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Foram encontradas 40 questões.

2415378 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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José Graziano, ex-ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, criador do programa Fome Zero, foi eleito e assumirá em janeiro de 2012, a direção geral de uma significativa organização internacional. Trata-se da(o)
 

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2415179 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“A avaliação se desenvolve nos diferentes momentos do processo ensino-aprendizagem, com objetivos distintos. Quando sua função é verificar os conhecimentos em termos de pré-requisitos que os alunos têm, trata-se de uma avaliação .” Assinale a afirmativa que completa corretamente a afirmação anterior.
 

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2414888 Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais é essencial a escola considerar a diversidade dos alunos como elemento para a aprendizagem.” Acerca desta assertiva, NÃO é correto
 

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2414614 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O agrônomo brasileiro responsável pelo Programa Fome Zero, José Graziano da Silva, foi eleito diretor geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – FAO. Sobre essa instância da ONU é correto afirmar, EXCETO:
 

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2413560 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Eu penso por meio de metáforas. Minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso. Viver não é preciso.”

Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, barcos são necessários. Barcos se fazem com ciência, física, números, técnica. A navegação, ela mesma, faz-se com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios.

Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia tenha jamais tocado sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela se faz com a inteligência amorosa.

A palavra amor se tornou maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. Amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A ciência desconhece o amor – tem de desconhecer o amor, para ser ciência. Tem de ser assim para que ela seja a coisa eficaz que é. Mas a vida, toda ela, é feita com decisões e direções. E essas direções e decisões são determinadas pela relação amorosa com os objetos. Se assim não fosse, todas as comidas seriam indiferentes; todas as mulheres seriam iguais; seria o mesmo ficar com esse ou aquele homem; e as músicas, os quadros e os poemas teriam o mesmo sem-gosto.

A inteligência instrumental precisa ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, diz que a tarefa da história, até agora, tem sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida... É preciso despertá-los, para que sua capacidade de sentir prazer e alegria se expanda. Todos os objetos de prazer que foram dados pela natureza e acumulados pela cultura se encontram à sua disposição. Eles sentirão seu prazer e sua alegria se não tiverem sentidos castrados. Há, assim, uma outra tarefa para o professor, além do ensino abstrato das disciplinas: é preciso que ele se transforme num mestre de prazeres... Foi o que aconteceu com Roland Barthes, ao chegar ao fim da vida.

(Adaptação, Rubem Alves, in Por uma Educação Romântica)

Analise as afirmativas.

I. Para o autor, educar é apenas decifrar o segredo dos meios.

II. Para o autor, o sentido da vida está nos meios.

III. Para o autor, porque somos seres da cultura inventamos o que nos dá prazer.

Em relação ao texto, está correto somente o que se afirma em

 

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2412633 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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De acordo com a Lei Orgânica Municipal de Monte Belo, analise.

I. O município incentivará a industrialização do lixo urbano por empresa que comprove idoneidade organizacional e financeira.

II. As entidades compreendidas na administração indireta serão criadas por lei específica e vinculadas às Secretarias ou órgãos equiparados, em cuja área de competência estiver enquadrada sua principal atividade.

III. O município instituirá regime jurídico único e plano de carreira para os servidores da administração pública direta, das autarquias e das funções públicas.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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2412562 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Eu penso por meio de metáforas. Minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso. Viver não é preciso.”

Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, barcos são necessários. Barcos se fazem com ciência, física, números, técnica. A navegação, ela mesma, faz-se com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios.

Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia tenha jamais tocado sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela se faz com a inteligência amorosa.

A palavra amor se tornou maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. Amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A ciência desconhece o amor – tem de desconhecer o amor, para ser ciência. Tem de ser assim para que ela seja a coisa eficaz que é. Mas a vida, toda ela, é feita com decisões e direções. E essas direções e decisões são determinadas pela relação amorosa com os objetos. Se assim não fosse, todas as comidas seriam indiferentes; todas as mulheres seriam iguais; seria o mesmo ficar com esse ou aquele homem; e as músicas, os quadros e os poemas teriam o mesmo sem-gosto.

A inteligência instrumental precisa ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, diz que a tarefa da história, até agora, tem sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida... É preciso despertá-los, para que sua capacidade de sentir prazer e alegria se expanda. Todos os objetos de prazer que foram dados pela natureza e acumulados pela cultura se encontram à sua disposição. Eles sentirão seu prazer e sua alegria se não tiverem sentidos castrados. Há, assim, uma outra tarefa para o professor, além do ensino abstrato das disciplinas: é preciso que ele se transforme num mestre de prazeres... Foi o que aconteceu com Roland Barthes, ao chegar ao fim da vida.

(Adaptação, Rubem Alves, in Por uma Educação Romântica)

Segundo o texto pode-se afirmar que

 

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2412361 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Sobre a tendência das décadas recentes acerca dos currículos na escola, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Significa apenas as matérias ensinadas na escola ou a programação de estudos.
( ) Refere-se à vida e a todo o programa da escola, inclusive as atividades extra-classe.
( ) É a soma de experiências vividas pelos alunos de uma escola.
( ) Leva em conta no planejamento a realidade de cada escola e as sugestões apresentadas pelos Conselhos Estaduais de Educação (CEE).
A sequência está correta em
 

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2412171 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A questão baseia na citação relacionada aos estudos vygotskyanos.
Embora o uso de instrumentos pela criança durante o período pré-verbal seja comparável àquele dos macacos antropoides, assim que a fala e o uso de signos são incorporados a qualquer ação, esta se transforma e se organiza ao longo de linhas inteiramente novas. Realiza-se assim, o uso de instrumentos especificamente humanos, indo além do uso possível de instrumentos, mais limitado, pelos animais superiores.”
(L.S. Vygotsky – A formação social da mente)
Na citação, no que se refere ao uso de instrumentos no desenvolvimento infantil, pode-se afirmar que
 

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2412106 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“Ao menos dez pessoas morreram após a passagem do tufão Roke na quarta-feira pelo Japão, onde outras cinco pessoas – entre elas uma brasileira – estão desaparecidas, informou a emissora de televisão NHK. ‘Roke’ provocou o cancelamento de 624 voos e de muitos serviços ferroviários, incluindo o trem-bala na movimentada linha que une Tóquio a Osaka, na qual 120 mil pessoas ficaram presas durante horas nas estações. Além disso, 314 pessoas ficaram feridas em 22 províncias devido aos fortes ventos e às chuvas torrenciais do tufão, enquanto prosseguem as buscas pelos cinco desaparecidos.”
(folhaonline.com.br – 22/09/2011)
Que outro grande problema este país enfrentou no início deste mesmo ano?
 

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