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Foram encontradas 172 questões.

2414465 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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No shopping Bom Tempo existem 4 pavimentos e nestes pavimentos há uma praça de alimentação, um cinema, uma livraria e um playground, estando cada um desses itens em um pavimento distinto. Considere ainda que
  • a livraria fica dois pavimentos abaixo do andar em que se encontra o cinema.
  • quem estiver no playground deve descer um lance de escada para chegar na praça de alimentação, e quem estiver no cinema deve subir um lance de escada para chegar no playground.
Marque a alternativa INCORRETA.
 

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2414446 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A administração Municipal, direta ou indireta, obedecerá aos princípios de, EXCETO:
 

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2414437 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“O Japão enfrenta uma série de crises em decorrência de um desastre natural sofrido em março deste ano, que ocasionou em diversas mortes, atingindo, principalmente, a costa nordeste do país.” Trata-se de
 

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2414298 Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Marque a alternativa INCORRETA.
 

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2414188 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
O gráfico da função quadrática !$ y = x^2 – 5x + c !$ apresenta como vértice um ponto cuja ordenada é igual !$ - \dfrac {1} {4}. !$
Assim, c é um número
 

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2414113 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG

Nesta trajetória, em parte minha, em parte de minhas ficções – já escritas ou ainda nem definidas – ficou-me a certeza de que o bem supremo não é a vida mas uma vida digna; o bem maior não é o amor mas um amor que dê alegria e paz – e que, mesmo se terminar, continuará nos aquecendo na memória.

E que há sempre, em algum lugar talvez inesperado, a possibilidade de música e voo.

Não há fase da vida para ser paciente e virtuoso; não há idade para ser belo, amoroso e sensual.

De todos os meus livros, este é especialmente uma série de reflexões, em prosa e em poesia, sobre os medos e alegrias, ganhos e perdas que nos traz o amor em suas várias formas. Ele nos faz melhores se tiver sido bom; nos ajuda a aceitar a transformação se tiver sido terno; nos ensina a respeitar a liberdade se tiver sido sagrado. E se for tudo isso, certamente será um amor demorado, um amor delicado, um digno amor; mesmo doente vestirá seu traje de baile para não perturbar a calma de quem é amado; mesmo solitário porá a máscara da festa para não inquietar quem precisa partir.

Não sei se fui capaz dele ou se o mereci, mas esse amor – cuja duração nem sempre importa – vale muitas vidas e não nos pertence. Foi colocado em nós como um aroma num frasco, guiado por outra mão que não a do mero acaso. Tem em si uma luz que a maturidade torna mais vibrante e espalhada – e, apesar das dores, muito mais enternecida.

(Lya Luft)

Assinale a afirmativa que apresenta verbo no presente do indicativo.

 

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2414027 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A Carta da Terra

Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forcas para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeita pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossas responsabilidades uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.

(A Carta da Terra. Preâmbulo. Disponível em: <http.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm>)

Assinale a afirmativa escrita INCORRETAMENTE.

 

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2413955 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Todas as formas geométricas a seguir são figuras espaciais, EXCETO:
 

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2413742 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Sobre Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED), marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas. “O bibliotecário deve buscar um sistema eficiente para realizar o gerenciamento eletrônico da imagem e da informação de documentos, as seguintes aplicações...”
( ) assegurar as informações registradas preservando os documentos.
( ) manter a ocupação espacial por grandes massas documentais.
( ) reduzir o tempo gasto com atividades diárias.
( ) restringir e bloquear o acesso a documentação.
A sequência está correta em
 

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2413560 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Eu penso por meio de metáforas. Minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso. Viver não é preciso.”

Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, barcos são necessários. Barcos se fazem com ciência, física, números, técnica. A navegação, ela mesma, faz-se com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios.

Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia tenha jamais tocado sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela se faz com a inteligência amorosa.

A palavra amor se tornou maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. Amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A ciência desconhece o amor – tem de desconhecer o amor, para ser ciência. Tem de ser assim para que ela seja a coisa eficaz que é. Mas a vida, toda ela, é feita com decisões e direções. E essas direções e decisões são determinadas pela relação amorosa com os objetos. Se assim não fosse, todas as comidas seriam indiferentes; todas as mulheres seriam iguais; seria o mesmo ficar com esse ou aquele homem; e as músicas, os quadros e os poemas teriam o mesmo sem-gosto.

A inteligência instrumental precisa ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, diz que a tarefa da história, até agora, tem sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida... É preciso despertá-los, para que sua capacidade de sentir prazer e alegria se expanda. Todos os objetos de prazer que foram dados pela natureza e acumulados pela cultura se encontram à sua disposição. Eles sentirão seu prazer e sua alegria se não tiverem sentidos castrados. Há, assim, uma outra tarefa para o professor, além do ensino abstrato das disciplinas: é preciso que ele se transforme num mestre de prazeres... Foi o que aconteceu com Roland Barthes, ao chegar ao fim da vida.

(Adaptação, Rubem Alves, in Por uma Educação Romântica)

Analise as afirmativas.

I. Para o autor, educar é apenas decifrar o segredo dos meios.

II. Para o autor, o sentido da vida está nos meios.

III. Para o autor, porque somos seres da cultura inventamos o que nos dá prazer.

Em relação ao texto, está correto somente o que se afirma em

 

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