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Hoje, a cidade transcende a relevância política e administrativa para se tornar um ícone da riqueza cultural brasileira. De arquitetura e urbanismo singulares, com eixos concebidos por Lucio Costa e monumentos criados por Oscar Niemeyer, transformou-se em patrimônio mundial, magnetizando visitantes de todos os cantos do planeta.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Acerca dos diversos aspectos de Brasília, do Distrito Federal e do entorno, julgue os itens de 23 a 28.
Devido às características de seu relevo, o Distrito Federal é considerado um divisor de águas. Por esse motivo, é uma das unidades da Federação com maior disponibilidade hídrica superficial per capita.
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Hoje, a cidade transcende a relevância política e administrativa para se tornar um ícone da riqueza cultural brasileira. De arquitetura e urbanismo singulares, com eixos concebidos por Lucio Costa e monumentos criados por Oscar Niemeyer, transformou-se em patrimônio mundial, magnetizando visitantes de todos os cantos do planeta.
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Acerca dos diversos aspectos de Brasília, do Distrito Federal e do entorno, julgue os itens de 23 a 28.
Criada em 1956 para gerenciar e coordenar a construção da futura nova capital, a Novacap, após a inauguração de Brasília, passou a dedicar-se apenas à manutenção dos parques e dos jardins do Distrito Federal.
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Hoje, a cidade transcende a relevância política e administrativa para se tornar um ícone da riqueza cultural brasileira. De arquitetura e urbanismo singulares, com eixos concebidos por Lucio Costa e monumentos criados por Oscar Niemeyer, transformou-se em patrimônio mundial, magnetizando visitantes de todos os cantos do planeta.
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Acerca dos diversos aspectos de Brasília, do Distrito Federal e do entorno, julgue os itens de 23 a 28.
As desigualdades existentes no Distrito Federal manifestam-se nos diversos recortes analisados: renda; habitação; mobilidade; saneamento básico; e até na arborização das diferentes regiões administrativas.
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Hoje, a cidade transcende a relevância política e administrativa para se tornar um ícone da riqueza cultural brasileira. De arquitetura e urbanismo singulares, com eixos concebidos por Lucio Costa e monumentos criados por Oscar Niemeyer, transformou-se em patrimônio mundial, magnetizando visitantes de todos os cantos do planeta.
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Acerca dos diversos aspectos de Brasília, do Distrito Federal e do entorno, julgue os itens de 23 a 28.
Segundo dados de institutos de pesquisa, em 2022 as mulheres, correspondiam a mais de 50% da população do Distrito Federal. Entretanto, os homens predominavam entre a população mais idosa.
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Hoje, a cidade transcende a relevância política e administrativa para se tornar um ícone da riqueza cultural brasileira. De arquitetura e urbanismo singulares, com eixos concebidos por Lucio Costa e monumentos criados por Oscar Niemeyer, transformou-se em patrimônio mundial, magnetizando visitantes de todos os cantos do planeta.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).
Acerca dos diversos aspectos de Brasília, do Distrito Federal e do entorno, julgue os itens de 23 a 28.
No contexto das comemorações dos 64 anos de Brasília, foi concedida a medalha do mérito distrital da cultura Seu Teodoro a diversas personalidades, entre elas artistas locais e integrantes do Executivo distrital.
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Texto para os itens de 1 a 13.
1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos
centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão
condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na
4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,
hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%
da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda
7 por moradias.
Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e
públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo
10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo
crescimento desenfreado das cidades.
Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares
13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades
habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por
urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,
16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade
de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos
automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.
19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida
pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a
diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que
22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,
o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e
desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do
25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do
perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da
criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para
28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.
Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).
Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 13.
O emprego do acento indicativo de crase em “às pessoas” (linha 23) justifica-se pela regência do verbo requerer — “requer” — e pelo emprego do artigo definido anteposto ao vocábulo “pessoas”.
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Texto para os itens de 1 a 13.
1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos
centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão
condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na
4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,
hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%
da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda
7 por moradias.
Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e
públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo
10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo
crescimento desenfreado das cidades.
Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares
13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades
habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por
urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,
16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade
de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos
automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.
19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida
pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a
diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que
22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,
o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e
desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do
25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do
perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da
criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para
28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.
Internet: <gi.globo.com> (com adaptações).
Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 13.
A inserção de vírgula imediatamente depois do vocábulo “desordenadamente” (linha 17) não prejudicaria a correção gramatical do texto.
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Texto para os itens de 1 a 13.
1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos
centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão
condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na
4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,
hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%
da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda
7 por moradias.
Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e
públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo
10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo
crescimento desenfreado das cidades.
Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares
13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades
habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por
urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,
16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade
de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos
automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.
19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida
pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a
diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que
22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,
o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e
desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do
25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do
perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da
criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para
28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.
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Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 13.
Estariam preservados os sentidos do primeiro período do terceiro parágrafo se o termo “atualmente” (linha 13) fosse deslocado para imediatamente depois do vocábulo “que”.
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Texto para os itens de 1 a 13.
1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos
centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão
condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na
4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,
hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%
da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda
7 por moradias.
Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e
públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo
10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo
crescimento desenfreado das cidades.
Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares
13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades
habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por
urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,
16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade
de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos
automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.
19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida
pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a
diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que
22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,
o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e
desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do
25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do
perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da
criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para
28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.
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Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 13.
Caso o segmento “a estimativa é” (linha 1) fosse reescrito como estimam-se, manter-se-iam a correção gramatical e o sentido original do texto.
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Texto para os itens de 1 a 13.
1 Hoje, 50% das pessoas vivem nas cidades e a estimativa é que 80% da população mundial esteja vivendo nos
centros urbanos, a maior parte, nas metrópoles, até 2050. Isso significa em torno de sete bilhões de pessoas que dividirão
condomínios, ruas, praças, centros comerciais e outros espaços urbanos. Possivelmente, se não houver uma mudança na
4 forma de ocupação e exploração das cidades, a vida nesses ambientes ficará insustentável e suscetível a crises energéticas,
hídricas e de combustíveis fósseis. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050, 60%
da população brasileira será adulta (terá em torno de 30 anos de idade), o que aumentará substancialmente à demanda
7 por moradias.
Absorver o crescimento populacional com o menor impacto ambiental possível e criar moradias, espaços privados e
públicos que permitam e incentivem o convívio humano e as relações interpessoais são dois grandes desafios do urbanismo
10 sustentável, cujos ideais surgiram da urgência de minimizar os impactos ambientais causados pela superpopulação e pelo
crescimento desenfreado das cidades.
Referência mundial em urbanismo sustentável, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, entusiasta dos lugares
13 pensados pelas pessoas e para as pessoas (people friendly places), afirma que o maior desafio atualmente é tornar as cidades
habitáveis, saudáveis, seguras e sustentáveis. Gehl cunhou a expressão “arquitetura barata para gasolina”, hoje utilizada por
urbanistas de cidades sustentáveis em todo o mundo. Nesse novo urbanismo, voltado para as pessoas e para o ambiente,
16 a primeira regra é acabar com essa arquitetura impulsionada pela acessibilidade do combustível fóssil: com a facilidade
de deslocamento de carro para os grandes centros, as periferias cresceram desordenadamente e essa dependência dos
automóveis, além de isolar os indivíduos e torná-los mais sedentários, é uma das razões da poluição atmosférica.
19 Entre as ações determinantes do urbanismo sustentável destacam-se o desenho urbano pautado pela vida
pública, para que as pessoas caminhem mais, saiam dos espaços privados e passem mais tempo em espaços públicos; a
diversificação do uso desses espaços como forma de incentivar sua ocupação, que, por sua vez, os torna mais seguros, já que
22 a movimentação de pessoas desencoraja a criminalidade; a criação de espaços que permitam experiências multissensoriais,
o que requer a adequação das construções às pessoas, evitando-se as megaobras que desconsideram a escala humana e
desestimulam o contato e a experiência pessoa!; a valorização do transporte público e do transporte compartilhado, além do
25 incentivo a alternativas baratas e eficientes de transporte, como aluguel de bicicleta para quem precisa se deslocar dentro do
perímetro urbano; o fortalecimento da economia e da identidade local, por meio do incentivo aos pequenos comércios e da
criação de locais próprios para a realização de eventos artísticos e culturais; o cuidado e a manutenção de áreas verdes, para
28 a realização de atividades ao ar livre, como forma de diminuir o estresse e contribuir para o bem-estar da população.
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Quanto aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 13.
Na oração “se não houver uma mudança na forma de ocupação e exploração das cidades” (linhas 3 e 4), o emprego do verbo na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com o termo “mudança”, que é o núcleo do sujeito da referida oração.
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