Foram encontradas 180 questões.
- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADPF: Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental
De acordo com o STF, a interrupção da divulgação integral, por
parte do Poder Executivo Federal e do Ministério da Saúde, dos
dados epidemiológicos relativos à pandemia da covid-19
representa
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O princípio arquivístico básico que fundamenta as principais
funções arquivísticas é o
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- Avaliação de Documentos
- Ciclo Vital dos DocumentosTeoria das Três Idades
- Ciclo Vital dos DocumentosTransferência e Recolhimento de Documentos
- Gestão de Documentos
Conforme a tabela de temporalidade, uma das possibilidades de
destinação final de arquivos é a
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Texto CG1A1-II
área da linguística que se ocupa em contribuir para a
solução de problemas judiciais e que auxilia também na
compreensão de discursos e interações produzidos em ambiente
jurídico chamamos de linguística forense. Pouco ainda se fala e
se conhece sobre a aplicação da linguística à esfera forense,
apesar de muitos crimes serem cometidos unicamente ou
parcialmente por meio da língua, como a calúnia, a injúria, a
difamação, a ameaça, o estelionato e a extorsão.
Ao produzir um texto, oral ou escrito, o sujeito lança mão
de um vasto repertório lexical e regras de ordenação sintática
pertencentes à gramática de seu idioma. Entretanto, esse arranjo
não é feito da mesma forma por diferentes pessoas. Ao falarmos
ou ao escrevermos, organizamos o material linguístico que está
disponível em nosso acervo mental de uma forma única, afinal
cada indivíduo constituiu seu vocabulário a partir de experiências
também únicas. Isso significa que imprimimos nosso estilo em
nossos textos, deixando nele nossa “assinatura”. Esse uso
individual do idioma é chamado de idioleto, ou seja, é como se
fosse um dialeto pessoal, uma marca identitária daquele
indivíduo. Embasada nisso, a linguística forense procura
desenvolver metodologias que auxiliem no processo de
atribuição de autoria de um determinado texto.
Welton Pereira e Silva. Linguística forense: como o linguista pode contribuir em uma demanda judicial? In:
Roseta, v. 2, n.º 2, 2019 (com adaptações).
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Texto CG2A1-I
Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades
densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”,
quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade
de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma
só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte,
vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e
industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da
área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem
uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as
grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de
favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento
podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a
causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da
concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos
do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que,
mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de
viver na cidade.
Muitas cidades eram mais densamente povoadas no
passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem
menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e
baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de
pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as
áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se
desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses
subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das
instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias
físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados
Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode
alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que,
vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.
Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
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Texto CG2A1-I
Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades
densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”,
quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade
de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma
só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte,
vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e
industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da
área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem
uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as
grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de
favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento
podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a
causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da
concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos
do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que,
mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de
viver na cidade.
Muitas cidades eram mais densamente povoadas no
passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem
menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e
baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de
pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as
áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se
desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses
subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das
instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias
físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados
Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode
alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que,
vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.
Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
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- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Texto CG2A1-I
Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades
densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”,
quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade
de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma
só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte,
vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e
industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da
área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem
uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as
grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de
favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento
podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a
causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da
concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos
do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que,
mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de
viver na cidade.
Muitas cidades eram mais densamente povoadas no
passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem
menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e
baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de
pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as
áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se
desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses
subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das
instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias
físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados
Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode
alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que,
vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.
Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
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Considerando as disposições da Lei n.º 9.784/1999 julgue os
itens a seguir.
I É vedada a delegação que tenha por objeto a edição de ato de caráter normativo. II O servidor que esteja litigando judicialmente com alguma das partes é impedido de atuar no processo administrativo. III A administração pública pode anular a qualquer tempo os atos administrativos de efeitos patrimoniais contínuos.
Assinale a opção correta.
I É vedada a delegação que tenha por objeto a edição de ato de caráter normativo. II O servidor que esteja litigando judicialmente com alguma das partes é impedido de atuar no processo administrativo. III A administração pública pode anular a qualquer tempo os atos administrativos de efeitos patrimoniais contínuos.
Assinale a opção correta.
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- ProlegômenosPrincípios da Administração PúblicaPrincípios Expressos
- ProlegômenosRegime Jurídico Administrativo
Conforme a Lei n.º 8.429/1992, os agentes públicos estão
expressamente obrigados a velar pelo princípio da
I eficiência. II legalidade. III moralidade. IV publicidade.
Estão certos apenas os itens
I eficiência. II legalidade. III moralidade. IV publicidade.
Estão certos apenas os itens
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Acerca da Lei n.º 8.429/1992, que dispõe sobre atos de
improbidade administrativa, assinale a opção correta.
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Cadernos
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