Foram encontradas 60 questões.
Ana, Bete e Clara resolveram praticar esportes distintos e em lugares diferentes. Os lugares serão as praias X, Y e Z e os esportes serão futebol, basquete e handebol.
Sabendo que:
- Uma delas está jogando basquete na praia X;
- Ana não está na praia X;
- Clara não está na praia Y;
- A garota que está jogando handebol não está na praia Z;
- Clara não joga basquete.
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Ana, Bete e Clara resolveram praticar esportes distintos e em lugares diferentes. Os lugares serão as praias X, Y e Z e os esportes serão futebol, basquete e handebol.
Sabendo que:
- Uma delas está jogando basquete na praia X;
- Ana não está na praia X;
- Clara não está na praia Y;
- A garota que está jogando handebol não está na praia Z;
- Clara não joga basquete.
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Carlos, João, Luís e Pedro são proprietários, cada um deles de um cavalo. Cada um deles nomeou o seu cavalo com o nome de algum dos amigos e de maneira que os cavalos têm nomes diferentes. Um dia, eles estão cavalgando juntos e:
- Nenhum deles está montando seu próprio cavalo ou o cavalo que tem o seu nome;
- Luís está montando o cavalo de Carlos;
- O cavalo de Pedro está montado pelo cavaleiro que tem o mesmo nome do cavalo de Luís;
- O proprietário do cavalo com nome Carlos monta o cavalo com nome Pedro.
Qual o nome do cavalo que tem como proprietário aquele que monta o cavalo chamado Luís?
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Considere o argumento seguinte:
Se choveu, o trânsito estará difícil. Se o trânsito estiver difícil, eu estarei atrasado, a menos que eu saia antes. De fato, choveu. Portanto, eu devo sair antes para evitar atraso.
Escreva o argumento simbolicamente, usando as seguintes proposições básicas:
P: Choveu
Q: O trânsito estará difícil
R: Estarei atrasado
S: Saio antes
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Os símbolos lógicos que podem ser usados na prova, e seus significados, são:
P, Q, R, S para proposições que podem ter valor lógico Verdadeiro (V) ou Falso (F)
¬ Negação
→ Implica em
↔ É equivalente a
∧ E (conjunção)
∨ Ou (disjunção)
Existe ao menos um
∀ Para todo
[ ] Separadores
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Dois amigos, A e B, estão conversando:
A: Quantos filhos você tem e quais as idades deles?
B: Tenho três filhos e o produto de suas idades é 72. Além disso, a soma de suas idades é o número da casa em que moro e as idades são maiores que um ano.
A: O problema é indeterminado, mesmo eu sabendo o número da sua casa.
B: O problema está indeterminado, mas espero que um dia meu filho mais velho seja centroavante da seleção.
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Dois amigos, A e B, estão conversando:
A: Quantos filhos você tem e quais as idades deles?
B: Tenho três filhos e o produto de suas idades é 72. Além disso, a soma de suas idades é o número da casa em que moro e as idades são maiores que um ano.
A: O problema é indeterminado, mesmo eu sabendo o número da sua casa.
B: O problema está indeterminado, mas espero que um dia meu filho mais velho seja centroavante da seleção.
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Uma língua, múltiplos falares
No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.
Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.
Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.
Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.
No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.
Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
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Uma língua, múltiplos falares
No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.
Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.
Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.
Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.
No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.
Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.

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