, preservando o sentido que assume no texto.

 

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