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Considerando os dispositivos constitucionais e a jurisprudência
do STF sobre as funções essenciais à justiça é correto afirmar
que dirimir conflitos de atribuições entre membros do Ministério
Público Federal e de Ministérios Públicos estaduais compete
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Tabela 4A3-I
Os dados a seguir referem-se à demanda por resmas de
papel em um órgão público, durante os meses de janeiro a maio
de 2021.
2021
mês consumo
(unidades)
janeiro 100
fevereiro 150
março 175
abril 200
maio 300
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Recomenda-se, de forma majoritária, que a classificação de
documentos de arquivo seja baseada fundamentalmente
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Na arquivística, a sequência de operações intelectuais e físicas
para guarda de documentos é chamada de
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- SintaxeConectivos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto CG1A1-I
Há relações diversas e fundamentais entre o discurso e as
verdades. Ao longo da história, já se acreditou que a verdade
existiria independentemente da linguagem, que nada mais seria,
além de sua mera expressão. Também já se afirmou que as coisas
ditas seriam entraves ou acessos à verdadeira essência dos seres e
fenômenos. Já foi dito ainda que as verdades consistiriam em
construções históricas dos fatos, para as quais o discurso é
decisivo. Mais recentemente, vimos multiplicarem-se as
alegações de que os fatos não existem, de sorte que haveria
apenas versões e interpretações alternativas.
No que se refere às tendências contemporâneas de
conceber as relações entre discurso e verdade, elas são
frequentemente consideradas um movimento libertário, uma vez
que nos permitem desprender-nos de dogmas, ortodoxias e
autoridades exclusivas de pesadas e passadas tradições. Assim,
domínios e instituições que antes nos guiavam, com base em suas
verdades fundamentais e numa quase cega fé que depositávamos
nelas, tornam-se cada vez mais suscetíveis às nossas dúvidas e
críticas. A religião, a política, a mídia e a ciência já não são mais
do mesmo modo consideradas como fontes das quais brotariam a
certeza dos fatos e os devidos caminhos a seguir. Com frequência
e intensidade aparentemente inéditas, a crença e a confiança que
nelas assentávamos passaram a ser ladeadas ou suplantadas por
suspeitas e por ceticismos, por postura crítica e por
emancipações.
Carlos Piovezani, Luzmara Curcino e Vanice Sargentini. O discurso e as verdades: relações entre a fala, os
feitos e os fatos. In: Luzmara Curcino, Vanice Sargentini e Carlos Piovezani. Discurso e (pós)verdade. São
Paulo: Parábola, 2021, p.7-18 (com adaptações).
I No primeiro período do segundo parágrafo, a supressão da forma pronominal “nos” empregada imediatamente antes de “permitem” preservaria a correção gramatical do texto e as informações nele veiculadas. II No terceiro período do segundo parágrafo, a supressão do vocábulo “como” empregado imediatamente após “consideradas” preservaria a correção gramatical do texto. III No segundo período do segundo parágrafo, a supressão de “antes” preservaria a coerência do texto.
Assinale a opção correta.
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Texto CG1A1-II
área da linguística que se ocupa em contribuir para a
solução de problemas judiciais e que auxilia também na
compreensão de discursos e interações produzidos em ambiente
jurídico chamamos de linguística forense. Pouco ainda se fala e
se conhece sobre a aplicação da linguística à esfera forense,
apesar de muitos crimes serem cometidos unicamente ou
parcialmente por meio da língua, como a calúnia, a injúria, a
difamação, a ameaça, o estelionato e a extorsão.
Ao produzir um texto, oral ou escrito, o sujeito lança mão
de um vasto repertório lexical e regras de ordenação sintática
pertencentes à gramática de seu idioma. Entretanto, esse arranjo
não é feito da mesma forma por diferentes pessoas. Ao falarmos
ou ao escrevermos, organizamos o material linguístico que está
disponível em nosso acervo mental de uma forma única, afinal
cada indivíduo constituiu seu vocabulário a partir de experiências
também únicas. Isso significa que imprimimos nosso estilo em
nossos textos, deixando nele nossa “assinatura”. Esse uso
individual do idioma é chamado de idioleto, ou seja, é como se
fosse um dialeto pessoal, uma marca identitária daquele
indivíduo. Embasada nisso, a linguística forense procura
desenvolver metodologias que auxiliem no processo de
atribuição de autoria de um determinado texto.
Welton Pereira e Silva. Linguística forense: como o linguista pode contribuir em uma demanda judicial? In:
Roseta, v. 2, n.º 2, 2019 (com adaptações).
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Texto CG2A1-I
Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades
densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”,
quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade
de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma
só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte,
vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e
industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da
área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem
uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as
grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de
favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento
podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a
causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da
concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos
do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que,
mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de
viver na cidade.
Muitas cidades eram mais densamente povoadas no
passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem
menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e
baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de
pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as
áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se
desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses
subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das
instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias
físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados
Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode
alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que,
vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.
Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
I suprimido. II substituído por vírgula. III substituído por parêntese.
Assinale a opção correta.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto CG2A1-I
Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades
densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”,
quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade
de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma
só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte,
vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e
industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da
área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem
uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as
grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de
favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento
podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a
causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da
concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos
do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que,
mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de
viver na cidade.
Muitas cidades eram mais densamente povoadas no
passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem
menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e
baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de
pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as
áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se
desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses
subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das
instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias
físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados
Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode
alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que,
vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.
Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
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Texto CG2A1-II
A atenção é uma vantagem evolutiva e tanto, pois permite
que o animal concentre sua capacidade cognitiva (um recurso
finito e sempre escasso) em determinada coisa e, a partir daí,
tente entendê-la — podendo antecipar-se, ou reagir melhor, a ela.
Preste atenção a seu s predadores, ou a su as presas, e você terá
mais chance de comer e não ser comido. Atenção é útil para todo
animal. Tanto é assim que ela emana do sistema límbico: a parte
mais interna e antiga do cérebro, que o Homo sapiens
compartilha com diversas espécies. A mente humana tem um
desejo insaciável de encontrar coisas novas e interessantes, e
dedicar atenção a elas.
A Internet é uma fonte praticamente inesgotável de coisas
nas quais prestar atenção. Nela, o conteúdo e os serviços
costumam ser gratuitos, pois seus criadores ganham dinheiro
publicando anúncios, que também atrairão nossa atenção (e
somente a partir daí, quem sabe, poderão nos induzir a comprar
ou consumir algum produto). Percebeu? A principal mercadoria
do Google não é o bu scador, os mapas ou o Gmail. É a su a
atenção, que ele coleta e revende. A atenção é a maior riqueza
das empresas de Internet. Fez fortunas, criou gigantes, mudou o
mundo. Por isso há tanta gente lutando por ela: a loja do sistema
Android tem 2,1 milhões de aplicativos; a do sistema utilizado
pelo iPhone, 1,8 milhão.
Superinteressante. Edição do Kindle,
out./ 2019, p. 28 (com adaptações).
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2086350
Ano: 2021
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-AP
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-AP
Provas:
O botnet consiste em
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