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Foram encontradas 60 questões.

2492990 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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A crise psiquiátrica pode acometer desde crianças até idosos nas mais diversas situações. A atenção à crise está associada prioritariamente à oferta de uma atenção longitudinal nos contextos de vida das pessoas.
Com base nos pressupostos do Ministério da Saúde apresentados para a atenção à crise psiquiátrica, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes ações.
( ) Potencializar e qualificar todos os pontos da Rede de Atenção Psicossocial para desenvolver intervenção nas situações de urgência/ emergência e no cuidado longitudinal.
( ) Priorizar a internação psiquiátrica e retirar o usuário de seu contexto de vida, até que os sintomas psiquiátricos sejam suprimidos.
( ) Excluir o hospital psiquiátrico do circuito assistencial, anulando a oferta de leitos e a valorização da existência de serviços de urgência e emergência psiquiátrica nesta instituição.
( ) Lembrar que ao acolher uma pessoa em situação limite deve-se ter em mente que a crise é compreendida como condição pessoal.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2492962 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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A imunização contra a coqueluche faz parte do esquema vacinal preconizado pelo Ministério da Saúde do Brasil. É ofertada no primeiro ano de vida da criança, na rede básica de saúde, com a administração de três doses da vacina. O primeiro reforço para imunização contra a coqueluche está indicado
 

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2492931 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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De acordo com o Estatuto e Regime Único dos Servidores Civis do Estado do Rio Grande do Sul (Lei Estadual n.° 10.098/94), o deslocamento do servidor com o respectivo cargo, de um quadro de pessoal ou entidade para outro do mesmo Poder, cujos planos de cargos e vencimentos sejam idênticos, chama-se:
 

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2492264 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Em uma maternidade, no exame obstétrico da parturiente identificou-se apresentação fetal córmica. Isto indica que
 

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2490767 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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O vírus da imunodeficiência humana (HIV), agente etiológico da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), é usualmente transmitido por quaisquer meios que incluam contato com esperma, sangue e fluidos vaginais. Outro mecanismo de transmissão da referida síndrome ocorre
 

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2489790 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável da atenção ao processo do nascimento e, notadamente, quando se analisa a influência que este conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública, procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado à saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas.
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras, ao interagirem com as famílias, além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada à consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita as famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Considere as seguintes afirmações sobre palavras e segmentos do texto.
I. Na linha 8, as duas ocorrências da palavra onde poderiam ser substituídas por em que, sem acarretar erro gramatical ou alteração do significado.
II. Na linha 18, a locução haja vista poderia ser substituída por haja visto, caso em que concordaria com o segmento o depoimento.
III. Na linha 23, o segmento Não é raro poderia ser substituído por Não é frequente, sem acarretar erro gramatical ou alteração do significado.
Quais estão corretas?
 

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2489529 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Mundialmente, os cânceres da cabeça e pescoço correspondem a 10% dos tumores malignos, e aproximadamente 40% dos cânceres dessa localização ocorrem na cavidade oral. Como em outras neoplasias malignas, o câncer de boca tem o seu desenvolvimento estimulado pela interação de fatores ambientais e fatores do hospedeiro, próprios do indivíduo. São os chamados fatores de risco. Entre os fatores de risco de câncer de boca, está
 

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2489510 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável da atenção ao processo do nascimento(a) e, notadamente, quando se analisa a influência que este(a) conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública(b), procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa(b) unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias(c) que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste(c) contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado à saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas.
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras(e), ao interagirem com as famílias(d), além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus(d) símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas(e) como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada à consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita as famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Assinale a alternativa em que se estabelece uma relação correta entre um pronome do texto e o segmento a que se refere.
 

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2488571 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Em razão da autonomia funcional e administrativa assegurada ao Ministério Público, considere as seguintes afirmações.

I. O ingresso na carreira do Ministério Público far-se-á mediante concurso público de provas e títulos, exigindo-se do Bacharel em Direito, no mínimo, um ano de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil implementada na data da posse.

II. O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. Se a proposta, no entanto, não for encaminhada dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, caberá ao Poder Executivo, levando em consideração a média dos valores aprovados para o Ministério Público nos últimos cinco anos, elaborá-la.

III. A destituição do Procurador-Geral República, por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.

Quais estão corretas?

 

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2488522 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
A literatura revela que são poucos os estudos que auxiliam na compreensão das maternidades como realidades clínicas, ou seja, como espaços simbólicos de interações, poderes e saberes envolvidos nos processos terapêuticos do cuidar em enfermagem. Especialmente, quando se coloca em relevo a compreensão da cultura como um conceito antropológico que é inseparável da atenção ao processo do nascimento e, notadamente, quando se analisa a influência que este conceito tem para a prática da enfermagem.
Recortando a realidade a partir de uma tese de doutorado que resultou na elaboração de uma etnografia em Alojamento Conjunto (AC) de uma instituição pública, procurou-se investigar as percepções que as trabalhadoras de enfermagem dessa unidade têm sobre a cultura durante o processo de cuidar das famílias que vivenciam o nascimento no hospital. O AC, considerado como uma realidade clínica, é interpretado, neste contexto, como um espaço simbólico, onde vários atores sociais se relacionam e onde as práticas e os saberes da enfermagem e das famílias relacionados ao nascimento são um campo fértil de aproximações e distanciamentos. O estudo configurou-se como pesquisa de natureza qualitativa e foi desenvolvido em uma unidade de AC de uma maternidade pública brasileira. Teve como informantes 19 trabalhadoras de enfermagem de nível médio.
As trabalhadoras interpretam a rede de símbolos e significados das famílias como sendo "crenças", um termo amplamente utilizado na cultura organizacional como referência a um conjunto de conhecimentos e práticas que faz parte do sistema familiar ou popular de cuidado saúde e que não mantém qualquer tipo de aproximação com o modelo profissional. A definição se concentra na interpretação de que a cultura relaciona-se com crenças, valores e práticas contrastados de modo evolucionista e fruto de tradições, feixes de hábitos ou excentricidades ultrapassadas.
Tal representação aparenta ligação com comunidades “ignorantes” (independente do nível de escolaridade), no sentido que não têm acesso à “modernidade” e comumente distantes dos grandes centros urbanos, como as rurais e indígenas, por exemplo, haja vista o depoimento de uma das trabalhadoras: “A índia, a mestiça e a lavradora têm crenças que são bem interessantes”. Várias trabalhadoras, ao interagirem com as famílias, além de restringirem cultura à excentricidade e, em consequência, à arbitrariedade, ligam seus símbolos e significados a respeito do nascimento com valores tradicionais, concebidos por elas como estando muito próximos de adjetivos como “rígidos” e “estagnados”. Também há, na rede simbólica das trabalhadoras, uma forte tonalidade direcionada consolidação de identidades culturais. Não é raro, por exemplo, que alguns rituais desenvolvidos pelas famílias sejam entendidos como “coisa de gente da roça” ou “as índias são assim mesmo”, numa reação perigosa do ponto de vista antropológico, já que sujeita famílias quase que de imediato a um rótulo comportamental.
Os resultados principais da pesquisa mostram que a cultura das famílias é interpretada como algo residual, irrelevante e como obstáculo a ser superado. Apresenta-se como um conhecimento que tem pouco ou nenhum status, principalmente se equiparado com o conhecimento biomédico necessário para cuidar de mulheres e recém-nascidos durante o nascimento.
Adaptado de: MONTICELLI, M.; ELSEN, I. A cultura como obstáculo: percepções da enfermagem no cuidado às famílias em alojamento conjunto. Texto contexto - Enferm. vol. 15, n. 1 Florianópolis, jan./mar. 2006.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, nesta ordem.
 

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