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Foram encontradas 1.540 questões.

3238934 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG

Leia este trecho.

Se você é chegado em variedades, vai ter motivos para se sentir satisfeito ao passear pelo Centro Histórico da cidade. É que lá você encontra lojas de roupas, decoração e artesanato, além dos ateliês e casas culturais, das cafeterias e dos restaurantes. Ou seja, o Centro Histórico tem quase tudo para agradar a quem gosta de diversidade.

A expressão conectiva “ou seja” nesse trecho sinaliza uma

 

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3238933 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
Assinale a alternativa em que o uso do gerúndio compromete a articulação das ideias expressas nas orações.
 

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3238932 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
Assinale a alternativa em que a conjunção ou locução conjuntiva sublinhada NÃO está analisada de maneira adequada.
 

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3238931 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
Assinale a alternativa cujo texto apresenta problema gramatical.
 

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3238930 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG

Leia este trecho.

A ansiedade leva as pessoas a priorizar as informações negativas e examiná-las de forma detalhada. Incita-as a focar toda atenção no que as preocupa em um momento específico, mantendo-as atenta para que possam se prevenir de consequências que podem ser prejudiciais.

Assinale a alternativa que esclarece sobre o problema de redação encontrado nesse trecho.

 

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3238929 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

No estado americano de Oregon, o lixo está deixando de ser um problema para

virar fonte de energia limpa e produzida de forma inovadora. No aterro Columbia

Ridge, que recebe 35 mil toneladas de lixo por semana, resíduos orgânicos e

inorgânicos são transformados em gás em um processo digno de ficção científica,

que envolve as palavras átomos e plasma − o quarto estado da matéria, que constitui

as estrelas e grande parte do Universo.

A maneira mais comum de gerar energia a partir do lixo ainda é a incineração.

Entretanto, ela lança poluentes na atmosfera (por mais que haja sistemas para

prender os gases provenientes da queima, parte deles escapa). No Columbia Ridge,

o lixo não é queimado, mas superaquecido. Após ser triturado, os resíduos são

jogados em um tanque com oxigênio e vapor d’água a 815°C. O calor evapora até

85% do material, que vira gás e vai para uma câmara já separada para ser

reaproveitado.

O lixo triturado que resiste a esta primeira etapa passa para outro tanque. Lá, a

temperatura é dos infernos: 10 mil°C, graças a uma descarga elétrica gerada por dois

eletrodos. E aí vem o pulo do gato do método. Com a alta temperatura, o material se

transforma em plasma, que é parecido com o gás, porém mais denso e com mais

íons. Essas características fazem com que perca suas ligações químicas e volte a

seus átomos originais, como carbono e hidrogênio, que são reaproveitados como

combustível e fertilizante. “Sabemos dessa capacidade do plasma há mais de

décadas. Mas, para chegar aos eletrodos, precisamos de muita pesquisa”, afirma

Jeff Surma, cofundador da S4, que comanda o projeto, encomendado pelo governo

de Oregon.

O pouco material que ainda resta depois de tanto esforço para destroçá-lo em

átomos é embalado em vidro e pode ser usado na fabricação de asfalto e aço.

Sem geração de resíduos e poluentes, o único porém do método é o preço:

quatro vezes mais para cada quilo de lixo se comparado à queima de resíduos. Mas,

para poupar o meio ambiente e esvaziar os aterros (37% deles estão lotados em todo

o mundo), pode valer investir na técnica.

CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)


CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)
Assinale a alternativa em que NÃO há encapsulamento (rotulação) feito por meio de uma expressão nominal.
 

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3238928 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

No estado americano de Oregon, o lixo está deixando de ser um problema para

virar fonte de energia limpa e produzida de forma inovadora. No aterro Columbia

Ridge, que recebe 35 mil toneladas de lixo por semana, resíduos orgânicos e

inorgânicos são transformados em gás em um processo digno de ficção científica,

que envolve as palavras átomos e plasma − o quarto estado da matéria, que constitui

as estrelas e grande parte do Universo.

A maneira mais comum de gerar energia a partir do lixo ainda é a incineração.

Entretanto, ela lança poluentes na atmosfera (por mais que haja sistemas para

prender os gases provenientes da queima, parte deles escapa). No Columbia Ridge,

o lixo não é queimado, mas superaquecido. Após ser triturado, os resíduos são

jogados em um tanque com oxigênio e vapor d’água a 815°C. O calor evapora até

85% do material, que vira gás e vai para uma câmara já separada para ser

reaproveitado.

O lixo triturado que resiste a esta primeira etapa passa para outro tanque. Lá, a

temperatura é dos infernos: 10 mil°C, graças a uma descarga elétrica gerada por dois

eletrodos. E aí vem o pulo do gato do método. Com a alta temperatura, o material se

transforma em plasma, que é parecido com o gás, porém mais denso e com mais

íons. Essas características fazem com que perca suas ligações químicas e volte a

seus átomos originais, como carbono e hidrogênio, que são reaproveitados como

combustível e fertilizante. “Sabemos dessa capacidade do plasma há mais de

décadas. Mas, para chegar aos eletrodos, precisamos de muita pesquisa”, afirma

Jeff Surma, cofundador da S4, que comanda o projeto, encomendado pelo governo

de Oregon.

O pouco material que ainda resta depois de tanto esforço para destroçá-lo em

átomos é embalado em vidro e pode ser usado na fabricação de asfalto e aço.

Sem geração de resíduos e poluentes, o único porém do método é o preço:

quatro vezes mais para cada quilo de lixo se comparado à queima de resíduos. Mas,

para poupar o meio ambiente e esvaziar os aterros (37% deles estão lotados em todo

o mundo), pode valer investir na técnica.

CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)


CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)
“Lá, a temperatura é dos infernos: 10 mil°C, graças a uma descarga elétrica gerada por dois eletrodos.” (linhas 13-15)
A função dos dois pontos nesse trecho é
 

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3238927 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

No estado americano de Oregon, o lixo está deixando de ser um problema para

virar fonte de energia limpa e produzida de forma inovadora. No aterro Columbia

Ridge, que recebe 35 mil toneladas de lixo por semana, resíduos orgânicos e

inorgânicos são transformados em gás em um processo digno de ficção científica,

que envolve as palavras átomos e plasma − o quarto estado da matéria, que constitui

as estrelas e grande parte do Universo.

A maneira mais comum de gerar energia a partir do lixo ainda é a incineração.

Entretanto, ela lança poluentes na atmosfera (por mais que haja sistemas para

prender os gases provenientes da queima, parte deles escapa). No Columbia Ridge,

o lixo não é queimado, mas superaquecido. Após ser triturado, os resíduos são

jogados em um tanque com oxigênio e vapor d’água a 815°C. O calor evapora até

85% do material, que vira gás e vai para uma câmara já separada para ser

reaproveitado.

O lixo triturado que resiste a esta primeira etapa passa para outro tanque. Lá, a

temperatura é dos infernos: 10 mil°C, graças a uma descarga elétrica gerada por dois

eletrodos. E aí vem o pulo do gato do método. Com a alta temperatura, o material se

transforma em plasma, que é parecido com o gás, porém mais denso e com mais

íons. Essas características fazem com que perca suas ligações químicas e volte a

seus átomos originais, como carbono e hidrogênio, que são reaproveitados como

combustível e fertilizante. “Sabemos dessa capacidade do plasma há mais de

décadas. Mas, para chegar aos eletrodos, precisamos de muita pesquisa”, afirma

Jeff Surma, cofundador da S4, que comanda o projeto, encomendado pelo governo

de Oregon.

O pouco material que ainda resta depois de tanto esforço para destroçá-lo em

átomos é embalado em vidro e pode ser usado na fabricação de asfalto e aço.

Sem geração de resíduos e poluentes, o único porém do método é o preço:

quatro vezes mais para cada quilo de lixo se comparado à queima de resíduos. Mas,

para poupar o meio ambiente e esvaziar os aterros (37% deles estão lotados em todo

o mundo), pode valer investir na técnica.

CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)


CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)
Assinale a alternativa em que o sentido da palavra sublinhada foi incorretamente identificado nos colchetes.
 

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3238926 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

No estado americano de Oregon, o lixo está deixando de ser um problema para

virar fonte de energia limpa e produzida de forma inovadora. No aterro Columbia

Ridge, que recebe 35 mil toneladas de lixo por semana, resíduos orgânicos e

inorgânicos são transformados em gás em um processo digno de ficção científica,

que envolve as palavras átomos e plasma − o quarto estado da matéria, que constitui

as estrelas e grande parte do Universo.

A maneira mais comum de gerar energia a partir do lixo ainda é a incineração.

Entretanto, ela lança poluentes na atmosfera (por mais que haja sistemas para

prender os gases provenientes da queima, parte deles escapa). No Columbia Ridge,

o lixo não é queimado, mas superaquecido. Após ser triturado, os resíduos são

jogados em um tanque com oxigênio e vapor d’água a 815°C. O calor evapora até

85% do material, que vira gás e vai para uma câmara já separada para ser

reaproveitado.

O lixo triturado que resiste a esta primeira etapa passa para outro tanque. Lá, a

temperatura é dos infernos: 10 mil°C, graças a uma descarga elétrica gerada por dois

eletrodos. E aí vem o pulo do gato do método. Com a alta temperatura, o material se

transforma em plasma, que é parecido com o gás, porém mais denso e com mais

íons. Essas características fazem com que perca suas ligações químicas e volte a

seus átomos originais, como carbono e hidrogênio, que são reaproveitados como

combustível e fertilizante. “Sabemos dessa capacidade do plasma há mais de

décadas. Mas, para chegar aos eletrodos, precisamos de muita pesquisa”, afirma

Jeff Surma, cofundador da S4, que comanda o projeto, encomendado pelo governo

de Oregon.

O pouco material que ainda resta depois de tanto esforço para destroçá-lo em

átomos é embalado em vidro e pode ser usado na fabricação de asfalto e aço.

Sem geração de resíduos e poluentes, o único porém do método é o preço:

quatro vezes mais para cada quilo de lixo se comparado à queima de resíduos. Mas,

para poupar o meio ambiente e esvaziar os aterros (37% deles estão lotados em todo

o mundo), pode valer investir na técnica.

CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)


CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)
Em todas as alternativas, os termos sublinhados são elementos que atuam na conexão desse texto, EXCETO em
 

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3238925 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: MPE-MG
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

O FUTURO DO LIXO
Aterro usa plasma para gerar energia a partir de resíduos

No estado americano de Oregon, o lixo está deixando de ser um problema para

virar fonte de energia limpa e produzida de forma inovadora. No aterro Columbia

Ridge, que recebe 35 mil toneladas de lixo por semana, resíduos orgânicos e

inorgânicos são transformados em gás em um processo digno de ficção científica,

que envolve as palavras átomos e plasma − o quarto estado da matéria, que constitui

as estrelas e grande parte do Universo.

A maneira mais comum de gerar energia a partir do lixo ainda é a incineração.

Entretanto, ela lança poluentes na atmosfera (por mais que haja sistemas para

prender os gases provenientes da queima, parte deles escapa). No Columbia Ridge,

o lixo não é queimado, mas superaquecido. Após ser triturado, os resíduos são

jogados em um tanque com oxigênio e vapor d’água a 815°C. O calor evapora até

85% do material, que vira gás e vai para uma câmara já separada para ser

reaproveitado.

O lixo triturado que resiste a esta primeira etapa passa para outro tanque. Lá, a

temperatura é dos infernos: 10 mil°C, graças a uma descarga elétrica gerada por dois

eletrodos. E aí vem o pulo do gato do método. Com a alta temperatura, o material se

transforma em plasma, que é parecido com o gás, porém mais denso e com mais

íons. Essas características fazem com que perca suas ligações químicas e volte a

seus átomos originais, como carbono e hidrogênio, que são reaproveitados como

combustível e fertilizante. “Sabemos dessa capacidade do plasma há mais de

décadas. Mas, para chegar aos eletrodos, precisamos de muita pesquisa”, afirma

Jeff Surma, cofundador da S4, que comanda o projeto, encomendado pelo governo

de Oregon.

O pouco material que ainda resta depois de tanto esforço para destroçá-lo em

átomos é embalado em vidro e pode ser usado na fabricação de asfalto e aço.

Sem geração de resíduos e poluentes, o único porém do método é o preço:

quatro vezes mais para cada quilo de lixo se comparado à queima de resíduos. Mas,

para poupar o meio ambiente e esvaziar os aterros (37% deles estão lotados em todo

o mundo), pode valer investir na técnica.

CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)


CORDEIRO, Tiago. Revista Galileu. n. 250. Maio 2012, p. 21 (Texto adaptado)
Em relação ao texto, é CORRETO afirmar que,
 

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