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Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse, costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue os itens subsecutivos.
O sentimento de culpa relatado por Ana é comum em pacientes com doenças crônicas e pode interferir negativamente na adesão ao tratamento, tornando necessária a abordagem das emoções no plano terapêutico.
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Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse, costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue os itens subsecutivos.
Se Ana tivesse recebido o diagnóstico de uma doença aguda, o impacto emocional seria menor, pois o curso da doença aguda é mais previsível e limitado no tempo.
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Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse, costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue os itens subsecutivos.
O manejo do estresse, através de técnicas direcionadas para o relaxamento físico e mental, pode melhorar a adesão de Ana ao tratamento, reduzindo comportamentos prejudiciais e promovendo uma melhor autorregulação.
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Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse, costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue os itens subsecutivos.
A introdução de estratégias de enfrentamento baseadas no coping emocional, como a busca de conforto em alimentos, é uma abordagem recomendada para reduzir o estresse em pacientes com doenças crônicas como a de Ana.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
No caso de Carlos, o uso de intervenções farmacológicas é contraindicado, pois o risco suicida é manejado exclusivamente com intervenções psicossociais e planos de segurança.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
Uma abordagem recomendada para a intervenção em situações como a de Carlos, em que há risco suicida, é a construção de um plano de segurança, que inclua estratégias de enfrentamento para momentos de crise.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
Carlos apresenta sinais de afeto intolerável, como desespero e culpa, que são fatores associados ao risco iminente de suicídio, sendo a avaliação contínua de risco indispensável durante o tratamento.
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Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue os itens que se seguem.
O isolamento social apresentado por Carlos é característico do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), e reflete uma tentativa de evitar estímulos associados ao trauma vivenciado.
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Uma escola pública localizada em uma comunidade de alta vulnerabilidade social buscou a ajuda de uma equipe multidisciplinar para lidar com o aumento de casos de bullying, baixa frequência escolar e relatos de estresse entre alunos e professores. A psicóloga da equipe iniciou uma avaliação institucional, que contemplou entrevistas com alunos, professores e famílias, para compreender as dinâmicas e as demandas daquele espaço. Após a análise, ela propôs intervenções voltadas para a promoção do bem-estar coletivo, por meio de rodas de conversa para fortalecimento de vínculos, capacitação de professores em práticas de mediação de conflitos e ações preventivas para a saúde mental, como palestras e grupos de apoio.
Considerando a situação hipotética apresentada e os múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os próximos itens.
A proposta de capacitação de professores e as rodas de conversa mencionadas na situação hipotética precedente não se configuram como práticas de higiene mental, pois estas se restringem a intervenções individuais.
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Uma escola pública localizada em uma comunidade de alta vulnerabilidade social buscou a ajuda de uma equipe multidisciplinar para lidar com o aumento de casos de bullying, baixa frequência escolar e relatos de estresse entre alunos e professores. A psicóloga da equipe iniciou uma avaliação institucional, que contemplou entrevistas com alunos, professores e famílias, para compreender as dinâmicas e as demandas daquele espaço. Após a análise, ela propôs intervenções voltadas para a promoção do bem-estar coletivo, por meio de rodas de conversa para fortalecimento de vínculos, capacitação de professores em práticas de mediação de conflitos e ações preventivas para a saúde mental, como palestras e grupos de apoio.
Considerando a situação hipotética apresentada e os múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os próximos itens.
A abordagem descrita na situação hipotética está de acordo com os pressupostos da psicologia institucional e comunitária, cujo objetivo é transformar as práticas e dinâmicas coletivas por meio de intervenções que envolvam a participação ativa dos indivíduos e grupos.
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