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Read text and answer question below:
The good oil boys club
It should have been a day of high excitement. A public auction on July 15th marked the end of a 77-year monopoly on oil exploration and production by Pemex, Mexico`s state-owned oil company, and ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was considered unimaginable.
The Mexican government had hoped that its fi rstever auction of shallow-water exploration blocks in the Gulf of Mexico would successfully launch the modernisation of its energy industry. In the run-up to the bidding, Mexico had sought to be as accommodating as its historic dislike for foreign oil companies allowed it to be. Juan Carlos Zepeda, head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator, had put a premium on transparency, saying there was “zero room” for favouritism.
When prices of Mexican crude were above $100 a barrel last year (now they are around $50), the government had spoken optimistically of a bonanza. It had predicted that four to six blocks would be sold, based on international norms.
It did not turn out that way. The results fell well short of the government’s hopes and underscore how residual resource nationalism continues to plague the Latin American oil industry. Only two of 14 exploration blocks were awarded, both going to the same Mexican-led trio of energy firms. Officials blamed the disappointing outcome on the sagging international oil market, but their own insecurity about appearing to sell the country’s oil too cheap may also have been to blame, according to industry experts. On the day of the auction, the fi nance ministry set minimum-bid requirements that some considered onerously high; bids for four blocks were disqualified because they failed to reach the official floor.
(Source: http://www.economist.com/news/business/21657827-latinamericas-oil-fi rms-need-more-foreign-capital-historic-auctionmexico-shows)
As stated in the passage, the public auction
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Read text and answer question below:
The good oil boys club
It should have been a day of high excitement. A public auction on July 15th marked the end of a 77-year monopoly on oil exploration and production by Pemex, Mexico`s state-owned oil company, and ushered in a new era of foreign investment in Mexican oil that until a few years ago was considered unimaginable.
The Mexican government had hoped that its fi rstever auction of shallow-water exploration blocks in the Gulf of Mexico would successfully launch the modernisation of its energy industry. In the run-up to the bidding, Mexico had sought to be as accommodating as its historic dislike for foreign oil companies allowed it to be. Juan Carlos Zepeda, head of the National Hydrocarbons Commission, the regulator, had put a premium on transparency, saying there was “zero room” for favouritism.
When prices of Mexican crude were above $100 a barrel last year (now they are around $50), the government had spoken optimistically of a bonanza. It had predicted that four to six blocks would be sold, based on international norms.
It did not turn out that way. The results fell well short of the government’s hopes and underscore how residual resource nationalism continues to plague the Latin American oil industry. Only two of 14 exploration blocks were awarded, both going to the same Mexican-led trio of energy firms. Officials blamed the disappointing outcome on the sagging international oil market, but their own insecurity about appearing to sell the country’s oil too cheap may also have been to blame, according to industry experts. On the day of the auction, the fi nance ministry set minimum-bid requirements that some considered onerously high; bids for four blocks were disqualified because they failed to reach the official floor.
(Source: http://www.economist.com/news/business/21657827-latinamericas-oil-fi rms-need-more-foreign-capital-historic-auctionmexico-shows)
According to text above, Juan Carlos Zepeda
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- FundamentosPotenciação e RadiciaçãoRadiciação
- FundamentosPotenciação e RadiciaçãoPotenciação
- Álgebra
Considerando-se os números:
a=(((240 )√2 )2 )1/4; b =(((320)√2/2) 2 ) e c = (710) -8√2/2) -1/2
pode-se, com certeza, afirmar que:
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( ) No plano geográfico, é notória a unidade da América Latina como fruto de sua continuidade continental.
( ) Ainda hoje, nós, latino-americanos, vivemos como se fôssemos um arquipélago de ilhas que se comunicam por mar e pelo ar e que com mais frequência se voltam para fora, para os grandes centros econômicos mundiais, do que para dentro.
( ) Efetivamente, a unidade geográfica jamais funcionou aqui como fator de unificação porque as distintas implantações coloniais das quais nasceram as sociedades latino-americanas coexistiram sem conviver, ao longo dos séculos. Cada uma delas se relacionava diretamente com a metrópole colonial.
( ) Toda a vastidão continental se rompe em nacionalidades singulares.
( ) A essa base física, porém, não corresponde uma estrutura sociopolítica unificada, nem mesmo uma coexistência ativa e interaturante.
(Adaptação de Darcy Ribeiro, América Latina: a pátria grande, p. 3)
A sequência correta é:
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Leia com atenção o texto abaixo.
Hoje em dia vemos muitas matérias em jornais, títulos de livros, artigos em periódicos e magazines que usam a palavra crise: “crise financeira”, “crise política”, “crise moral”, “crise existencial”, “crise da representação”, “crise do livro”, “crise da educação” etc. Quando começamos a ler estes textos, frequentemente nos damos conta de que são narrativas em que se projetam imagens de uma estabilidade antes inexistente, seguida por uma decadência ou fim de alguma coisa. Em outras palavras, presume-se que algo estável (o mundo das finanças, a política, a moral, a existência humana, o livro...) perde esta condição ou tem esta condição colocada em xeque. A crise é apresentada, então, como um problema, sem que se argumente que há também um problema nessas narrativas. Qual?
Muitas vezes a presumida “estabilidade” que existiria antes e que supostamente é ameaçada na crise é apenas uma idealização que nunca correspondeu a uma realidade efetiva. Claro, a partir dessa idealização, pode-se criticar o que se presume ser uma ameaça, decadência ou fim; mas a crítica é feita em relação ao que foi idealizado anteriormente.
(Adaptado de José Luís Jobim. Literatura e cultura: do nacional ao transnacional, 2013, p. 67)
Os verbos “perder” e “ter", no período “Em outras palavras, presume-se que algo estável (o mundo das finanças, a política, a moral, a existência humana, o livro...) perde esta condição ou tem esta condição colocada em xeque”, têm, como sujeito,
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Nem muros, nem cercas, nem mares. Muito menos passaportes: quando uma pessoa decide abandonar seu próprio país para tentar uma vida melhor em outro lugar, nenhuma dessas barreiras é suficiente para dissuadi-la. As fronteiras europeias nunca estiveram tão fechadas e, ao mesmo tempo, nunca tantos imigrantes ilegais entraram no continente. Um estudo da Frontex, agência europeia de vigilância das fronteiras, aponta que, entre julho e setembro de 2014, cerca de 110 mil pessoas chegaram à Europa clandestinamente por terra e sobretudo por mar. Este número é quase três vezes maior do que o pico da Primavera Árabe, em 2011.
Até então, a maior catástrofe do tipo havia sido o naufrágio próximo à ilha de Lampedusa, que fez 366 vítimas fatais em 2013. Na época houve uma grande mobilização para o caso, chamando a atenção para a realidade dos imigrantes clandestinos. Logo após o ocorrido, a marinha italiana lançou uma operação humanitária e militar batizada Mare Nostrum, que tinha como objetivo socorrer pessoas à deriva.
(Adaptação da reportagem “Por um porto seguro", de Amanda
Lourenço (revista Caros amigos, ano XIX, nº 220, julho 2015)
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Leia o texto que se segue.
Na área ficcional, opondo-se 1__ inconsciência, ou seja, reagindo 2__ má consciência, haveremos de governar, dentro do possível, a obra em geral e, em particular, as personagens. Negaremos 3 __ personagens, honestamente, qualquer parcela de vontade. Cada uma será assim porque nos pareceu, quase sempre ao cabo de cálculos e ensaios, acréscimos e cortes, que assim devia ser; e está no relato porque foi necessário, porque julgamos oportuno dar-lhe uma função ainda que fosse 4__ de parecer disponível. Nem uma palavra lhes será disponível sem licença ou aprovação. Ainda que alguns dos seus remotos modelos possam existir fora de nós, só existem 5__ partir do momento em que nossas palavras o efetivam.
(Adaptado de Osman Lins, Guerra sem testemunhas, 1974, p. 16)
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Leia com atenção o texto abaixo.

( ) Muito se tem escrito sobre crise na atualidade.
( ) A noção de crise é falsa, fruto da ansiedade do mundo contemporâneo.
( ) Atualmente o mundo passa por um período de crise nos mais diversos setores.
( ) A noção de crise se constrói quando alguma forma de estabilidade é vista como ameaçada.
( ) Quando se fala em crise, não se problematiza a noção de estabilidade com a qual a ideia de crise se relaciona.
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