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2455378 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
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Com base no balancete de verificação de uma empresa de revenda de produtos eletrônicos XPTO Ltda., levantado em 31 de dezembro de 2012, conforme demonstrado a seguir, responda a questão.
Balancete contábil em 31.12.2013
Descrição da conta contábil REAIS
Lucros a destinar (15.000,00)
Outras despesas operacionais 15.000,00
Receitas de vendas (205.000,00)
Demais contas a receber 8.000,00
Fornecedores (45.000,00)
Empréstimos bancários (50.000,00)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (12.500,00)
Deduções de vendas 28.000,00
Estoques de revenda 80.000,00
Contas a pagar (4.000,00)
Investimentos 20.000,00
Impostos a recolher (8.000,00)
Ativos intangíveis 8.000,00
Contingências trabalhistas de LP (15.500,00)
Caixa e Equivalentes de Caixa 25.000,00
CPV 85.000,00
Títulos a receber de LP 5.000,00
Salários a pagar (9.000,00)
Capital (80.000,00)
Contas a receber de clientes 125.000,00
Imobilizado 65.000,00
Reservas de capital (75.000,00)
Despesas operacionais 63.000,00
Imposto de renda e contribuição social correntes 5.000,00
Depreciação acumulada (13.000,00)
O índice de imobilização dos recursos não correntes é
 

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Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
Ao citar a experiência da Alemanha, a autora pretende
 

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2453799 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Provas:
Com base no balancete de verificação de uma empresa de revenda de produtos eletrônicos XPTO Ltda., levantado em 31 de dezembro de 2012, conforme demonstrado a seguir, responda a questão.
Balancete contábil em 31.12.2013
Descrição da conta contábil REAIS
Lucros a destinar (15.000,00)
Outras despesas operacionais 15.000,00
Receitas de vendas (205.000,00)
Demais contas a receber 8.000,00
Fornecedores (45.000,00)
Empréstimos bancários (50.000,00)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (12.500,00)
Deduções de vendas 28.000,00
Estoques de revenda 80.000,00
Contas a pagar (4.000,00)
Investimentos 20.000,00
Impostos a recolher (8.000,00)
Ativos intangíveis 8.000,00
Contingências trabalhistas de LP (15.500,00)
Caixa e Equivalentes de Caixa 25.000,00
CPV 85.000,00
Títulos a receber de LP 5.000,00
Salários a pagar (9.000,00)
Capital (80.000,00)
Contas a receber de clientes 125.000,00
Imobilizado 65.000,00
Reservas de capital (75.000,00)
Despesas operacionais 63.000,00
Imposto de renda e contribuição social correntes 5.000,00
Depreciação acumulada (13.000,00)
O índice de liquidez geral, em R$, é
 

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Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
Considere o parágrafo final do texto:
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
Mantendo-se os sentidos originais, ele está corretamente reescrito de acordo com a norma-padrão em:
 

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Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
No texto, a autora argumenta que, no Brasil,
 

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Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
No trecho – … essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português… – (3.º parágrafo), o termo em destaque assume o sentido de
 

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2452870 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
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Com base no balancete de verificação de uma empresa de revenda de produtos eletrônicos XPTO Ltda., levantado em 31 de dezembro de 2012, conforme demonstrado a seguir, responda a questão.
Balancete contábil em 31.12.2013
Descrição da conta contábil REAIS
Lucros a destinar (15.000,00)
Outras despesas operacionais 15.000,00
Receitas de vendas (205.000,00)
Demais contas a receber 8.000,00
Fornecedores (45.000,00)
Empréstimos bancários (50.000,00)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (12.500,00)
Deduções de vendas 28.000,00
Estoques de revenda 80.000,00
Contas a pagar (4.000,00)
Investimentos 20.000,00
Impostos a recolher (8.000,00)
Ativos intangíveis 8.000,00
Contingências trabalhistas de LP (15.500,00)
Caixa e Equivalentes de Caixa 25.000,00
CPV 85.000,00
Títulos a receber de LP 5.000,00
Salários a pagar (9.000,00)
Capital (80.000,00)
Contas a receber de clientes 125.000,00
Imobilizado 65.000,00
Reservas de capital (75.000,00)
Despesas operacionais 63.000,00
Imposto de renda e contribuição social correntes 5.000,00
Depreciação acumulada (13.000,00)
O valor do capital circulante líquido, em R$, é
 

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Leia o texto para responder à questão.
Na Flip, como na Copa
RIO DE JANEIRO – Durante entrevista na Festa Literária Internacional de Paraty deste ano, o cantor Gilberto Gil criticou as arquibancadas dos estádios brasileiros em jogos da Copa das Confederações.
Poderia ter dito o mesmo sobre a plateia da Tenda dos Autores, para a qual ele e mais de 40 outros se apresentaram. A audiência do evento literário lembra muito a dos eventos Fifa: classe média alta.
Na Flip, como nas Copas por aqui, pobre só aparece “como prestador de serviço”, para citar uma participante de um protesto em Paraty, anteontem.
Como lembrou outro dos convidados da festa literária, o mexicano Juan Pablo Villalobos, esse cenário é “um espelho do que é o Brasil”.
(Marco Aurélio Canônico, Na Flip, como na Copa. Folha de S.Paulo, 08.07.2013. Adaptado)
Para responder à questão, considere a frase final do texto:
… esse cenário é “um espelho do que é o Brasil”.
No trecho, usam-se as aspas para
 

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A figura a seguir mostra um documento sendo editado no MS-Word 2010, em sua configuração padrão.
Enunciado 3019415-1
Assinale a alternativa correta em relação aos recursos de verificação ortográfica e gramatical do MS-Word 2010 aplicados aos trechos “uma pedras” e “cachoros”.
 

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Um usuário do MS-Windows 7 navega na internet por meio do Internet Explorer 9, ambos em configuração padrão. Ao clicar com o botão direito (com o mouse configurado para destros) sobre um link de uma página, uma das opções exibidas permite abrir o link em uma nova guia. Usar a opção para abrir em nova guia .
Assinale a alternativa que completa o enunciado corretamente.
 

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