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Foram encontradas 743 questões.

2125533 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

O programa 5S pode ser abordado como uma base física e comportamental para o sucesso de outras ferramentas gerenciais, com foco na melhoria contínua de uma organização. Em português, mantendo a sigla de 5S, emprega-se o termo “senso de...” antes do descritivo da etapa do programa. No programa 5S o senso de padronização é

 

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2125532 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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No mercado de automóveis no Brasil estão disponíveis alguns veículos classificados como “subcompactos”. Um desses modelos possui massa total de 940kg, e o fabricante informa que, em uso normal em estrada, ele é capaz de percorrer 15,0km com um litro de gasolina.

Uma revista especializada realizou testes neste carro e, na prova de arrancada, verificou que o carro é capaz de atingir a velocidade de 108km/h em 15 segundos.

Sabendo que cada litro da gasolina empregada pode fornecer 30 MJ de energia ao veículo e que o rendimento total do conjunto do carro é de 18%, a razão entre a distância percorrida com um litro de gasolina em uso normal em estrada (conforme informado pelo fabricante) e o valor obtido no teste da revista especializada é de

 

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2125517 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

No contexto dos materiais isolantes, no que se refere à rigidez dielétrica, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) Rigidez dielétrica é o limite superior da intensidade de campo elétrico que determinado dielétrico é capaz de suportar sem tornar-se condutor.

( ) A rigidez dielétrica mede o campo elétrico máximo que um meio isolante suporta antes de tornar-se condutor. Quando isso acontece, diz-se que houve ruptura da rigidez dielétrica do material. A rigidez dielétrica costuma ser medida em V/m ou em kV/mm.

( ) A rigidez dielétrica é definida com base na razão da permissividade elétrica de um meio pela permissividade elétrica do vácuo. Essa propriedade é aplicada em capacitores, uma vez que se procura inserir, entre suas placas, meios com grandes constantes dielétricas, aumentando-se, assim, a sua capacitância.

As afirmativas são, respectivamente,

 

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2125515 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

No que diz respeito aos computadores digitais, observe a figura abaixo, que ilustra a hierarquia de memória:

Enunciado 2125515-1

Os identificadores M2, M3 e M4 referem-se, respectivamente, aos seguintes componentes:

 

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2125514 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Os circuitos RL e RC em paralelo funcionam como divisores de corrente reativos que defasam a tensão no gerador em relação à corrente de um ângulo α. Nesse contexto, observe as figuras abaixo, que ilustram um circuito RL em paralelo em (a) e o diagrama fasorial correspondente em (b).

Enunciado 2125514-1

No que diz respeito ao diagrama em (b) correspondendo à defasagem entre a tensão V do gerador e a corrente I que ele fornece ao circuito, a impedância indutiva encontra-se na seguinte condição:

 

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2125513 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

O circuito abaixo ilustra o esquema de funcionamento de um rádio FM portátil que funciona, em condições normais de operação, com as especificações 3V / 450 mW. Verifica-se que um divisor de tensão é formado por !$ R1 !$ e !$ R2// R_{rádio} !$.

Enunciado 2125513-1

De acordo com a figura, para que o rádio opere com a fonte de 12V, é possível realizar cálculos, e se chega a um valor para a resistência do resistor R2. Um valor válido para esse resistor, imediatamente acima do valor calculado, é

 

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2125512 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Nas aplicações práticas com voltímetro e osciloscópio, é mais comum medir tensões e não potências, em decibéis. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir, relacionadas às medidas de tensão e de potência, em decibéis:

I. Quando há ganho de 3 dB, a potência na carga é o dobro da potência de entrada.

II. Quando a tensão na carga é metade da tensão de entrada, ocorre um ganho de 6 dB.

III. Para 0 dB, tanto a tensão de entrada é igual à tensão na carga como a potência na carga é igual à potência de entrada.

Assinale

 

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2125511 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE

Um perito está envolvido com procedimentos de homologação e certificação na Anatel. Nesse contexto, o processo para disponibilizar um produto de telecomunicação para venda no mercado consiste em, primeiramente, passar pela certificação. Essa certificação é composta por uma série de procedimentos. Já a homologação Anatel é o reconhecimento da entidade de que o produto passou por todas as etapas e teve a emissão do Certificado de Conformidade Técnica. Após o recebimento do certificado, é gerado o código de homologação no site da Anatel, que precisa ser gravado no produto. Os produtos que precisam da certificação e homologação Anatel precisam entrar em uma das três categorias definidas pela agência. Com relação às categorias definidas pela Anatel, assinale V para verdadeiro e F para falso.

( ) Categoria I – Produtos que precisam passar por reavaliação a cada ano, com o objetivo de comprovar que não houve nenhuma alteração em suas características e, dessa forma, possam continuar no mercado. Normalmente, são itens utilizados por usuários finais, como: celulares, tablets, notebooks, modems, baterias e carregadores.

( ) Categoria II – Produtos que não têm contato direto com o usuário final, sendo usados de maneira interna e seguindo a legislação do país nos quesitos de confiabilidade e compatibilidade eletromagnética e, por esse motivo, não precisam ser testados ou avaliados novamente. São exemplos de aparelhos que fazem parte dessa categoria: conectores de cabos e cabos de fibra óptica.

( )Categoria III – Aparelhos com transmissores e receptores AM e FM, ou seja, que emitem sinal radioelétrico e, dessa forma, precisam passar por novos testes a cada dois anos, para certificar se as especificações continuam as mesmas. São exemplos de produtos que se enquadram nessa categoria: produtos que incluem tecnologia Wi-Fi, equipamentos de automação por radiofrequência e antenas e transmissores de rádio e TV.

As afirmativas são, respectivamente,

 

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2124439 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Cultura alimentar nas políticas culturais do Brasil

Ao ideia de que 'comida é cultura talvez seja facilmente compreendida, pois o ato de te alimentar constrói sentidos, significados, memórias, silenciamentos, violência, opressões apagamentos em cada individuo e na coletividade. A cultura, assim como a comida , por estar presente em diferentes dimensões da vida e das prática sociais, corre o risco de, muitas vezes, ser deslocada e realocada na produção de conhecimento e na ação política. Com Isso, desconsidera-se a centralidade da cultura no desenvolvimento da humanidade, que vai desde o surgimento da técnica e da linguagem à sua Inclusão nas poIitícas públicas.

O antropólogo Jesus Contreras e antropóloga Mabel Gracia. compreendem a cultura alimentar como um conjunto de representações, crenças, conhecimentos e práticas. Pode ser herdada ou aprendida esta associada à alimentação compartilhada por individuos de uma. cultura. De Igual forma, a compartilharmos uma cultura, Contreras e Gracia afirmam que tendemos a atuar de forma similar como fazemos com a comida, ou seja, somos guiados por orientações, preferências e sanções autorizadas por determinada cultura.

Em diálogo com assa perspectiva, a antropóloga Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase a integrante do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar 6 Nutricional (FBSSAN), enfatiza o papel substantivo e político da cultura nos sistemas alimentares, e não como um adjetivo. Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares.

É também no contexto histórico de lutas por direitos sociais que o sentido político da cultura vem sendo construido. Em 2016, a carta política do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia, organizado pela Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), destacou a cultura como “elemento político de diálogo com os territórios, uma vez que é a representação da diversidade e dos saberes populares” e a definiu como memória por denotar a necessidade de reconhecer os saberes ancestrais, aprender com eles e renová-los.

Essas ideias sobre a cultura dialogam com as do pensador francês Edgar Morin; ao entendê- la como “memória generativa depositária das regras de organização social, ela É fonte produtora de saberes, competências e programas de comportamento". Morin a considera como um patrimônio informacional, pois organiza a experiência humana. De acordo com esse autor, a cultura abrange os conhecimentos acumulados por gerações sobre o ambiente, o clima, as plantas, os animais, as técnicas do corpo, as técnicas de fabricação e de manejo dos artefatos , as crenças, a visão de mundo etc., em que se retempera e se regenera a comunidade.

Morin afirma que a cultura fornece ao pensamento suas condições de formação e concepção. Para esse pensador, à cultura e a sociadade, via cultura, estão no interior do conhecimento humano e produz conhecimento. À comida é uma prática cultural que contribui para enxergar a complexidade da vida é a condição humana no seu conjunto - ecossistema é biosfera. Alimenta todo o complexo vivo do nosso organismo, das células às moléculas. Nutre a mente, as redes neuronais, psíquicas, sociais e espirituais. É uma via concreta - é comestível - para compreender o mundo é nos auxiliar na criação da estratégias para intervir em realidades.

Ao longo dos últimos 20 anos, diferentes povos e organizações da sociedade civil têm forjado coletivamente a compreensão do que entendem por cultura alimentar, bem como têm criado estratégias para sua inserção nas políticas públicas. À essas concepções de cultura, geradas nas lutas sociais e com pensadores da complexidade e das ciências sociais, trazemos a reflexão sobre o lugar da comida nas políticas culturais no Brasil.

(...)

(Jullana Dias e André Luza. Le Monde Diplomafique. 30 de novembro de 2020, com alterações)

Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, simbolos e classificações que mostram &s visões sobre a história as tradições alimentares.

A respeito do período acima, analisa as afirmativas a seguir:

l Em “as visões sobre a história e as tradições alimentares", se se entender “tradições alimentares” como termo vinculado a “visão”, há ambiguidade.

Il. Em “envolve escolhas, símbolos e classificações”, ocorre falta de paralelismo sintático.

III. Em “que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares”, por questões de paralelismo, a presença de uma segunda ocorrência da conjunção “sobre” antes de “as tradições alimentares” garante que esta seja termo vinculado à palavra “visões”.

Assinale

 

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2124438 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Cultura alimentar nas políticas culturais do Brasil

Ao ideia de que "comida é cultura" talvez seja facilmente compreendida, pois o ato de se alimentar constrói sentidos, significados, memórias, silenciamentos, violência, opressões apagamentos em cada individuo e na coletividade. A cultura, assim como a comida, por estar presente em diferentes dimensões da vida e das prática sociais, corre o risco de, muitas vezes, ser deslocada e realocada na produção de conhecimento e na ação política. Com isso, desconsidera-se a centralidade da cultura no desenvolvimento da humanidade, que vai desde o surgimento da técnica e da linguagem à sua Inclusão nas poIíticas públicas.I

O antropólogo Jesus Contreras e antropóloga Mabel Gracia. compreendem a cultura alimentar como um conjunto de representações, crenças, conhecimentos e práticas. Pode ser herdada ou aprendida esta associada à alimentação compartilhada por individuos de uma cultura. De Igual forma, a compartilharmos uma cultura, Contreras e Gracia afirmam que tendemos a atuar de forma similar como fazemos com a comida, ou seja, somos guiados por orientações, preferências e sanções autorizadas por determinada cultura.

Em diálogo com essa perspectiva, a antropóloga Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase a integrante do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), enfatiza o papel substantivo e político da cultura nos sistemas alimentares,II e não como um adjetivo. Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares.

É também no contexto histórico de lutas por direitos sociais que o sentido político da cultura vem sendo construido. Em 2016, a carta política do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia, organizado pela Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), destacou a cultura como “elemento político de diálogo com os territórios, uma vez que é a representação da diversidade e dos saberes populares” e a definiu como memória por denotar a necessidade de reconhecer os saberes ancestrais, aprender com eles e renová-los.

Essas ideias sobre a cultura dialogam com as do pensador francês Edgar Morin; ao entendê- la como “memória generativa depositária das regras de organização social, ela É fonte produtora de saberes, competências e programas de comportamento". Morin a considera como um patrimônio informacional, pois organiza a experiência humana. De acordo com esse autor, a cultura abrange os conhecimentos acumulados por gerações sobre o ambiente, o clima, as plantas, os animais, as técnicas do corpo, as técnicas de fabricação e de manejo dos artefatos, as crenças, a visão de mundo etc., em que se retempera e se regenera a comunidade.III

Morin afirma que a cultura fornece ao pensamento suas condições de formação e concepção. Para esse pensador, à cultura e a sociedade, via cultura, estão no interior do conhecimento humano e produz conhecimento. A comida é uma prática cultural que contribui para enxergar a complexidade da vida é a condição humana no seu conjunto - ecossistema é biosfera. Alimenta todo o complexo vivo do nosso organismo, das células às moléculas. Nutre a mente, as redes neuronais, psíquicas, sociais e espirituais. É uma via concreta - é comestível - para compreender o mundo é nos auxiliar na criação da estratégias para intervir em realidades.

Ao longo dos últimos 20 anos, diferentes povos e organizações da sociedade civil têm forjado coletivamente a compreensão do que entendem por cultura alimentar, bem como têm criado estratégias para sua inserção nas políticas públicas. À essas concepções de cultura, geradas nas lutas sociais e com pensadores da complexidade e das ciências sociais, trazemos a reflexão sobre o lugar da comida nas políticas culturais no Brasil.

(...)

(Juliana Dias e André Luza. Le Monde Diplomafique, 30 de novembro de 2020, com alterações)

A respeito da pontuação empregada no texto, analise afirmativa a seguir:

I. Com isso, desconsidera-se a centralidade da cultura no desenvolvimento, que vai desde o surgimento da técnica o da linguagem à sua inclusão nas políticas públicas. Neste período, o segmento sublinhado não poderia ter sua vírgula suprimida, sob pena de forte alteração de sentido .

Il. Em diálogo com essa perspectiva, a antropóloga Maria Emília Pacheco, assessora da ONG Fase e integrante do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar Nutricional (FBESSAN). enfatiza o papel substantivo e político da cultura nos sistemas alimentares, e não como adjetivo. Neste período, a vírgula no segmento sublinhado se justifica porque é hipótese da conjunção coordenativa E com valor não aditivo.

III. De acordo com esse autor, a cultura abrange os conhecimentos acumulados por gerações sobre o ambiente, o clima, as plantas, os animais, as técnicas do corpo, as técnicas de fabricação e de manejo dos artefatos, as crenças, a visão do mundo etc,. em que se retempera e se regenera a comunidade. Neste período, se houvesse uma vírgula antes do “etc”, o trecho sofreria grande alteração de sentido.

Assinale

 

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