Magna Concursos

Foram encontradas 70 questões.

2379901 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Nordeste: mito e realidade

De modo geral, quase todos os problemas do Nordeste são atribuídos às adversidades climáticas, à ausência ou à escassez das chuvas. É comum ouvirmos dizer que as secas assolam, maltratam os nordestinos. Mas será que é isso mesmo o que acontece? Ou será que é só isso mesmo?

Não se podem negar os graves efeitos sociais e econômicos causados pela seca. Quando ela ocorre, o sertanejo observa, impotente, sua lavoura morrer, seu gado minguar, os pequenos rios secarem, ocasião em que sua “tragédia” é exibida para todo o Brasil e até mesmo para outros países pelos meios de comunicação.

Os poderes públicos, então, se manifestam anunciando, nos mesmos órgãos de imprensa, medidas que serão tomadas para combater a seca, projetos que serão executados a médio e longo prazos e a liberação de verbas que serão destinadas à distribuição de alimentos, água, remédios etc.

A cada nova catástrofe, a cada nova “calamidade pública” esse procedimento se repete. Mas essas medidas não solucionam o problema. Na próxima seca prolongada, tudo será igual ou pior, dependendo da sua intensidade e duração.

Acontece que os fenômenos naturais – que ocorrem independentemente da vontade dos homens – não justificam todo o peso que lhes é atribuído. A seca existe, sim. A pobreza no Nordeste, também. No entanto, não é possível estabelecer uma relação direta entre seca e pobreza.

Os problemas do Nordeste não se resumem à seca, fator tão divulgado e explorado, graças ao interesse de uma minoria preocupada apenas em tirar proveito de uma situação “aparentemente” criada pela natureza.

Para entendermos a problemática da região, é preciso que deixemos de lado as aparências e investiguemos as reais causas que produziram e produzem um Nordeste tão pobre, tão maltratado e com tantas injustiças e desigualdades sociais.

Ao colocarmos a seca como sua causa principal, estaremos deixando de lado as inegáveis vantagens econômicas e políticas que ela traz para alguns setores e estaremos reduzindo à mera fatalidade climática o subdesenvolvimento e a opressão.

A seca apenas acentua uma situação de injustiça historicamente criada.

(Yná Andrighetti. Nordeste: mito e realidade. São Paulo: Moderna, 1998, pp. 7-10. Adaptado.)

De acordo com o texto, a justificativa maior para os problemas sociais e econômicos do Nordeste encontra-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2379900 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Nordeste: mito e realidade

De modo geral, quase todos os problemas do Nordeste são atribuídos às adversidades climáticas, à ausência ou à escassez das chuvas. É comum ouvirmos dizer que as secas assolam, maltratam os nordestinos. Mas será que é isso mesmo o que acontece? Ou será que é só isso mesmo?

Não se podem negar os graves efeitos sociais e econômicos causados pela seca. Quando ela ocorre, o sertanejo observa, impotente, sua lavoura morrer, seu gado minguar, os pequenos rios secarem, ocasião em que sua “tragédia” é exibida para todo o Brasil e até mesmo para outros países pelos meios de comunicação.

Os poderes públicos, então, se manifestam anunciando, nos mesmos órgãos de imprensa, medidas que serão tomadas para combater a seca, projetos que serão executados a médio e longo prazos e a liberação de verbas que serão destinadas à distribuição de alimentos, água, remédios etc.

A cada nova catástrofe, a cada nova “calamidade pública” esse procedimento se repete. Mas essas medidas não solucionam o problema. Na próxima seca prolongada, tudo será igual ou pior, dependendo da sua intensidade e duração.

Acontece que os fenômenos naturais – que ocorrem independentemente da vontade dos homens – não justificam todo o peso que lhes é atribuído. A seca existe, sim. A pobreza no Nordeste, também. No entanto, não é possível estabelecer uma relação direta entre seca e pobreza.

Os problemas do Nordeste não se resumem à seca, fator tão divulgado e explorado, graças ao interesse de uma minoria preocupada apenas em tirar proveito de uma situação “aparentemente” criada pela natureza.

Para entendermos a problemática da região, é preciso que deixemos de lado as aparências e investiguemos as reais causas que produziram e produzem um Nordeste tão pobre, tão maltratado e com tantas injustiças e desigualdades sociais.

Ao colocarmos a seca como sua causa principal, estaremos deixando de lado as inegáveis vantagens econômicas e políticas que ela traz para alguns setores e estaremos reduzindo à mera fatalidade climática o subdesenvolvimento e a opressão.

A seca apenas acentua uma situação de injustiça historicamente criada.

(Yná Andrighetti. Nordeste: mito e realidade. São Paulo: Moderna, 1998, pp. 7-10. Adaptado.)

Pela compreensão global do texto, pode-se perceber que a argumentação do autor, a certa altura do texto, assume uma direção contrária. Isso fica evidente na alternativa:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2379899 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI
Nordeste: mito e realidade
De modo geral, quase todos os problemas do Nordeste são atribuídos às adversidades climáticas, à ausência ou à escassez das chuvas. É comum ouvirmos dizer que as secas assolam, maltratam os nordestinos. Mas será que é isso mesmo o que acontece? Ou será que é só isso mesmo?
Não se podem negar os graves efeitos sociais e econômicos causados pela seca. Quando ela ocorre, o sertanejo observa, impotente, sua lavoura morrer, seu gado minguar, os pequenos rios secarem, ocasião em que sua “tragédia” é exibida para todo o Brasil e até mesmo para outros países pelos meios de comunicação.
Os poderes públicos, então, se manifestam anunciando, nos mesmos órgãos de imprensa, medidas que serão tomadas para combater a seca, projetos que serão executados a médio e longo prazos e a liberação de verbas que serão destinadas à distribuição de alimentos, água, remédios etc.
A cada nova catástrofe, a cada nova “calamidade pública” esse procedimento se repete. Mas essas medidas não solucionam o problema. Na próxima seca prolongada, tudo será igual ou pior, dependendo da sua intensidade e duração.
Acontece que os fenômenos naturais – que ocorrem independentemente da vontade dos homens – não justificam todo o peso que lhes é atribuído. A seca existe, sim. A pobreza no Nordeste, também. No entanto, não é possível estabelecer uma relação direta entre seca e pobreza.
Os problemas do Nordeste não se resumem à seca, fator tão divulgado e explorado, graças ao interesse de uma minoria preocupada apenas em tirar proveito de uma situação “aparentemente” criada pela natureza.
Para entendermos a problemática da região, é preciso que deixemos de lado as aparências e investiguemos as reais causas que produziram e produzem um Nordeste tão pobre, tão maltratado e com tantas injustiças e desigualdades sociais.
Ao colocarmos a seca como sua causa principal, estaremos deixando de lado as inegáveis vantagens econômicas e políticas que ela traz para alguns setores e estaremos reduzindo à mera fatalidade climática o subdesenvolvimento e a opressão.
A seca apenas acentua uma situação de injustiça historicamente criada.
(Yná Andrighetti. Nordeste: mito e realidade. São Paulo: Moderna, 1998, pp. 7-10. Adaptado.)
Considerando as idéias expressas no Texto, podemos reconhecer que se trata:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Nordeste: mito e realidade
De modo geral, quase todos os problemas do Nordeste são atribuídos às adversidades climáticas, à ausência ou à escassez das chuvas. É comum ouvirmos dizer que as secas assolam, maltratam os nordestinos. Mas será que é isso mesmo o que acontece? Ou será que é só isso mesmo?
Não se podem negar os graves efeitos sociais e econômicos causados pela seca. Quando ela ocorre, o sertanejo observa, impotente, sua lavoura morrer, seu gado minguar, os pequenos rios secarem, ocasião em que sua “tragédia” é exibida para todo o Brasil e até mesmo para outros países pelos meios de comunicação.
Os poderes públicos, então, se manifestam anunciando, nos mesmos órgãos de imprensa, medidas que serão tomadas para combater a seca, projetos que serão executados a médio e longo prazos e a liberação de verbas que serão destinadas à distribuição de alimentos, água, remédios etc.
A cada nova catástrofe, a cada nova “calamidade pública” esse procedimento se repete. Mas essas medidas não solucionam o problema. Na próxima seca prolongada, tudo será igual ou pior, dependendo da sua intensidade e duração.
Acontece que os fenômenos naturais – que ocorrem independentemente da vontade dos homens – não justificam todo o peso que lhes é atribuído. A seca existe, sim. A pobreza no Nordeste, também. No entanto, não é possível estabelecer uma relação direta entre seca e pobreza.
Os problemas do Nordeste não se resumem à seca, fator tão divulgado e explorado, graças ao interesse de uma minoria preocupada apenas em tirar proveito de uma situação “aparentemente” criada pela natureza.
Para entendermos a problemática da região, é preciso que deixemos de lado as aparências e investiguemos as reais causas que produziram e produzem um Nordeste tão pobre, tão maltratado e com tantas injustiças e desigualdades sociais.
Ao colocarmos a seca como sua causa principal, estaremos deixando de lado as inegáveis vantagens econômicas e políticas que ela traz para alguns setores e estaremos reduzindo à mera fatalidade climática o subdesenvolvimento e a opressão.
A seca apenas acentua uma situação de injustiça historicamente criada.
(Yná Andrighetti. Nordeste: mito e realidade. São Paulo: Moderna, 1998, pp. 7-10. Adaptado.)
Pelo título do texto – Nordeste: mito e realidade – já se pode inferir que o tema será tratado numa perspectiva:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
169843 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Analise a consulta abaixo e marque a alternativa que indica o que ocorrerá quando o usuário tentar executar a referida consulta. Considere que o usuário não criou uma tabela chamada dual.

SELECT SYSDATE FROM DUAL;

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
169841 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Qual a função Transact-SQL que deve ser utilizada no espaço vazio (após a palavra chave SELECT) para que a consulta retorne o dia do pedido mais 21 dias?

SELECT __________(day, 21, diaDoPedido)

AS dias
FROM pedidos

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
169514 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Em relação ao modelo entidade-relacionamento, marque abaixo a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
169496 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Às vezes precisamos utilizar de recursos mais avançados do SQL para conseguir realizar algumas consultas. Um destes recursos é o uso de subconsultas. Dessa maneira, indique qual o retorno da consulta abaixo:

select nome,
salario,
100 *( salário / (select
sum(salario) from funcionario) )
from funcionário

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
169383 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

A linguagem de definição de dados (DDL) contempla diversos comandos SQL para a definição de estruturas de dados. Marque abaixo a alternativa que representa um comando desta linguagem.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
169371 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: NUCEPE
Orgão: MPE-PI

Uma das principais funcionalidades de um SGBD é o controle de transações. O modelo convencional de transação se baseia em quatro propriedades, conhecidas como ACID. Qual das afirmativas abaixo se relaciona com a propriedade de durabilidade?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas