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Foram encontradas 40 questões.

2422288 Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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De acordo com a Resolução nº. 7, de 14 de dezembro de 2010, a matrícula no ensino fundamental de nove anos
I. abrange a população na faixa dos seis aos quatorze anos de idade.
II. é obrigatória a matrícula de crianças com seis anos completos ou a completar até o dia 30 de abril do ano em que ocorrer a matrícula.
III. as crianças que completam seis anos após a data prevista nos termos desta lei deverão ser matriculadas na educação infantil.
IV. abrange toda a população, que na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.
Está(ão) correta(s) apenas (a) afirmativa(s)
 

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2422263 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Eu penso por meio de metáforas. Minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso. Viver não é preciso.”

Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, barcos são necessários. Barcos se fazem com ciência, física, números, técnica. A navegação, ela mesma, faz-se com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios.

Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia tenha jamais tocado sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela se faz com a inteligência amorosa.

A palavra amor se tornou maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. Amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A ciência desconhece o amor – tem de desconhecer o amor, para ser ciência. Tem de ser assim para que ela seja a coisa eficaz que é. Mas a vida, toda ela, é feita com decisões e direções. E essas direções e decisões são determinadas pela relação amorosa com os objetos. Se assim não fosse, todas as comidas seriam indiferentes; todas as mulheres seriam iguais; seria o mesmo ficar com esse ou aquele homem; e as músicas, os quadros e os poemas teriam o mesmo sem-gosto.

A inteligência instrumental precisa ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, diz que a tarefa da história, até agora, tem sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida... É preciso despertá-los, para que sua capacidade de sentir prazer e alegria se expanda. Todos os objetos de prazer que foram dados pela natureza e acumulados pela cultura se encontram à sua disposição. Eles sentirão seu prazer e sua alegria se não tiverem sentidos castrados. Há, assim, uma outra tarefa para o professor, além do ensino abstrato das disciplinas: é preciso que ele se transforme num mestre de prazeres... Foi o que aconteceu com Roland Barthes, ao chegar ao fim da vida.

(Adaptação, Rubem Alves, in Por uma Educação Romântica)

As normas de concordância verbal e nominal foram observadas em

 

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2422236 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A questão esta baseada na reportagem transcrita a seguir.
Mães solteiras da região enfrentam o preconceito
Crianças são chamadas de “filhos do Rodoanel”; assunto atrai desconfiança e ironia na periferia de São Bernardo do Campo, o tema é tabu; moradores relatam aumento de brigas e prostituição DE SÃO PAULO. CRISTINA MORENO DE CASTRO “Filha do Rodoanel!” – da janela da manicure de 35 anos dava para ouvir uma vizinha gritando, em referência à criança de um ano e nove meses que ela teve com um mestre de obras da via. “Preconceito existe. Fazem piadinha falando que somos ‘mães do Rodoanel’, mas tenho que focar na vida daqui pra frente”, diz. O tema é tabu no Parque Los Angeles, periferia de São Bernardo do Campo, onde mora a manicure. Falar sobre grávidas e Rodoanel ali geralmente resulta em silêncio, desconfiança, evasivas, negativas ou risadinhas. “O povo não gosta de falar sobre a gente porque é coisa íntima, eles têm medo de que a gente ache ruim”, diz a empregada doméstica Gizele Cerqueira, 30, que afirma não sofrer preconceito. Ela sabe que o pai de sua filha, de dois anos e meio, é de Alagoas, mas ignora seu paradeiro. A criança não foi registrada e ele sumiu quando ela tinha 15 dias de vida. A autônoma Alcione Amaro, 30, do Parque Los Angeles, teve mais sorte. Seu namorado da época, topógrafo mineiro, foi embora quando ela estava grávida de dois meses, deixando apenas um telefone. “Eu ligava todo dia, fiquei desesperada porque não conseguia contato.” Oito meses depois, já com o bebê nascido, ela conseguiu. Desde então, ele paga a pensão do menino.
Os moradores também falam da presença de meninas, de 12 a 17 anos, que iam para os alojamentos, de mochila e tudo, direto da aula.
(Folha de São Paulo, caderno Cotidiano, São Paulo, domingo, 24 de julho de 2011)
A reportagem trata de um modo de violência urbana e exclusão de jovens. Em um de seus estudos, a psicóloga Sílvia Leser de Mello trabalha o tema da violência e exclusão de jovens na cidade de São Paulo. Na expressão da violência a partir da relação cidadãos e metrópoles, pode-se encontrar, as seguintes características, EXCETO:
 

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2420865 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“Pela Emenda Ibsen, aprovada na Câmara por 369 votos contra 72 no dia 11/03/2010, a distribuição das receitas do petróleo será igualitária entre todos os estados e municípios do Brasil, ocasionando perdas gigantescas para estados e municípios produtores (...) Juntos, os dois estados são responsáveis por mais de 85% da produção nacional de petróleo e perderiam as compensações de uma hora para outra.”
(Pinto, Alexandre. Atualidades – Entendendo o mundo contemporâneo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011)
Os dois grandes produtores de petróleo citados no texto e que lideraram uma grande campanha contra aEmenda são
 

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2420781 Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases, Lei nº. 9394/1996, analise as afirmativas referentes à organização da educação básica e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Reclassifica-se os alunos, inclusive quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no país e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais.
( ) O calendário escolar deverá ser adequado às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critériodo respectivo sistema de ensino e, ainda, reduzir o número de horas letivas, se necessário, e em conveniência da comunidade escolar.
( ) Em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.
A sequência está correta em
 

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2420549 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Está correta a regência verbal na seguinte alternativa

 

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2419902 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Eu penso por meio de metáforas. Minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso. Viver não é preciso.”

Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, barcos são necessários. Barcos se fazem com ciência, física, números, técnica. A navegação, ela mesma, faz-se com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios.

Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia tenha jamais tocado sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela se faz com a inteligência amorosa.

A palavra amor se tornou maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. Amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A ciência desconhece o amor – tem de desconhecer o amor, para ser ciência. Tem de ser assim para que ela seja a coisa eficaz que é. Mas a vida, toda ela, é feita com decisões e direções. E essas direções e decisões são determinadas pela relação amorosa com os objetos. Se assim não fosse, todas as comidas seriam indiferentes; todas as mulheres seriam iguais; seria o mesmo ficar com esse ou aquele homem; e as músicas, os quadros e os poemas teriam o mesmo sem-gosto.

A inteligência instrumental precisa ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, diz que a tarefa da história, até agora, tem sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida... É preciso despertá-los, para que sua capacidade de sentir prazer e alegria se expanda. Todos os objetos de prazer que foram dados pela natureza e acumulados pela cultura se encontram à sua disposição. Eles sentirão seu prazer e sua alegria se não tiverem sentidos castrados. Há, assim, uma outra tarefa para o professor, além do ensino abstrato das disciplinas: é preciso que ele se transforme num mestre de prazeres... Foi o que aconteceu com Roland Barthes, ao chegar ao fim da vida.

(Adaptação, Rubem Alves, in Por uma Educação Romântica)

“No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos.” Nessa frase há uma figura de linguagem denominada

 

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2416518 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“O Agente Laranja foi criado como um regulador de crescimento de plantas, fazendo-as florescer mais cedo. Em grandes quantidades, porém, fazia as folhas caírem. Quando jogado no ar por aviões, o produto – cujo nome deriva da cor dos galões em que era estocado na guerra – matava todo tipo de vegetação, destruindo inclusive raízes. Sem elas para segurar o solo, as chuvas carregavam boa parte da terra. Espécies invasoras de grama cresceram, impedindo que a vegetação nativa voltasse. Mas o mal não acabou junto com o combate, pois grandes quantidades de dioxina, um dos componentes do veneno, continuaram no ambiente. Especialistas consideram esse um dos piores legados do Agente Laranja. A Cruz Vermelha estima que mais de três milhões de vietnamitas já tenham sofrido com problemas de saúde relacionados à substância.”
(Revista Isto é, 13 de julho de 2011, pág. 92)
Que país, no período histórico denominado de Guerra Fria, travou uma guerra contra o Vietnã, sendo responsável pela disseminação desta toxina no país?
 

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2415858 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O uso do acento indicador da crase foi usado corretamente em

 

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2415611 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Conforme o método psicogenético de Piaget, é correto afirmar que
 

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