Foram encontradas 60 questões.
No que se refere à acumulação de cargos, empregos e funções
públicas, assinale a opção correta, considerando as previsões
estabelecidas na Lei n.º 66/1993.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acerca do exercício de mandato eletivo estadual por servidor
efetivo, a Lei n.º 66/1993 do estado do Amapá prevê que o
servidor
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Lei n.º 8.666/1993, a inexigibilidade da
licitação
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeConectivos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto CG1A1-I
Há relações diversas e fundamentais entre o discurso e as
verdades. Ao longo da história, já se acreditou que a verdade
existiria independentemente da linguagem, que nada mais seria,
além de sua mera expressão. Também já se afirmou que as coisas
ditas seriam entraves ou acessos à verdadeira essência dos seres e
fenômenos. Já foi dito ainda que as verdades consistiriam em
construções históricas dos fatos, para as quais o discurso é
decisivo. Mais recentemente, vimos multiplicarem-se as
alegações de que os fatos não existem, de sorte que haveria
apenas versões e interpretações alternativas.
No que se refere às tendências contemporâneas de
conceber as relações entre discurso e verdade, elas são
frequentemente consideradas um movimento libertário, uma vez
que nos permitem desprender-nos de dogmas, ortodoxias e
autoridades exclusivas de pesadas e passadas tradições. Assim,
domínios e instituições que antes nos guiavam, com base em suas
verdades fundamentais e numa quase cega fé que depositávamos
nelas, tornam-se cada vez mais suscetíveis às nossas dúvidas e
críticas. A religião, a política, a mídia e a ciência já não são mais
do mesmo modo consideradas como fontes das quais brotariam a
certeza dos fatos e os devidos caminhos a seguir. Com frequência
e intensidade aparentemente inéditas, a crença e a confiança que
nelas assentávamos passaram a ser ladeadas ou suplantadas por
suspeitas e por ceticismos, por postura crítica e por
emancipações.
Carlos Piovezani, Luzmara Curcino e Vanice Sargentini. O discurso e as verdades: relações entre a fala, os
feitos e os fatos. In: Luzmara Curcino, Vanice Sargentini e Carlos Piovezani. Discurso e (pós)verdade. São
Paulo: Parábola, 2021, p.7-18 (com adaptações).
I No primeiro período do segundo parágrafo, a supressão da forma pronominal “nos” empregada imediatamente antes de “permitem” preservaria a correção gramatical do texto e as informações nele veiculadas. II No terceiro período do segundo parágrafo, a supressão do vocábulo “como” empregado imediatamente após “consideradas” preservaria a correção gramatical do texto. III No segundo período do segundo parágrafo, a supressão de “antes” preservaria a coerência do texto.
Assinale a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
área da linguística que se ocupa em contribuir para a
solução de problemas judiciais e que auxilia também na
compreensão de discursos e interações produzidos em ambiente
jurídico chamamos de linguística forense. Pouco ainda se fala e
se conhece sobre a aplicação da linguística à esfera forense,
apesar de muitos crimes serem cometidos unicamente ou
parcialmente por meio da língua, como a calúnia, a injúria, a
difamação, a ameaça, o estelionato e a extorsão.
Ao produzir um texto, oral ou escrito, o sujeito lança mão
de um vasto repertório lexical e regras de ordenação sintática
pertencentes à gramática de seu idioma. Entretanto, esse arranjo
não é feito da mesma forma por diferentes pessoas. Ao falarmos
ou ao escrevermos, organizamos o material linguístico que está
disponível em nosso acervo mental de uma forma única, afinal
cada indivíduo constituiu seu vocabulário a partir de experiências
também únicas. Isso significa que imprimimos nosso estilo em
nossos textos, deixando nele nossa “assinatura”. Esse uso
individual do idioma é chamado de idioleto, ou seja, é como se
fosse um dialeto pessoal, uma marca identitária daquele
indivíduo. Embasada nisso, a linguística forense procura
desenvolver metodologias que auxiliem no processo de
atribuição de autoria de um determinado texto.
Welton Pereira e Silva. Linguística forense: como o linguista pode contribuir em uma demanda judicial? In:
Roseta, v. 2, n.º 2, 2019 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso clínico 1A1-I
Artur, com 7 anos de idade, tem desenvolvido crises de
raiva e irritabilidade. Durante a avaliação psicológica, sua mãe
relatou que ele tem histórico de problemas escolares, com
queixas de heteroagressividade entre os colegas, professores e
assistentes da escola e, ainda, que não atende a comandos, possui
baixa tolerância a frustrações e reação extrema quando da
imposição de regras e limites. A mãe contou que ela e o pai de
Artur são separados desde quando a criança tinha dois anos de
idade; eles tinham muitos conflitos e divergiam sobre a criação
do filho. Atualmente, ela tem a guarda unilateral de Artur. Por
fim, informou que, havia 15 dias, Artur iniciou medicação
prescrita pelo psiquiatra, que o encaminhou para o
psicodiagnóstico.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso clínico 1A1-I
Artur, com 7 anos de idade, tem desenvolvido crises de
raiva e irritabilidade. Durante a avaliação psicológica, sua mãe
relatou que ele tem histórico de problemas escolares, com
queixas de heteroagressividade entre os colegas, professores e
assistentes da escola e, ainda, que não atende a comandos, possui
baixa tolerância a frustrações e reação extrema quando da
imposição de regras e limites. A mãe contou que ela e o pai de
Artur são separados desde quando a criança tinha dois anos de
idade; eles tinham muitos conflitos e divergiam sobre a criação
do filho. Atualmente, ela tem a guarda unilateral de Artur. Por
fim, informou que, havia 15 dias, Artur iniciou medicação
prescrita pelo psiquiatra, que o encaminhou para o
psicodiagnóstico.
I A hora de jogo diagnóstica constitui um instrumento técnico que poderá ser utilizado para melhor compreender a realidade de Artur. II Por não constituir uma demanda psicoterápica, a entrevista com professores ou equipe escolar de Artur não é recomendada. III A entrevista lúdica pode ser utilizada no caso de Artur, sendo um processo estruturado e sistematizado de avaliação psicodiagnóstica infantil. IV O rapport é uma condição fundamental no processo de avaliação psicológica de Artur.
Estão certos apenas os itens
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaCID-10 e DSM
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaExames Mentais e Funções Psíquicas
Caso clínico 1A1-II
Jéssica, com 35 anos de idade, procurou a unidade de
pronto atendimento mais próxima de sua casa, por estar sentindo
dor no peito, falta de ar e inquietação. Após avaliação médica,
ela foi encaminhada para atendimento psicológico na rede de
atenção. Na consulta com psicólogo, ela relatou: “Tem mais de
oito meses que as coisas ficaram mais difíceis. Só quero ficar em
casa, me irrito com facilidade e estou sempre com dor de cabeça
e cansada. Me preocupo com tudo. Não consigo me controlar.
Sei que não faz bem, mas penso que meus filhos só têm a mim,
que somos só eu e eles nessa cidade. Nunca tive apoio do pai
deles. Já passamos muitas necessidades. Se não fosse minha
vizinha, não sei o que seria de nós. Sinto um aperto no peito que
não passa. Nos últimos dias tenho sentido falta de ar,
principalmente, no início da noite. Tem um ano que perdi minha
mãe. Ela faleceu às 18 h. Não sei se tem relação, mas meus dias
depois do falecimento dela, nunca mais foram os mesmos.
Quando começa a escurecer, o medo aumenta, a angústia e a falta
de ar ficam incontroláveis. Minha concentração nunca foi boa.
Mas tenho sentido uma piora grande. Tenho problemas para
dormir e fazer as coisas em casa. Estou desempregada há mais de
cinco meses. Acabei perdendo o emprego por conta desses meus
problemas” (sic).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaCID-10 e DSM
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaExames Mentais e Funções Psíquicas
Caso clínico 1A1-III
Eduardo, 35 anos de idade, apresenta quadro de
esquizofrenia, caracterizado por: delírios, alucinações,
comportamento bizarro e discurso desorganizado. Em consulta
psiquiátrica, relatou que ratos habitavam seu cérebro e
conduziam seu pensamento. Pouco tempo depois, de forma
inesperada, se calou. O profissional, então, perguntou a Eduardo
por que ele parou de falar. Eduardo disse: “falar, falar, falar…
pensamento parou. Acho que os meus raquilinos não me
deixarão falar” (sic).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A respeito de desenvolvimento organizacional, assinale a opção
correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container