Foram encontradas 80 questões.
Estação Carandiru, o filme
A história começa quando o médico Drauzio Varella resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo. Ali, toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de “inferno na terra”. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco, e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. O oncologista famoso, habituado à mais sofisticada tecnologia médica, vai praticar medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa.
Seu trabalho dá resultado e o Médico logo ganha o respeito da coletividade. Com o respeito, vêm os segredos. As consultas vão além das doenças e desdobram-se em narrativas cheias de vitalidade. Em nosso filme, os encontros na enfermaria são uma janela para o mundo da malandragem.
Conhecemos o destino do estuprador Gilson, julgado e condenado pela Lei do Crime; a necessária ginga do bígamo Majestade entre mulheres e assaltos; o velho Chico, Mestre Zen cultivado na masmorra e prestes a ganhar a liberdade; o Diretor Pires, funcionário obrigado a pisar em ovos para administrar a cadeia; a conversão do matador Peixeira; ascensão e queda do surfista Ezequiel; o filósofo existencialista Sem Chance e seu romance com a divina Lady Di. A narrativa do filme arma-se como em um quebra-cabeça: uma história se encaixa na outra para formar um painel dessa trágica realidade brasileira.
Com o Médico, o espectador deste filme dirigido por Luis Padilha acompanha os movimentos dessa gente. Acompanha também quando um movimento maior vem e a destrói. Como naquele 2 de outubro de 1992, um dos dias mais negros da história do Carandiru e, quem sabe, do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Foi o ponto final de algumas de nossas histórias. Mas não de todas. Para o bem e para o mal, os malandros do Brasil teimam em sobreviver.
(Fonte: http://www.webcine.com.br/filmessi/estacara.htm)
Qual dos termos ou expressões sublinhados abaixo NÃO designa o elemento indicado logo a seguir, em itálico?
Provas
A perícia de necropsia encontra uma ferida pérfuro-contusa, com orifício de forma elíptica, de 5 milímetros de extensão, com presença de zona de queimadura, situada na região peitoral direita e outro orifício de 10 milímetros, irregular, com presença de auréola equimótica na região escapular direita. Face a essas informações, é possível afirmar que a lesão na região peitoral corresponde a orifício de:
Provas
Elas são para sempre
Um artigo publicado na revista científica Nature traz a mais fascinante explicação para um dos maiores tormentos das pessoas – a dificuldade de emagrecer e de manter o novo peso. Pesquisadores do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, revelaram que o número de células adiposas (adipócitos) é definido até os 20 anos. Depois dessa idade nada é capaz de diminuir essa quantidade – nem a mais espartana das dietas. Quando uma pessoa emagrece, os adipócitos apenas perdem o volume, mas continuam lá. Não é só isso. Todos os anos, 10% das células adiposas são renovadas. E as novas têm uma incrível propensão para aumentar de tamanho. Eis aí uma explicação de por que, depois de um período de privações à mesa, é fácil recuperar os quilos perdidos.
(Veja, 14 maio 2008.)
Segundo o texto, são corretas as alternativas abaixo, EXCETO:
Provas
Em uma perícia de lesões corporais, o perito descreve algumas lesões na etapa da descrição do exame pericial:
1 - Escoriação de 1 cm , linear, na região malar direita.
2 - Ferida corto-contusa, irregular, de 2 cm, na região anterior do pescoço.
3 - Ferida incisa, de 2 cm, linear, na região malar direita.
4 - Ferida puntifome, na face palmar da mão direita.
A respeito do laudo, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a da esquerda:
(1) escoriação ( ) instrumento cortante
(2) ferida puntória ( ) instrumento contundente
(3) ferida corto-contusa ( ) instrumento perfurante
(4) ferida incisa ( ) instrumento corto-contundente
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta na coluna da direita, de cima para baixo:
Provas
Em relação a história de violência sexual pelo namorado, em mulher de 13 anos, e na perícia de conjunção carnal sem lesões corporais aparentes, o perito encontra uma rotura sangrante. Como deveria responder, respectivamente, aos quesitos:
- Houve violência para essa prática?
- Qual o meio da violência?
Provas
Na perícia de conjunção carnal em mulher que foi vítima de violência sexual pelo próprio marido, o perito encontrou lesões corporais nas áreas seletivas de violência sexual e, no exame ginecológico, presença de sêmen e pêlos pubianos com as características externas semelhantes às do acusado. Como deveria responder, respectivamente, aos quesitos:
- Houve conjunção carnal?
- Houve violência para essa prática?
- Qual o meio da violência?
Provas
As estatísticas mundiais (dados da OMS – 2006) apontam:
1 - Causa de morte em 1,5% do homens e 0,5% nas mulheres.
2 - Em 3% dos médicos ocorrem antes dos 40 anos.
3 - Incidência maior em pediatras (10/100.000), psiquiatras e anestesiologistas (61/100.000).
Os dados acima se referem a:
Provas
Ao exame pericial, uma examinanda apresenta:
1 – No exame ginecológico: altura do fundo do útero acima da sínfise pubiana; estado do óstio: dilatado, pérvio; estado do colo uterino: amolecido, presença de sangramento, lóquios fétido.
2 - No exame especular: vestígios de manobras (ferida no útero, perfuração de útero); colo do útero: sinais inflamatórios, sinais de pinçamento; óstio: dilatado, retenção de anexos e partes do concepto.
Esses dados permitem ao perito afirmar em sua conclusão no laudo, que trata-se de aborto:
Provas
O sistema sanguíneo Rh, refere-se à presença ou à ausência de uma proteína, encontrada na membrana de todas as células de um determinado indivíduo. Dessa forma, aqueles que possuem essas tais proteínas, são chamados de Rh+, já os indivíduos que não a possuem são chamados de Rh -. Sabemos ainda que as pessoas Rh - podem formar no plasma sanguíneo anticorpos, caso recebam hemácias positivas.
Uma mulher recebeu tempos atrás uma transfusão sanguínea. Seu primeiro filho nasceu com eritroblastose fetal. Com relação ao grupo Rh, classifique, nesta ordem, a criança, a mãe, o pai e o sangue que a mulher recebeu na referida transfusão de sangue.
Provas
Estação Carandiru, o filme
A história começa quando o médico Drauzio Varella resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo. Ali, toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de “inferno na terra”. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco, e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. O oncologista famoso, habituado à mais sofisticada tecnologia médica, vai praticar medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa.
Seu trabalho dá resultado e o Médico logo ganha o respeito da coletividade. Com o respeito, vêm os segredos. As consultas vão além das doenças e desdobram-se em narrativas cheias de vitalidade. Em nosso filme, os encontros na enfermaria são uma janela para o mundo da malandragem.
Conhecemos o destino do estuprador Gilson, julgado e condenado pela Lei do Crime; a necessária ginga do bígamo Majestade entre mulheres e assaltos; o velho Chico, Mestre Zen cultivado na masmorra e prestes a ganhar a liberdade; o Diretor Pires, funcionário obrigado a pisar em ovos para administrar a cadeia; a conversão do matador Peixeira; ascensão e queda do surfista Ezequiel; o filósofo existencialista Sem Chance e seu romance com a divina Lady Di. A narrativa do filme arma-se como em um quebra-cabeça: uma história se encaixa na outra para formar um painel dessa trágica realidade brasileira.
Com o Médico, o espectador deste filme dirigido por Luis Padilha acompanha os movimentos dessa gente. Acompanha também quando um movimento maior vem e a destrói. Como naquele 2 de outubro de 1992, um dos dias mais negros da história do Carandiru e, quem sabe, do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Foi o ponto final de algumas de nossas histórias. Mas não de todas. Para o bem e para o mal, os malandros do Brasil teimam em sobreviver.
(Fonte: http://www.webcine.com.br/filmessi/estacara.htm)
Qual das expressões sublinhadas abaixo NÃO recorre ao uso metafórico das palavras?
Provas
Caderno Container