Foram encontradas 50 questões.
A figura abaixo ilustra a janela do editor de textos LibreOffice Writer 3.5.5 (idioma Português), com um texto em edição.

Assinale a alternativa que apresenta a configuração que garante a aparência da página do texto acima.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.

Sobre a propaganda, analise as afirmativas.
I - Foi produzida a partir da imagem do povo brasileiro como alegre e apreciador de praia.
II - As escolhas lexicais na escrita do texto pertencem ao campo semântico da cidade e do trabalho.
III - A conjunção da linguagem verbal e não verbal intensifica a imagem pretendida do brasileiro, leitor da propaganda.
Está correto o que se afirma em
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Os critérios de nomenclatura de rochas ígneas são padronizados internacionalmente pela sistemática adotada pela IUGS (International Union of Geological Sciences), conforme diagrama abaixo, que também é conhecido como nomenclatura de Streckeisen, em que o nome das rochas é definido pela proporção dos principais minerais formadores de rocha.

Diagrama QFAP da sistemática da IUGS (simplificado) para classificação de rochas ígneas com índice de cor (M) < 90 com os principais nomes-raiz para rochas ígneas intrusivas: Q-quartzo; F-feldspatoide; A-feldspato alcalino; P-plagioclásio.
Com base nesse diagrama, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Uma rocha constituída por minerais félsicos quartzo, e em torno de 20% de plagioclásios e em proporções equivalentes de feldspato alcalino, será classificada no triângulo superior.
( ) A linha AP da figura divide o diagrama em dois triângulos; o triângulo inferior é utilizado para denominar rochas alcalinas.
( ) O nome–raiz da rocha é obtido a partir dos campos definidos nesse diagrama e acrescido de informações adicionais relevantes, tais como textura ou pela presença abundante de algum mineral.
( ) Rochas ultramáficas podem ser classificadas pelas proporções que apresentam entre seus constituintes félsicos: feldspatos alcalinos, plagioclásio, quartzo.
Marque a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.

Sobre os recursos discursivos dados, assinale a afirmativa correta.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.

Quanto aos recursos linguístico-textuais, assinale a afirmativa correta.
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Um sistema de juntas é caracterizado por duas ou mais famílias de juntas. Uma família de juntas ocorre quando um conjunto de juntas paralelas ou subparalelas apresentam um padrão.
Sobre o assunto, analise as figuras.

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o número de famílias dos sistemas representados nas figuras 1, 2 e 3.
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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Qual é a posição sobre a publicidade de cerveja defendida pelo editorial?
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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Cada gênero discursivo se caracteriza por determinadas marcas composicionais.
Sobre as marcas do gênero editorial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Aborda tema do momento em discussão na sociedade.
( ) Expressa o ponto de vista do jornal a que pertence.
( ) Possui linguagem com nuanças literárias, a exemplo de figuras de linguagem.
( ) Possui uma estrutura argumentativa a fim de persuadir o leitor.
Assinale a sequência correta.
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As orientações das feições geológicas planares são obtidas pela bússola de geólogo.
A figura abaixo apresenta os termos de orientação espacial dessas estruturas.

Marque a alternativa que apresenta a orientação das medidas obtidas pela bússola representadas pelas linhas ou planos 1, 2 e 3, respectivamente.
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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
A coluna da esquerda apresenta tipos de argumentos e a da direita, exemplos do texto contra a publicidade de cerveja.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
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1 – Argumento de autoridade
2 – Argumento lógico |
( ) O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. |
| ( ) No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente. | |
| ( ) A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade. | |
| ( ) Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. |
Assinale a sequência correta.
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