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Um baralho tradicional contém 52 cartas, divididas em quatro naipes: espadas ( ♠); copas ( ♥); ouros ( ♦); e paus ( ♣). Assim sendo, cada naipe possui 13 cartas:

  • um ás(A);
  • 9 cartas numeradas de 2 a 10; e
  • três cartas com figuras: valete (J); dama (Q); e rei (K).

Com base nas informações relativas a esse baralho tradicional, julgue os itens a seguir.

Selecionando-se uma carta ao acaso, a probabilidade de ela ser uma carta numerada, dado que ela não é um ás, é de 75%.

 

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Um baralho tradicional contém 52 cartas, divididas em quatro naipes: espadas ( ♠); copas ( ♥); ouros ( ♦); e paus ( ♣). Assim sendo, cada naipe possui 13 cartas:

  • um ás(A);
  • 9 cartas numeradas de 2 a 10; e
  • três cartas com figuras: valete (J); dama (Q); e rei (K).

Com base nas informações relativas a esse baralho tradicional, julgue os itens a seguir.

Há 312 maneiras de se selecionar duas cartas desse baralho, de modo que ambas sejam do mesmo naipe.

 

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Um baralho tradicional contém 52 cartas, divididas em quatro naipes: espadas ( ♠); copas ( ♥); ouros ( ♦); e paus ( ♣). Assim sendo, cada naipe possui 13 cartas:

  • um ás(A);
  • 9 cartas numeradas de 2 a 10; e
  • três cartas com figuras: valete (J); dama (Q); e rei (K).

Com base nas informações relativas a esse baralho tradicional, julgue os itens a seguir.

Devem ser extraídas 40 cartas, sem reposição, para a garantia de que, pelo menos, uma delas seja do naipe de paus.

 

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Um baralho tradicional contém 52 cartas, divididas em quatro naipes: espadas ( ♠); copas ( ♥); ouros ( ♦); e paus ( ♣). Assim sendo, cada naipe possui 13 cartas:

  • um ás(A);
  • 9 cartas numeradas de 2 a 10; e
  • três cartas com figuras: valete (J); dama (Q); e rei (K).

Com base nas informações relativas a esse baralho tradicional, julgue os itens a seguir.

Selecionando-se uma carta ao acaso, a probabilidade de ela ser um valete, uma dama ou um rei é de 3 em 13.

 

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Texto para os itens de 1 a 13.

1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos

centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão

condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na

4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,

hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%

da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda

7 por moradias.

Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e

públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo

10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo

crescimento desenfreado das cidades.

Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares

13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades

habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por

urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,

16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade

de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos

automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.

19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida

pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a

diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que

22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,

o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e

desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do

25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do

perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da

criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para

28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.

Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).

Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 13.

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso o trecho “cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais” (linha 10) fosse reescrito da seguinte forma: em que seus ideais surgiram da premência de tornar mínimos os impactos ambientais.

 

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Texto para os itens de 1 a 13.

1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos

centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão

condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na

4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,

hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%

da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda

7 por moradias.

Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e

públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo

10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo

crescimento desenfreado das cidades.

Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares

13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades

habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por

urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,

16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade

de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos

automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.

19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida

pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a

diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que

22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,

o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e

desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do

25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do

perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da

criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para

28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.

Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).

Em relação às ideias do texto, julgue os itens a seguir.

A partir da leitura do primeiro parágrafo, é correto inferir que o principal problema a ser enfrentado pelo Estado brasileiro, em 2050, será a oferta de moradia.

 

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Texto para os itens de 1 a 13.

1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos

centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão

condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na

4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,

hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%

da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda

7 por moradias.

Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e

públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo

10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo

crescimento desenfreado das cidades.

Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares

13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades

habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por

urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,

16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade

de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos

automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.

19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida

pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a

diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que

22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,

o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e

desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do

25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do

perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da

criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para

28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.

Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).

Em relação às ideias do texto, julgue os itens a seguir.

De acordo com o texto, a diversificação do uso dos espaços públicos é uma forma eficiente de combate à criminalidade.

 

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Texto para os itens de 1 a 13.

1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos

centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão

condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na

4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,

hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%

da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda

7 por moradias.

Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e

públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo

10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo

crescimento desenfreado das cidades.

Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares

13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades

habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por

urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,

16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade

de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos

automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.

19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida

pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a

diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que

22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,

o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e

desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do

25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do

perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da

criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para

28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.

Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).

Em relação às ideias do texto, julgue os itens a seguir.

A partir da leitura do texto, é correto inferir que a atuação dos urbanistas de cidades sustentáveis prioriza o bem-estar das pessoas e a redução dos impactos ambientais causados devido ao crescimento desenfreado das cidades.

 

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Texto para os itens de 1 a 13.

1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos

centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão

condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na

4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,

hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%

da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda

7 por moradias.

Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e

públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo

10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo

crescimento desenfreado das cidades.

Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares

13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades

habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por

urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,

16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade

de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos

automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.

19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida

pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a

diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que

22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,

o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e

desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do

25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do

perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da

criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para

28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.

Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).

Em relação às ideias do texto, julgue os itens a seguir.

A partir da leitura do terceiro parágrafo do texto, é correto o entendimento de que a “arquitetura barata para gasolina” vai de encontro aos interesses do urbanismo sustentável.

 

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1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos

centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão

condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na

4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,

hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%

da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda

7 por moradias.

Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e

públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo

10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo

crescimento desenfreado das cidades.

Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares

13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades

habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por

urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,

16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade

de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos

automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.

19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida

pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a

diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que

22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,

o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e

desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do

25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do

perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da

criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para

28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.

Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).

Em relação às ideias do texto, julgue os itens a seguir.

No texto, cujo tema central é o urbanismo sustentável, defende-se a necessidade de se repensar a forma de ocupação e a exploração das cidades, onde atualmente se concentra metade da população mundial.

 

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