Magna Concursos

Foram encontradas 100 questões.

2255138 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

As rodovias federais brasileiras são classificadas quanto à posição geográfica e representadas por um código composto da seguinte maneira:

Enunciado 3519128-1

Por exemplo: BR-040 (rodovia federal Brasília-Rio de Janeiro)

O quadro a seguir apresenta o código com o valor de X conhecido e a sua definição.

Estabeleça a correspondência entre as colunas I e II, com respeito à categoria da rodovia.

Coluna I

Coluna II

1 – BR-0YY

A – rodovia transversal

2 – BR-1YY

B – rodovia diagonal

3 – BR-2YY

C – rodovia longitudinal

4 – BR-3YY

D – rodovia radial

5 – BR-4YY

E – rodovia de ligação

Assinale a alternativa que apresente a correspondência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255137 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Em relação aos muros de contenção (ou muros de arrimo), assinale a alternativa correta.

Enunciado 3519116-1

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255136 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

A imagem abaixo mostra, em funcionamento, um sistema constituído por tubulação isenta de água com chuveiros abertos. No ambiente protegido, é instalado um sistema de detecção de calor, que, quando ativado, comanda a abertura da válvula que libera a água. O acionamento dessa válvula pelos detectores ou por comando manual determina que a água seja descarregada simultaneamente através de todos os chuveiros. Esse sistema é empregado em ocupações de risco extraordinário ou de risco pesado, como, por exemplo, plataformas e refinarias.

Enunciado 3519101-1

O enunciado acima refere-se a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255135 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Sejam as definições a seguir.

Mistura Pobre => Aquela em que o combustível está presente em quantidade insuficiente para a combustão.

Mistura Rica => Aquela em que o combustível está presente em quantidade excessiva para a combustão.

Mistura Inflamável => Aquela em que o combustível está presente em quantidade adequada para a combustão.

Observe a imagem abaixo, em que se mostram as regiões de ocorrência de cada uma das misturas acima.

Enunciado 3519096-1

Assinale a alternativa que contenha a associação correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255134 Ano: 2021
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Estabeleça a correspondência entre as colunas I e II, a respeito das velocidades das vias urbanas de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB.

Coluna I

Coluna II

1 – 80 km/h

A – Vias arteriais

2 – 60 km/h

B – Vias locais

3 – 40 km/h

C – Vias de trânsito rápido

4 – 30 km/h

D – Vias coletoras

Assinale a alternativa que apresente a correspondência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255133 Ano: 2021
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Estabeleça a correspondência entre as colunas I e II, a respeito dos elementos de uma via urbana.

Enunciado 3519094-1

Coluna I

1 – pista

2 – calçada

3 – acostamento

4 – ilha

5 – canteiro central

Coluna II

A – faixa exclusiva para paradas de emergência, eventualmente, podendo ser utilizada por ciclistas e pedestres.

B – vetado o uso por veículos, exclusiva para pedestres.

C – obstáculo físico, colocado na pista de rolamento, destinado à ordenação dos fluxos de trânsito em uma interseção.

D– separa duas pistas de rolamento, pode ser substituído por faixas pintadas no pavimento da pista.

E – destinada à circulação de veículos, devidamente identificada por tachões separadores ou por desnível em relação ao passeio.

Assinale a alternativa que apresente a correspondência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255132 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Com relação a pavimentos de estradas de rodagem, estabeleça a correspondência entre as colunas I e II.

Coluna I

1 – Leito

2 – Regularização do subleito (nivelamento)

3 – Sub-base

4 – Revestimento

5 – Acostamento

Coluna II

A – Camada complementar à base. Deve ser usada quando não for aconselhável executar a base diretamente sobre o leito regularizado ou sobre o reforço, por circunstâncias técnico- econômicas. Pode ser usado para regularizar a espessura da base.

B – É a superfície do subleito (em área) obtida pela terraplanagem ou obra de arte e conformada ao greide e seção transversal.

C– É a camada, tanto quanto possível impermeável, que recebe diretamente a ação do rolamento dos veículos.

D – É a operação destinada a conformar o leito, transversal e longitudinalmente. Poderá ou não existir, dependendo das condições do leito. Compreende cortes ou aterros até 20cm de espessura.

E – Parte da plataforma contígua à pista de rolamentos, destinado ao estacionamento de veículos, ao trânsito em caso de emergência e ao suporte lateral do pavimento.

Assinale a alternativa que apresente a correspondência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma escritora reconstrói o país: a Ruanda de Scholastique Mukasonga

Em A mulher de pés descalços, obra de Scholastique Mukasonga dedicada à memória de sua mãe, a narradora em certo momento reflete sobre a dificuldade de se manter a vaidade no vilarejo formado na região de Gitagata, campo de refugiados para onde sua família foi enviada quando ela ainda era criança. A mãe da escritora, Stefania, era uma pessoa a quem muitas garotas recorriam para descobrir se poderiam ser consideradas moças bonitas. Ela tinha um histórico de sucesso na formação de casais. Nas tardes de domingo, geralmente guardadas para descanso ou alguma diversão, era comum que jovens fossem ao seu quintal para concorrer um pouco por sua atenção. A beleza é um dado social, definida na interação entre as pessoas, e seus critérios mudam com o tempo. No entanto, uma vez que as pessoas participam da vida social, todos passam a reproduzir uma noção culturalmente aceita do que é considerado bonito(a). Qual a dificuldade então? Por que o juízo de uma pessoa tinha tanta importância? Porque lá não havia espelhos.

Nos dias de sol forte, era possível correr a uma poça d’água para ver o próprio reflexo, mas o retrato era imperfeito e oscilante. A solução era saber de si pelos olhos de outros. Essa situação nos permite ver um pouco da matéria de que é feita a literatura(b) de Mukasonga: relações comunitárias, precariedade material, busca de si. O ritmo da prosa é balanceado por uma certa temporalidade rural. A experiência histórica que sombreia todos os acontecimentos narrativos(c), uma espécie de moldura instável que frequentemente invade a imagem central, manifesta-se como violência.

Muitos dos que moram em Gitagata foram enviados para lá por serem tutsis, a etnia que passou a ser perseguida após a subida dos hutus ao poder de Ruanda nos anos 1960. A escrita de Mukasonga é resultado dos conflitos que caracterizaram o país no século XX. Seu primeiro livro tem o título Baratas. Era dessa forma que os tutsis eram chamados(d) pelos hutus que defendiam abertamente seu extermínio. Essa persistente agressão contra a humanidade das pessoas enfim teve o resultado condizente com a desumanização. Ela explodiu no genocídio de 1994, no qual centenas de milhares de ruandeses foram assassinados. A estimativa mais baixa é de que 800 mil pessoas foram mortas, a maioria delas a golpes de facão.

A história da violência em Ruanda não pode ser compreendida sem considerar o colonialismo europeu. Em 1931, autoridades belgas definiram que todos os indivíduos de Ruanda tivessem em seus documentos o registro de sua etnia. Esse marco é decisivo para se entender as tensões criadas no país, pois fixou o que não era rígido. Antes, a identidade étnica da região era mais fluida. Um hutu poderia se tornar um tutsi com o tempo, a depender do casamento e das relações estabelecidas ao longo da sua vida, e vice-versa. A administração colonial também manteve o privilégio de uma elite tutsi no acesso a postos de comando.

O processo de independência política do país teve início em 1959 e foi concluído em 1962, quando se formou o governo liderado por Grégoire Kayibanda, um político de origem hutu. Nas décadas seguintes, a tensão entre hutus e tutsis se intensificou. Muitos tutsis partiram para o exílio em países vizinhos como Burundi e Uganda, de onde organizaram movimentos de resistência. Outros foram enviados a campos de refugiados ou regiões inóspitas dentro do próprio país, como ocorreu com a família de Mukasonga.

A história da formação populacional de Ruanda é marcada por divergências. O jornalista Phillipe Gourevitch, autor de Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias, admite que havia uma divisão étnica antes da chegada dos brancos à região no fim do século XIX, mas reconhece que não existia uma compreensão comum sobre o significado dela. Acredita-se que os hutus seriam povos mais ligados ao trabalho na agricultura. Os tutsis, por sua vez, se ocupariam majoritariamente da pecuária. No entanto, independente do grupo étnico, todos falavam a mesma língua, compartilhavam práticas culturais, visões de mundo, casavam-se entre si, moravam próximos uns dos outros, enfim, viviam sem a distinção incontornável que se cristalizou posteriormente.

Scholastique Mukasonga tem consciência de como seu país foi afetado pelo projeto colonial. A despeito das nomenclaturas hutu, tutsi ou tuá, todos os nascidos em Ruanda são efetivamente ruandeses. Ela recusa a narrativa de que um grupo tenha chegado antes de outro, de que suas diferenças são ancestrais. Em A mulher de pés descalços, há um diálogo da narradora com a mãe no qual ela percebe a força da narrativa colonial, na qual a ascendência tutsi tinha origens bíblicas. A voz criada pela autora em seus livros pretende retomar para si a história do povo em que ela nasceu(e). Suas obras, portanto, têm vários alcances. É um projeto literário entrelaçado a uma forma de escrita da história. Em sua versão de sobrevivente, há intenção de recuperar uma memória coletiva destroçada na brutalidade do genocídio.

(...)

(João Carlos Ribeiro Jr. Le monde diplomatique. 25 de maio de 2021)

Assinale a alternativa em que o QUE, no texto, se classifique de forma distinta da das demais alternativas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma escritora reconstrói o país: a Ruanda de Scholastique Mukasonga

Em A mulher de pés descalços, obra de Scholastique Mukasonga dedicada à memória de sua mãe, a narradora em certo momento reflete sobre a dificuldade de se manter a vaidade no vilarejo formado na região de Gitagata, campo de refugiados para onde sua família foi enviada quando ela ainda era criança. A mãe da escritora, Stefania, era uma pessoa a quem muitas garotas recorriam para descobrir se poderiam ser consideradas moças bonitas. Ela tinha um histórico de sucesso na formação de casais. Nas tardes de domingo, geralmente guardadas para descanso ou alguma diversão, era comum que jovens fossem ao seu quintal para concorrer um pouco por sua atenção. A beleza é um dado social, definida na interação entre as pessoas, e seus critérios mudam com o tempo(a). No entanto, uma vez que as pessoas participam da vida social, todos passam a reproduzir uma noção culturalmente aceita do que é considerado bonito. Qual a dificuldade então? Por que o juízo de uma pessoa tinha tanta importância? Porque lá não havia espelhos.

Nos dias de sol forte(b), era possível correr a uma poça d’água para ver o próprio reflexo, mas o retrato era imperfeito e oscilante. A solução era saber de si pelos olhos de outros. Essa situação nos permite ver um pouco da matéria de que é feita a literatura de Mukasonga: relações comunitárias, precariedade material, busca de si. O ritmo da prosa é balanceado por uma certa temporalidade rural. A experiência histórica que sombreia todos os acontecimentos narrativos, uma espécie de moldura instável que frequentemente invade a imagem central, manifesta-se como violência.

Muitos dos que moram em Gitagata foram enviados para lá por serem tutsis, a etnia que passou a ser perseguida após a subida dos hutus ao poder de Ruanda nos anos 1960. A escrita de Mukasonga é resultado dos conflitos que caracterizaram o país no século XX. Seu primeiro livro tem o título Baratas. Era dessa forma que os tutsis eram chamados pelos hutus que defendiam abertamente seu extermínio. Essa persistente agressão contra a humanidade das pessoas enfim teve o resultado condizente com a desumanização. Ela explodiu no genocídio de 1994, no qual centenas de milhares de ruandeses foram assassinados. A estimativa mais baixa é de que 800 mil pessoas foram mortas, a maioria delas a golpes de facão(c).

A história da violência em Ruanda não pode ser compreendida sem considerar o colonialismo europeu. Em 1931, autoridades belgas definiram que todos os indivíduos de Ruanda tivessem em seus documentos o registro de sua etnia. Esse marco é decisivo para se entender as tensões criadas no país, pois fixou o que não era rígido. Antes(d), a identidade étnica da região era mais fluida. Um hutu poderia se tornar um tutsi com o tempo, a depender do casamento e das relações estabelecidas ao longo da sua vida, e vice-versa. A administração colonial também manteve o privilégio de uma elite tutsi no acesso a postos de comando(e).

O processo de independência política do país teve início em 1959 e foi concluído em 1962, quando se formou o governo liderado por Grégoire Kayibanda, um político de origem hutu. Nas décadas seguintes, a tensão entre hutus e tutsis se intensificou. Muitos tutsis partiram para o exílio em países vizinhos como Burundi e Uganda, de onde organizaram movimentos de resistência. Outros foram enviados a campos de refugiados ou regiões inóspitas dentro do próprio país, como ocorreu com a família de Mukasonga.

A história da formação populacional de Ruanda é marcada por divergências. O jornalista Phillipe Gourevitch, autor de Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias, admite que havia uma divisão étnica antes da chegada dos brancos à região no fim do século XIX, mas reconhece que não existia uma compreensão comum sobre o significado dela. Acredita-se que os hutus seriam povos mais ligados ao trabalho na agricultura. Os tutsis, por sua vez, se ocupariam majoritariamente da pecuária. No entanto, independente do grupo étnico, todos falavam a mesma língua, compartilhavam práticas culturais, visões de mundo, casavam-se entre si, moravam próximos uns dos outros, enfim, viviam sem a distinção incontornável que se cristalizou posteriormente.

Scholastique Mukasonga tem consciência de como seu país foi afetado pelo projeto colonial. A despeito das nomenclaturas hutu, tutsi ou tuá, todos os nascidos em Ruanda são efetivamente ruandeses. Ela recusa a narrativa de que um grupo tenha chegado antes de outro, de que suas diferenças são ancestrais. Em A mulher de pés descalços, há um diálogo da narradora com a mãe no qual ela percebe a força da narrativa colonial, na qual a ascendência tutsi tinha origens bíblicas. A voz criada pela autora em seus livros pretende retomar para si a história do povo em que ela nasceu. Suas obras, portanto, têm vários alcances. É um projeto literário entrelaçado a uma forma de escrita da história. Em sua versão de sobrevivente, há intenção de recuperar uma memória coletiva destroçada na brutalidade do genocídio.

(...)

(João Carlos Ribeiro Jr. Le monde diplomatique. 25 de maio de 2021)

Assinale a alternativa em que o termo indicado NÃO exerça, no texto, papel adverbial.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2255093 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

O Sistema de Classificação H.R.B. (Highway Research Board) é largamente utilizado para projetos de engenharia de estradas. Nele, os solos são classificados em grupos e subgrupos a partir dos seus parâmetros granulométricos e de consistência.

Com base na Classificação H.R.B., determina-se o Índice de Grupo do Solo, que é um parâmetro de grande importância para o dimensionamento de pavimentos de estrada. O índice de grupo é um número inteiro positivo que varia de 0 a 20, indicando, assim, a capacidade de suporte do solo, que varia de péssimo a ótimo, e é dado pela expressão:

IG = A. (0,2 + 0,005. B) + 0,01. C.D

onde:

A= P200 - 35 (cm 0 < A < 40)

B = LL - 40 (com 0< B<20)

C = P200 - 15 (com 0 < C < 40)

D = IP - 10 (com 0 < D < 20)

IG – o resultado final obtido deve ser um número inteiro – aproximação para o número inteiro acima.

Assim, para um solo em que 50% do material passe na peneira 200, o limite de liquidez seja igual a 45% e o índice de plasticidade igual a 25%, o Índice de Grupo será igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas