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A identificação de diferentes vulnerabilidades durante a anamnese e o exame físico devem constituir importantes elementos diagnósticos das doenças sexualmente transmissíveis. Sempre que disponíveis, devem ser realizados exames para triagem de gonorreia, clamídia, sífilis, HIV e hepatites B e C, precedidos de abordagem profissional adequada. Em relação a C. trachomatis, assinale a alternativa correta.
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B.N.G., primigesta, IG 19 semanas, retorna ao pré-natal com a urocultura de controle negativa após tratamento de bacteriúria assintomática. Assinale a conduta mais adequada diante do caso.
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A ultrassonografia transvaginal é o melhor método para a avaliação das lesões anexiais. Assinale a alternativa que descreve lesão ovariana com alto risco de malignidade.
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Assinale a alternativa correta sobre a investigação, diagnóstico e manejo da restrição de crescimento intrauterino (RCIU).
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Embora os benefícios do uso de anticoncepcionais hormonais orais (ACHOs) superem os riscos, na maioria das pacientes com SOP (síndrome dos ovários policísticos) têm sido levantadas preocupações sobre potenciais efeitos adversos dos ACHOs. Em relação aos riscos do uso de ACHOs, assinale a alternativa correta.
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Entende-se por insuficiência ovariana precoce (IOP) a perda de função ovariana temporária ou definitiva que ocorre após a menarca e antes dos 40 anos de idade. A respeito dos critérios diagnósticos da IOP, assinale a alternativa correta.
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F.J., 30 anos, GIV PIII 3N A0, IG usg 13 sem 3 dias: 36 semanas, deu entrada no PSGO com PA 150 x 100 mmHg, queixando-se de cefaleia fronto-ocipital, epigastralgia, náuseas e vômitos. Nega hipertensão arterial prévia. USG obstétrico com doppler pela medicina fetal demonstrou doppler de artérias uterinas com IP médio no p > 95, doppler de artéria umbilical com IP 1,45 e ACM (artéria cerebral média) com IP de 0,91 e peso fetal de 1 942 g, no percentil 1,6, de acordo com a curva de Hadlock, MBV (maior bolsão vertical): 2,7 cm.
Diante desse caso, assinale a conduta adequada.
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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
Após a conduta indicada, indique a próxima orientação para o seguimento pós-molar.
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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
Diante do caso relatado, a conduta mais adequada para a paciente é
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As lesões vulvares são diversas em cores e arquitetura, assim como, em geral, são multifocais, sendo as unifocais mais inquietantes quanto ao potencial carcinogênico, acometendo mais as pacientes maiores de 55 anos, relacionadas às HSIL (lesão intraepitelial de alto grau) vulvar. A LSIL (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau) vulvar não representa displasia escamosa verdadeira e não precisa ser tratada como uma lesão potencialmente neoplásica. A principal etiologia da LSIL vulvar (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau) é
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