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2255126 Ano: 2021
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

No que diz respeito ao Guia PMBook – 6ª. edição, um Grupo de Processos de Gerenciamento de Projetos é um agrupamento logico para atingir os objetivos específicos do projeto, sendo esses Grupos de Processos independentes das fases do projeto. Nesse contexto, relacione os grupos de processos de gerenciamento de projetos listados abaixo com suas respectivas definições.

I. Iniciação

II. Planejamento

III. Execução

IV. Monitoramento e Controle

V. Encerramento

( ) Processos realizados para concluir o trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto para satisfazer os requisitos do projeto

( ) Processos realizados para estabelecer o escopo total, definir e refinar os objetivos e desenvolver o curso de ação para alcançar os objetivos, incluindo o plano de gerenciamento e os documentos de projeto que serão usados para executá-lo.

( ) Processos realizados para concluir ou fechar formalmente um projeto, fase ou contrato.

( ) Processos realizados para definir um novo projeto ou uma nova fase de um projeto existente, por meio da obtenção de autorização para iniciar o projeto ou fase.

( ) Processos exigidos para acompanhar, analisar e controlar o progresso e desempenho do projeto, identificar quaisquer áreas nas quais serão necessárias mudanças no plano, e iniciar as mudanças correspondentes.

Assinale a alternativa que apresente a relação correta, de cima para baixo.

 

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2255125 Ano: 2021
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Considere a tabela abaixo, pertencente a um banco de dados SQL.

PERITOS

MATRÍCULA NOME ESPECIALIDADE
CE012021 Célia

Analista de Sistemas

CE022021 Ribamar Eng. Eletricista

CE032021

David Eng. Eletrônica
CE012021 Joana Eng. Eletrônica
CE022021 Vasconcelos Eng. Eletricista
CE032021 Marciano Analista de Sistemas

Para se obter todos as tuplas da tabela, classificadas em ordem alfabética por ESPECIALIDADE, deve-se empregar o seguinte comando SQL:

 

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2255124 Ano: 2021
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

O banco de dados, muitas vezes, é a parte mais importante do sistema, pois é onde fica a informação, sendo o projeto de BD essencial para o desenvolvimento de sistemas de informação. Um projeto de banco de dados é subdividido em etapas no qual o objetivo é a criação de um banco de dados otimizado que atenda às expectativas do cliente. E, nesse contexto, os modelos de dados são muito importantes para a transmissão de ideias entre o cliente e o projetista, bem como para facilitar a manutenção do banco de dados no futuro. Nesse cenário, observe a figura abaixo:

Enunciado 3519018-1

Os projetos ALFA, BETA e GAMA são denominados, respectivamente,

 

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2255123 Ano: 2021
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Existem linguagens de programação modernas, como Java, que oferecem um grande atrativo tecnológico, baseado na figura e nas características listadas a seguir:

Enunciado 3519014-1

O código-objeto é escrito e gravado em um arquivo com extensão .java.

Por meio do programa de compilação, o código-fonte é convertido para um código intermediário, que passa a ter a extensão .class.

O código intermediário é uma linguagem de máquina que pode ser interpretada pela Java Virtual Machine (JVM).

O código intermediário é conhecido por

 

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2255122 Ano: 2021
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

A figura abaixo é gerada após a execução de um código HTML no browser Firefox Mozilla, com base nas condições descritas a seguir:

Na sintaxe HTML, foi utilizada uma tag que possibilita a exibição do site na tela, que corresponde à URL https://www.pefoce.ce.gov.br/, exclusivamente quando se clica na figura Enunciado 3519009-1, nomeada PF.PNG. Se clicar em “BRASIL-2021”, nada ocorre.

Na execução do código HTML, passando o ponteiro do mouse sobre a figura é mostrada uma “mãozinha”, indicando a existência de um link para a URL. Por outro lado, passando o ponteiro do mouse sobre a citação “BRASIL-2021”, a “mãozinha” não é mostrada, indicando a inexistência do link.

Enunciado 3519009-2

Nessas condições, o código HTML que gera o resultado descrito é

 

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2255121 Ano: 2021
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

No que diz respeito à linguagem de programação Java, a estrutura switch-case equivale a um conjunto de instruções if encadeadas, fornecendo maior inteligibilidade e eficiência durante a execução. Assinale a alternativa que apresente corretamente sua sintaxe.

 

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Uma escritora reconstrói o país: a Ruanda de Scholastique Mukasonga

Em A mulher de pés descalços, obra de Scholastique Mukasonga dedicada à memória de sua mãe, a narradora em certo momento reflete sobre a dificuldade de se manter a vaidade no vilarejo formado na região de Gitagata, campo de refugiados para onde sua família foi enviada quando ela ainda era criança. A mãe da escritora, Stefania, era uma pessoa a quem muitas garotas recorriam para descobrir se poderiam ser consideradas moças bonitas. Ela tinha um histórico de sucesso na formação de casais. Nas tardes de domingo, geralmente guardadas para descanso ou alguma diversão, era comum que jovens fossem ao seu quintal para concorrer um pouco por sua atenção. A beleza é um dado social, definida na interação entre as pessoas, e seus critérios mudam com o tempo. No entanto, uma vez que as pessoas participam da vida social, todos passam a reproduzir uma noção culturalmente aceita do que é considerado bonito(a). Qual a dificuldade então? Por que o juízo de uma pessoa tinha tanta importância? Porque lá não havia espelhos.

Nos dias de sol forte, era possível correr a uma poça d’água para ver o próprio reflexo, mas o retrato era imperfeito e oscilante. A solução era saber de si pelos olhos de outros. Essa situação nos permite ver um pouco da matéria de que é feita a literatura(b) de Mukasonga: relações comunitárias, precariedade material, busca de si. O ritmo da prosa é balanceado por uma certa temporalidade rural. A experiência histórica que sombreia todos os acontecimentos narrativos(c), uma espécie de moldura instável que frequentemente invade a imagem central, manifesta-se como violência.

Muitos dos que moram em Gitagata foram enviados para lá por serem tutsis, a etnia que passou a ser perseguida após a subida dos hutus ao poder de Ruanda nos anos 1960. A escrita de Mukasonga é resultado dos conflitos que caracterizaram o país no século XX. Seu primeiro livro tem o título Baratas. Era dessa forma que os tutsis eram chamados(d) pelos hutus que defendiam abertamente seu extermínio. Essa persistente agressão contra a humanidade das pessoas enfim teve o resultado condizente com a desumanização. Ela explodiu no genocídio de 1994, no qual centenas de milhares de ruandeses foram assassinados. A estimativa mais baixa é de que 800 mil pessoas foram mortas, a maioria delas a golpes de facão.

A história da violência em Ruanda não pode ser compreendida sem considerar o colonialismo europeu. Em 1931, autoridades belgas definiram que todos os indivíduos de Ruanda tivessem em seus documentos o registro de sua etnia. Esse marco é decisivo para se entender as tensões criadas no país, pois fixou o que não era rígido. Antes, a identidade étnica da região era mais fluida. Um hutu poderia se tornar um tutsi com o tempo, a depender do casamento e das relações estabelecidas ao longo da sua vida, e vice-versa. A administração colonial também manteve o privilégio de uma elite tutsi no acesso a postos de comando.

O processo de independência política do país teve início em 1959 e foi concluído em 1962, quando se formou o governo liderado por Grégoire Kayibanda, um político de origem hutu. Nas décadas seguintes, a tensão entre hutus e tutsis se intensificou. Muitos tutsis partiram para o exílio em países vizinhos como Burundi e Uganda, de onde organizaram movimentos de resistência. Outros foram enviados a campos de refugiados ou regiões inóspitas dentro do próprio país, como ocorreu com a família de Mukasonga.

A história da formação populacional de Ruanda é marcada por divergências. O jornalista Phillipe Gourevitch, autor de Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias, admite que havia uma divisão étnica antes da chegada dos brancos à região no fim do século XIX, mas reconhece que não existia uma compreensão comum sobre o significado dela. Acredita-se que os hutus seriam povos mais ligados ao trabalho na agricultura. Os tutsis, por sua vez, se ocupariam majoritariamente da pecuária. No entanto, independente do grupo étnico, todos falavam a mesma língua, compartilhavam práticas culturais, visões de mundo, casavam-se entre si, moravam próximos uns dos outros, enfim, viviam sem a distinção incontornável que se cristalizou posteriormente.

Scholastique Mukasonga tem consciência de como seu país foi afetado pelo projeto colonial. A despeito das nomenclaturas hutu, tutsi ou tuá, todos os nascidos em Ruanda são efetivamente ruandeses. Ela recusa a narrativa de que um grupo tenha chegado antes de outro, de que suas diferenças são ancestrais. Em A mulher de pés descalços, há um diálogo da narradora com a mãe no qual ela percebe a força da narrativa colonial, na qual a ascendência tutsi tinha origens bíblicas. A voz criada pela autora em seus livros pretende retomar para si a história do povo em que ela nasceu(e). Suas obras, portanto, têm vários alcances. É um projeto literário entrelaçado a uma forma de escrita da história. Em sua versão de sobrevivente, há intenção de recuperar uma memória coletiva destroçada na brutalidade do genocídio.

(...)

(João Carlos Ribeiro Jr. Le monde diplomatique. 25 de maio de 2021)

Assinale a alternativa em que o QUE, no texto, se classifique de forma distinta da das demais alternativas.

 

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Uma escritora reconstrói o país: a Ruanda de Scholastique Mukasonga

Em A mulher de pés descalços, obra de Scholastique Mukasonga dedicada à memória de sua mãe, a narradora em certo momento reflete sobre a dificuldade de se manter a vaidade no vilarejo formado na região de Gitagata, campo de refugiados para onde sua família foi enviada quando ela ainda era criança. A mãe da escritora, Stefania, era uma pessoa a quem muitas garotas recorriam para descobrir se poderiam ser consideradas moças bonitas. Ela tinha um histórico de sucesso na formação de casais. Nas tardes de domingo, geralmente guardadas para descanso ou alguma diversão, era comum que jovens fossem ao seu quintal para concorrer um pouco por sua atenção. A beleza é um dado social, definida na interação entre as pessoas, e seus critérios mudam com o tempo(a). No entanto, uma vez que as pessoas participam da vida social, todos passam a reproduzir uma noção culturalmente aceita do que é considerado bonito. Qual a dificuldade então? Por que o juízo de uma pessoa tinha tanta importância? Porque lá não havia espelhos.

Nos dias de sol forte(b), era possível correr a uma poça d’água para ver o próprio reflexo, mas o retrato era imperfeito e oscilante. A solução era saber de si pelos olhos de outros. Essa situação nos permite ver um pouco da matéria de que é feita a literatura de Mukasonga: relações comunitárias, precariedade material, busca de si. O ritmo da prosa é balanceado por uma certa temporalidade rural. A experiência histórica que sombreia todos os acontecimentos narrativos, uma espécie de moldura instável que frequentemente invade a imagem central, manifesta-se como violência.

Muitos dos que moram em Gitagata foram enviados para lá por serem tutsis, a etnia que passou a ser perseguida após a subida dos hutus ao poder de Ruanda nos anos 1960. A escrita de Mukasonga é resultado dos conflitos que caracterizaram o país no século XX. Seu primeiro livro tem o título Baratas. Era dessa forma que os tutsis eram chamados pelos hutus que defendiam abertamente seu extermínio. Essa persistente agressão contra a humanidade das pessoas enfim teve o resultado condizente com a desumanização. Ela explodiu no genocídio de 1994, no qual centenas de milhares de ruandeses foram assassinados. A estimativa mais baixa é de que 800 mil pessoas foram mortas, a maioria delas a golpes de facão(c).

A história da violência em Ruanda não pode ser compreendida sem considerar o colonialismo europeu. Em 1931, autoridades belgas definiram que todos os indivíduos de Ruanda tivessem em seus documentos o registro de sua etnia. Esse marco é decisivo para se entender as tensões criadas no país, pois fixou o que não era rígido. Antes(d), a identidade étnica da região era mais fluida. Um hutu poderia se tornar um tutsi com o tempo, a depender do casamento e das relações estabelecidas ao longo da sua vida, e vice-versa. A administração colonial também manteve o privilégio de uma elite tutsi no acesso a postos de comando(e).

O processo de independência política do país teve início em 1959 e foi concluído em 1962, quando se formou o governo liderado por Grégoire Kayibanda, um político de origem hutu. Nas décadas seguintes, a tensão entre hutus e tutsis se intensificou. Muitos tutsis partiram para o exílio em países vizinhos como Burundi e Uganda, de onde organizaram movimentos de resistência. Outros foram enviados a campos de refugiados ou regiões inóspitas dentro do próprio país, como ocorreu com a família de Mukasonga.

A história da formação populacional de Ruanda é marcada por divergências. O jornalista Phillipe Gourevitch, autor de Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias, admite que havia uma divisão étnica antes da chegada dos brancos à região no fim do século XIX, mas reconhece que não existia uma compreensão comum sobre o significado dela. Acredita-se que os hutus seriam povos mais ligados ao trabalho na agricultura. Os tutsis, por sua vez, se ocupariam majoritariamente da pecuária. No entanto, independente do grupo étnico, todos falavam a mesma língua, compartilhavam práticas culturais, visões de mundo, casavam-se entre si, moravam próximos uns dos outros, enfim, viviam sem a distinção incontornável que se cristalizou posteriormente.

Scholastique Mukasonga tem consciência de como seu país foi afetado pelo projeto colonial. A despeito das nomenclaturas hutu, tutsi ou tuá, todos os nascidos em Ruanda são efetivamente ruandeses. Ela recusa a narrativa de que um grupo tenha chegado antes de outro, de que suas diferenças são ancestrais. Em A mulher de pés descalços, há um diálogo da narradora com a mãe no qual ela percebe a força da narrativa colonial, na qual a ascendência tutsi tinha origens bíblicas. A voz criada pela autora em seus livros pretende retomar para si a história do povo em que ela nasceu. Suas obras, portanto, têm vários alcances. É um projeto literário entrelaçado a uma forma de escrita da história. Em sua versão de sobrevivente, há intenção de recuperar uma memória coletiva destroçada na brutalidade do genocídio.

(...)

(João Carlos Ribeiro Jr. Le monde diplomatique. 25 de maio de 2021)

Assinale a alternativa em que o termo indicado NÃO exerça, no texto, papel adverbial.

 

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2127115 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Um recurso bastante empregado na implementação de redes de computadores com acesso à internet é o NAT – Network Address Translation, um mecanismo que tem por premissa permitir o uso de endereços IP privados. De acordo com a RFC 1597, para emprego do NAT, foi definida para utilização como endereços privados de classe C o IP na notação CIDR, máscara de rede e a faixa de endereços IP. Assinale a alternativa em que elas estejam corretamente indicadas

 

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2127114 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

O protocolo TCP opera na camada de transporte do modelo OSI/ISO com a função de garantir a integridade dos dados, implementa um modo de transmissão eficiente e uma técnica no seu funcionamento para controle do fluxo de pacotes. O modo de transmissão e a técnica são, respectivamente,

 

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