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2688510 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Mais um massacre

No sábado (14.05), um jovem de 18 anos dirigiu seu carro por cerca de 300 km até um supermercado localizado em Buffalo, no estado americano de Nova York. Com um rifle semiautomático nas mãos, abriu fogo contra pessoas que estavam dentro e fora do estabelecimento, matando dez e ferindo três.
Embora as motivações do massacre ainda estejam sob investigação, suspeita-se que Payton Gendron tenha sido estimulado, em seu ato insano e abominável, por teorias racistas conspiratórias que têm deixado as franjas do extremismo para ganhar cada vez mais adeptos nos Estados Unidos.
Se o ominoso extremismo de direita aparece como provável motivação do atentado em Buffalo, é o acesso praticamente irrestrito a armas, inclusive às de uso militar, que torna morticínios do tipo tão comuns nos EUA. O tiroteio de sábado foi o 198°, somente neste ano, no qual ao menos quatro pessoas foram mortas ou feridas, segundo a ONG Gun Violence Archive.
O fato de Gendron ter sido submetido a uma avaliação mental há pouco menos de um ano, em razão de uma ameaça de ataque suicida feita quando era estudante, e ainda assim conseguir comprar legalmente um rifle de altíssima letalidade, exemplifica bem a permissividade da legislação do país.
Calcula-se que existam em solo americano cerca de 120 armas para cada 100 habitantes, fazendo dos EUA, de longe, o líder mundial em número per capita.
Apesar do firme compromisso do presidente Joe Biden com a reforma das leis sobre o tema, as principais iniciativas para tornar mais restrito o acesso acabam barradas num Congresso em que o lobby armamentista tem grande peso.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 17.05.2022. Adaptado)
Identifica-se o posicionamento do editorial em relação aos atos de massacre na passagem:
Questão Anulada

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2688509 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Mais um massacre

No sábado (14.05), um jovem de 18 anos dirigiu seu carro por cerca de 300 km até um supermercado localizado em Buffalo, no estado americano de Nova York. Com um rifle semiautomático nas mãos, abriu fogo contra pessoas que estavam dentro e fora do estabelecimento, matando dez e ferindo três.
Embora as motivações do massacre ainda estejam sob investigação, suspeita-se que Payton Gendron tenha sido estimulado, em seu ato insano e abominável, por teorias racistas conspiratórias que têm deixado as franjas do extremismo para ganhar cada vez mais adeptos nos Estados Unidos.
Se o ominoso extremismo de direita aparece como provável motivação do atentado em Buffalo, é o acesso praticamente irrestrito a armas, inclusive às de uso militar, que torna morticínios do tipo tão comuns nos EUA. O tiroteio de sábado foi o 198°, somente neste ano, no qual ao menos quatro pessoas foram mortas ou feridas, segundo a ONG Gun Violence Archive.
O fato de Gendron ter sido submetido a uma avaliação mental há pouco menos de um ano, em razão de uma ameaça de ataque suicida feita quando era estudante, e ainda assim conseguir comprar legalmente um rifle de altíssima letalidade, exemplifica bem a permissividade da legislação do país.
Calcula-se que existam em solo americano cerca de 120 armas para cada 100 habitantes, fazendo dos EUA, de longe, o líder mundial em número per capita.
Apesar do firme compromisso do presidente Joe Biden com a reforma das leis sobre o tema, as principais iniciativas para tornar mais restrito o acesso acabam barradas num Congresso em que o lobby armamentista tem grande peso.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 17.05.2022. Adaptado)
De acordo com o texto, nos Estados Unidos, são fatores que facilitam os massacres como o ocorrido em Buffalo:
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2688508 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Leia a tira.
Enunciado 3204680-1
(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 01.06.2022)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas dos quadrinhos devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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2688507 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Leia o texto para responder à questão.
A revolução agrícola é um dos acontecimentos mais controversos da história. Os seus defensores afirmam que ela colocou humanidade no caminho do progresso e da prosperidade; outros insistem que a levou perdição, que os Sapiens abandonaram sua íntima simbiose com a natureza e correram rumo ganância. Qualquer que fosse direção dessa estrada não havia retorno. A agricultura permitiu que a humanidade aumentasse de maneira tão radical que nenhuma sociedade agrícola complexa poderia se sustentar novamente se voltasse a se dedicar caça e coleta.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 34a ed. – Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)
De acordo com a norma-padrão de uso da crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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2688506 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Questão Anulada

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2688505 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, com a inserção da vírgula, a frase do penúltimo parágrafo – Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. – atende à norma-padrão de pontuação.
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2688504 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
O termo destacado na frase do 1° parágrafo – ... diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. – forma expressão com sentido de
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2688503 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
O autor destaca o termo “controlada” como uma parte importante da teoria apresentada, já que tal termo diz respeito à forma como
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2688502 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
Conforme aponta o autor do texto,
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2688668 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Consoante a doutrina administrativista, a denominada omissão específica do administrador, descumprindo um dever de agir face a uma situação determinada, configura

Questão Desatualizada

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