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No marketing interativo:
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Para FORNI (2018), “[c]omunicação de crise é o ato de processar efetivamente as informações sobre um evento negativo, com os principais stakeholders: empregados, mídia, clientes, acionistas, fornecedores e tantos outros, conforme a natureza da crise”. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir sobre como uma organização deve conduzir a comunicação de crise.
I. Todos os públicos que tenham alguma relação com a organização atingida pela crise precisam ser informados e tranquilizados;
II. A organização deve delegar à mídia o comando da comunicação e entregar informações, mesmo parciais, rapidamente, para que os repórteres cuidem da opinião pública durante a crise;
III. A comunicação interna deve ser a última a ser planejada pela organização, pois em situações de crise, os colaboradores evitam falar com a mídia e preferem por ela ser informados.
Está correto o que se afirma em:
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Ao definir o campo da comunicação pública, Jorge Duarte propõe quatro eixos centrais, que indicam pré-requisitos para a ação dos agentes e instituições que lidam com a comunicação de interesse público, a saber: transparência, acesso, interação e ouvidoria social.
Sobre o último, é correto afirmar que:
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A quarta fase, que prevê o detalhamento do plano, contempla o(a):
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Para avaliar o estágio de desenvolvimento das comunicações internas, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), em sua pesquisa de Tendências em Comunicação Interna para 2024, usou os conceitos de Comunicação Interna (CI) 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0. Embora não sejam fases cronológicas, cada passagem de fase representa evoluções tecnológicas e incremento na participação dos colaboradores na comunicação interna.
Por isso, nos 9% das empresas pesquisadas que estão na fase CI 4.0, a comunicação:
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Recentemente, o professor Wilson Bueno publicou, em seu LinkedIn, um artigo intitulado “Organizações democráticas não têm medo da Rádio Peão. Mas as chefias autoritárias fogem dela como o diabo da cruz!”.
Em um dos trechos, o autor afirma que “A Rádio Peão não é tão feia como a pintam e, o que é mais significativo, ela faz parte do processo de comunicação de qualquer organização. Ela é democrática porque frequenta organizações de qualquer porte e tem a capacidade de arrebanhar ouvintes atentos em qualquer lugar do País ou do exterior (ou você pensa que só as organizações brasileiras têm a sua companhia?)”.
Sobre a chamada “Rádio Peão”, é correto afirmar que:
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Texto 1
“A reportagem documental permite (e talvez exija) maior originalidade nas aberturas. É possível usar recursos factuais ou de ação, roubados à fact-story ou à action-story. A de fatos costuma limitar-se aos mesmos, mas sempre há maneiras especiais de fazê-lo (...). Sair da convencional abertura informativa, em busca de estilo mais literário, pode ser uma alternativa para interessar o leitor.” (SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem. Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986, p. 68)
Texto 2
“O ano era 1957. Morávamos no bairro de Pinheiros, em São Paulo, em uma casa pequena, insuficiente para acomodar pai com escritório, mãe, sete filhos de todas as idades e a Babá, que passara a ocupar a função de cozinheira. Minha mãe durante a metade daquele ano procurou outra moradia para sair da que se viu obrigada a se instalar às pressas, havia dois anos, quando chegamos da Itália. Certa noite ela anunciou que finalmente encontrara uma casa que Papai teria condições de alugar, onde caberíamos todos. Lembro-me bem da minha decepção quando, no bairro do Pacaembu, dobramos a esquina e Mamãe, realizada, disse para olharmos a casa nova. Vi uma casa velha de arquitetura meio normanda, com aspecto de total abandono e, do lado oposto da rua, outra novíssima de arquitetura estilo dos anos 1950, que, por segundos, quis que fosse a nossa.
Não consigo imaginar, hoje, um cenário que não seja este, o da rua Buri, 35, para a história da minha família. Papai e seu escritório, seus alunos, amigos, pesquisadores, as paredes forradas de livros, Mamãe, nós sete, a Babá, a Generosa, gatos, agregados, frequentadores de todas as gerações, cantorias, brincadeiras, jogos, festas com centenas de pessoas e as constantes reuniões políticas.” (HOLLANDA, Ana de. Chico Buarque aos olhos da irmã menor. Revista Piauí, edição 211, abril de 2024)
No texto 2, a abertura informativa escolhida prima por:
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O resultado dessa coleta é conhecido como clipping, que:
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