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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Qual é a posição sobre a publicidade de cerveja defendida pelo editorial?
 

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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Cada gênero discursivo se caracteriza por determinadas marcas composicionais.
Sobre as marcas do gênero editorial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Aborda tema do momento em discussão na sociedade.
( ) Expressa o ponto de vista do jornal a que pertence.
( ) Possui linguagem com nuanças literárias, a exemplo de figuras de linguagem.
( ) Possui uma estrutura argumentativa a fim de persuadir o leitor.
Assinale a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
Propaganda a ser limitada
É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
A coluna da esquerda apresenta tipos de argumentos e a da direita, exemplos do texto contra a publicidade de cerveja.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – Argumento de autoridade
2 – Argumento lógico
( ) O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência.
( ) No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
( ) A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
( ) Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente.
Assinale a sequência correta.
 

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Analise o mapa das mesorregiões de Mato Grosso e as tabelas com informações sobre a agropecuária do Estado.

Enunciado 3017561-1

Considerando como indicadores de modernização da agropecuária os dados pertinentes ao número de empresas autorizadas a comercializar agrotóxicos e o número de tratores, analise as afirmativas.

I - A mesorregião Norte mato-grossense formada pelas microrregiões de Aripuanã, Alta Floresta, Colider, Arinos, Parecis, Alto Teles Pires, Sinop e Paranatinga apresenta os maiores indicadores de modernização.

II - A mesorregião Centro-Sul mato-grossense inclui as microrregiões Norte Araguaia, Canarana e Médio Araguaia e evidencia elevadas taxas de modernização que superam as demais mesorregiões do estado.

III - A mesorregião Sudeste mato-grossense que inclui as microrregiões de Rondonópolis, Primavera do Leste, Tesouro e Alto Araguaia apresenta o segundo maior indicador de comercialização de agrotóxicos do Estado de Mato Grosso.

Está correto o que se afirma em

 

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Sobre a Música Popular Brasileira (MPB), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Gênero musical surgido em meados dos anos 60 da fusão da Bossa Nova com as influências dos Centros Populares de Cultura.
( ) As músicas elaboradas nesse gênero não têm sofisticação nem fidelidade à raiz brasileira.
( ) Durante a ditadura militar, a MPB passou a fazer parte de uma ampla frente de oposição a tal regime.
( ) Em seu início, a MPB teve como marca o nacionalismo e uma busca pela aproximação com o samba tradicional como o de Cartola.
Assinale a sequência correta.
 

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2439775 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFMT
Orgão: MPE-MT
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A coluna da esquerda apresenta o conjunto de chips de um chipset e a da direita, suas funções.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – Chip da ponte norte
2 – Chip da ponte sul
( ) Controlador de Memória (se disponível)
( ) Controlador PCI Express (se disponível)
( ) Relógio de Tempo Real (RTC)
( ) Memória de configuração (CMOS)
Marque a sequência correta.
 

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Em junho de 2012, organizações governamentais e não governamentais, ambientalistas e movimentos sociais que integram os mais variados fóruns nacionais e internacionais discutiram o futuro do planeta no evento denominado RIO+20, Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável.
Sobre o assunto, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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2436756 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFMT
Orgão: MPE-MT
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Assinale a alternativa que apresenta unicamente barramentos de entrada/saída.
 

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2435404 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFMT
Orgão: MPE-MT
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Sobre restrições em banco de dados relacionais, analise as afirmativas.
I - As restrições baseadas em esquema são inerentes ao modelo de dados e por isso devem ser expressas e impostas pelos programas de aplicação.
II - A restrição de integridade referencial declara que uma tupla em uma relação, que faz referência à outra relação, deve se referir a uma tupla existente nessa outra relação.
III - A restrição de dependência funcional especifica que o valor de um conjunto de atributos X determina o valor de um conjunto de atributos Y em todos os estados de uma relação.
IV - As restrições de chave especificam que, dentro de cada tupla de uma relação, o valor de cada atributo A deve ser um valor atômico do domínio dom (A).
Estão corretas as afirmativas
 

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INSTRUÇÃO: Leia o editorial abaixo e responda à questão.
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É grande a força do lobby de cervejarias, TV e agências de propaganda. Mais uma vez, conseguiu evitar que a publicidade de cervejas fosse equiparada à das demais bebidas alcoólicas e proibida das 6h às 21 horas.
O projeto de lei do Executivo restituindo um pouco de lógica à legislação que regula a propaganda de álcool estava pronto para ser votado. Mas um acordo entre parlamentares e governo conseguiu retirar a urgência da proposta, que agora fica sem prazo para ir ao plenário.
Em termos de saúde pública e ciência, não há justificativa para tratar a publicidade de bebidas alcoólicas de qualquer gradação de forma diversa da do tabaco, que é vedada quase totalmente. O álcool é uma droga psicoativa com elevado potencial para provocar dependência. Estudo da Organização Mundial da Saúde atribui ao abuso etílico 3,2% das mortes ocorridas no planeta (cerca de 1,8 milhão de óbitos anuais). Metade delas tem como causa doenças, e a outra metade, ferimentos. No Brasil, dados da Secretaria Nacional Antidrogas (2005) apontam que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente.
Não se trata de proibir o consumo de álcool, mas esses números deixam claro, por outro lado, que ninguém deveria ser estimulado a beber. A propaganda é uma atividade legítima para a esmagadora maioria dos produtos e serviços existentes. O caso das drogas lícitas é uma exceção. A Constituição Federal, em seu artigo 220, prevê restrições a esse tipo de publicidade.
Não faz, portanto, sentido a campanha que a Associação Brasileira de Agências de Publicidade mantém desde o final de abril afirmando que a restrição à publicidade de cervejas teria o mesmo efeito que proibir “a fabricação de abridores de garrafa”.
Louvar as virtudes reais ou imaginárias de abridores de garrafa não costuma levar jovens a consumir quantidades crescentes de drogas psicotrópicas. Já a propaganda de cervejas o faz.
(Folha de São Paulo, 11/5/2008. In CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Sobre a linguagem empregada no editorial, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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