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- Biologia CelularCitologiaCiclo CelularNúcleo interfásico e código genético
- Moléculas, células e tecidos
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Tendo em vista o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades que causam impactos ambientais, o manejo da fauna silvestre in situ visa, dentre outros:
1) listar as espécies da fauna de dada localidade, inclusive aquelas ameaçadas de extinção, com distribuição na área do empreendimento.
2) selecionar os locais de soltura dos animais, nos casos em que o resgate se faz necessário na área do empreendimento.
3) observar a existência de maus-tratos em componentes da fauna, nos centros de triagem e de pesquisa e em jardins zoológicos.
Está(ão) correta(s):
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- Biologia CelularCitologiaCiclo CelularNúcleo interfásico e código genético
- Moléculas, células e tecidos
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A Ecotoxicologia é a ciência que avalia os possíveis efeitos de produtos químicos lançados no meio ambiente, aos organismos, populações e comunidades. Considerando os testes de toxicidade com ovos do peixe zebra ou paulistinha ( Danio rerio),um dos organismos mais utilizados, mostrado abaixo, é possível avaliar:

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Dentre as plantas alucinógenas, o lírio (nome popular: trombeta, trombeteira, zabumba, saia-branca), mostrado abaixo, era muito usado como psicotrópico na década de 80, e consumido na forma de chá. Tal planta possui substâncias que exercem ação anticolinérgica sobre o Sistema Nervoso Central, de forma que:

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O comércio ilegal de madeiras nobres demanda equipe especializada na identificação macroscópica dos espécimes vegetais ameaçados. Sobre esse assunto, considere as características anatômicas básicas da seção transversal de um tronco, mostrada abaixo, e estabeleça a correlação com os números indicados:

( ) Alburno
( ) Câmbio
( ) Cerne
( ) Floema
( ) Ritidoma
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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A bioestatística é uma ferramenta poderosa para a análise de dados com aplicações nas ciências médicas e biológicas. Considerando dois grupos de pessoas submetidas a diferentes tratamentos com uma droga experimental, cujos efeitos colaterais graves provocaram a morte de alguns dos pacientes, são variáveis qualitativas que interferem na análise dos dados amostrais:
1) idade e renda familiar.
2) sexo e raça.
3) peso e altura.
4) grau de instrução e grupo sanguíneo.
Está(ão) correta(s):
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Uma língua, múltiplos falares
No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.
Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.
Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.
Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.
No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.
Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
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