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Foram encontradas 60 questões.

2482306 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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As ações de promoção e prevenção de saúde à criança na rede básica têm como principal objetivo
 

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2482248 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Em pacientes acamados por longos períodos, observa-se com frequência o desenvolvimento de úlcera por pressão em áreas suscetíveis, tais como:
 

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2481792 Ano: 2014
Disciplina: Legislação do Ministério Público
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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De acordo com a Lei Orgânica do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (Lei Estadual n.° 7.669/82), no que diz com a organização e atribuições, assinale a alternativa correta.
 

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2481746 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Durante a internação hospitalar de uma criança com Síndrome Nefrótica, um cuidado prioritário de enfermagem deve ser
 

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2481481 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável da atenção ao processo do nascimento e, notadamente, quando se analisa a influência que este conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública, procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado à saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas.
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras, ao interagirem com as famílias, além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada à consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita as famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Considere as seguintes afirmações sobre substituição de segmentos do texto.
I. Caso a forma verbal resultou fosse substituída por foi a consequência, duas outras alterações deveriam ser feitas na frase.
II. Se a expressão faz parte fosse substituída por se incorpora, uma outra alteração na frase seria necessária.
III. Caso a forma verbal relaciona-se fosse substituída por estabelece relação, não seriam necessárias outras alterações na frase.
Quais estão corretas?
 

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2481315 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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O infarto agudo do miocárdio foi responsável por 60.080 óbitos no Brasil em 2004, sendo a principal causa isolada de morte no país. São manifestações clínicas do infarto agudo do miocárdio:
 

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2480988 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) estão entre os problemas de saúde pública mais frequentes no Brasil e em todo o mundo, sendo atualmente consideradas o principal fator facilitador da transmissão sexual do HIV.
Com base nessa informação, considere as seguintes ações.
1. Tratar os pacientes com diagnóstico confirmado de DST procedendo à investigação epidemiológica.
2. Disponibilizar testes anti-HIV e de sífilis.
3. Proceder ao registro e à notificação do caso.
4. Coletar materiais para exames laboratoriais na primeira consulta.
Quais delas são atribuições dos profissionais de saúde na Atenção Básica para o controle das DSTs?
 

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2480084 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável da atenção ao processo do nascimento e, notadamente, quando se analisa a influência que este conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública, procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado à saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas.
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras, ao interagirem com as famílias, além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada à consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita as famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Considere as seguintes afirmações sobre a palavra trabalhadoras.
I. Nela ocorre o mesmo sufixo que existe na palavra lavrador.
II. Ela contém sufixo que acrescenta à base o significado de ‘agente’.
III. Ela pode pertencer tanto à classe dos adjetivos como à dos substantivos.
Quais estão corretas?
 

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2480059 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável(a) da atenção ao processo do nascimento e, notadamente, quando se analisa a influência que este conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública, procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil(b) de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado à saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados(c) de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas(d).
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras, ao interagirem com as famílias, além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados(e)”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada à consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita as famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Assinale a alternativa em que a palavra proposta constitui um sinônimo adequado para a palavra do texto, considerando o contexto em que ocorre.
 

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2479752 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável da atenção ao processo do nascimento e, notadamente, quando se analisa a influência que este conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública, procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado à saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas.
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras, ao interagirem com as famílias, além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada à consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita as famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Considere as seguintes afirmações sobre substituição de segmentos do texto.
I. A substituição de A literatura por Os textos especializados exigiria mudança na concordância de duas formas verbais no período.
II. A substituição de Várias trabalhadoras por Uma funcionária exigiria mudança na concordância de quatro outros elementos no período.
III. A substituição de alguns rituais por o ato cerimonial exigiria mudança na concordância de três outros elementos no período.
Quais estão corretas?
 

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