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Foram encontradas 50 questões.

A figura abaixo ilustra a janela do editor de textos LibreOffice Writer 3.5.5 (idioma Português), com um texto em edição.
Enunciado 3554107-1
Assinale a alternativa que apresenta a configuração que garante a aparência da página do texto acima.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.
Enunciado 3135581-1
Sobre a propaganda, analise as afirmativas.
I - Foi produzida a partir da imagem do povo brasileiro como alegre e apreciador de praia.
II - As escolhas lexicais na escrita do texto pertencem ao campo semântico da cidade e do trabalho.
III - A conjunção da linguagem verbal e não verbal intensifica a imagem pretendida do brasileiro, leitor da propaganda.
Está correto o que se afirma em
 

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2443565 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFMT
Orgão: MPE-MT
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Fortalecimento e expansão de experiências de intervenção comunitária, como consultórios de rua, ações no território, atenção domiciliar e outros, articulados à atenção básica e visando à inclusão social, dizem respeito
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.
Enunciado 3092022-1
Sobre os recursos discursivos dados, assinale a afirmativa correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.
Enunciado 3050310-1
Quanto aos recursos linguístico-textuais, assinale a afirmativa correta.
 

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2441941 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFMT
Orgão: MPE-MT
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De acordo com a Resolução CNAS n.º 109/09 que apresenta a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, as formas de acesso à Proteção Básica de Assistência Social devem se dar por
 

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2441768 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: MPE-MT
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Sobre as funções do governo federal em relação à Política Nacional de Educação – LDBEN n.º 9.394/96, considere os itens:
I - Estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos assegurando formação básica comum.
II - Executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação integrando e coordenando as suas ações e as dos municípios.
III - Elaborar o Plano Nacional de Educação em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
Estão corretos os itens
 

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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Qual é a posição sobre a publicidade de cerveja defendida pelo editorial?
 

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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Cada gênero discursivo se caracteriza por determinadas marcas composicionais.
Sobre as marcas do gênero editorial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Aborda tema do momento em discussão na sociedade.
( ) Expressa o ponto de vista do jornal a que pertence.
( ) Possui linguagem com nuanças literárias, a exemplo de figuras de linguagem.
( ) Possui uma estrutura argumentativa a fim de persuadir o leitor.
Assinale a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
A coluna da esquerda apresenta tipos de argumentos e a da direita, exemplos do texto contra a publicidade de cerveja.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – Argumento de autoridade
2 – Argumento lógico
( ) O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência.
( ) No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
( ) A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
( ) Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente.
Assinale a sequência correta.
 

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