Magna Concursos

Foram encontradas 2.648 questões.

Fracasso e sucesso
“Se és homem, ergue os olhos para admirar os que empreenderam coisas grandiosas, ainda que hajam fracassado”. (Sêneca)
“O segredo para o sucesso é fazer as coisas comuns incomumente bem”. (John D. Rockefeller Jr.)
É preciso discernimento para reconhecer o fracasso, coragem para assumi-lo e divulgá-lo e sabedoria para aprender com ele.
O fracasso está presente em nossa vida, em seus mais variados aspectos. Na discussão fortuita dos namorados e na separação dos casais, na falta de fé e na guerra santa, na desclassificação e no lugar mais baixo do pódium, no infortúnio de um negócio malfeito e nas consequências de uma decisão inadequada.
Reconhecer o fracasso é uma questão de proporção e perspectiva. Gosto muito de uma recomendação da Young President Organization segundo a qual devemos aprender a distinguir o que é um contratempo, um revés e uma tragédia. A maioria das coisas ruins da vida são contratempos. Reveses são mais sérios, mas podem ser corrigidos. Tragédias, sim, são diferentes. Quando você passar por uma tragédia, verá a diferença.
A história e a literatura são unânimes em afirmar que cada fracasso ensina ao homem algo que necessita aprender; que fazer e errar é experiência enquanto não fazer é fracasso; que devemos nos preocupar com as chances perdidas quando nem mesmo tentamos; que o fracasso fortifica os fortes.
Pesquisa da Harvard Business Review aponta que um empreendedor quebra em média 2,8 vezes antes de ter sucesso empresarial. Por isso, costuma-se dizer que o fracasso é o primeiro passo no caminho do sucesso ou, citando Henry Ford, o fracasso é a oportunidade de se começar de novo inteligentemente. Daí decorre que deve ser objetivo de todo empreendedor errar menos, cair menos vezes, mais devagar e não definitivamente.
Assim como amor e ódio são vizinhos de um mesmo quintal, o fracasso e o sucesso são igualmente separados por uma linha tênue. Mas o sucesso é vaidoso, tem muitos pais, motivo pelo qual costuma ostentar- se publicamente. Nasce em função do fracasso e não raro sobrevive às custas dele - do demérito de outrem. Por outra via, deve-se lembrar que o sucesso faz o fracasso de muitos homens...
Já o fracasso é órfão e tal como o exercício do poder, solitário. Disse La Fontaine: “Para salvar seu crédito, esconde sua ruína”. E assim caminha o insucesso, por meio de subterfúgios. Poucos percebem que a liberdade de fracassar é vital se você quer ser bem sucedido. Os empreendedores mais bem-sucedidos fracassaram repetidamente, e uma medida de sua força é o fato de o fracasso impulsioná-los a alguma nova tentativa de sucesso. É claro que cada qual é responsável por seu próprio naufrágio. Mas quando o navio está a pique cabe ao capitão (imagine aqui a figura do empreendedor) e não ao marujo tomar as rédeas da situação. E, às vezes, a única alternativa possível é abandonar, e logo, o barco, declinando da possibilidade de salvar pertences para salvar a tripulação. Nestes casos, a falência purifica, tal como deitar o rei ante o xeque-mate que se avizinha.
O sucesso, pois, decorre da perseverança (acreditar e lutar), da persistência (não confundir com teimosia), da obstinação (só os paranóicos sobrevivem). Decorre de não sucumbir à tentação de agradar a todos (gregos, troianos e etruscos). Decorre do exercício da paciência, mais do que da administração do tempo. Decorre de se fazer o que se gosta (talvez seja preferível fracassar fazendo o que se ama a atingir o sucesso em algo que se odeia). Decorre de fabricar o que vende, e não vender o que se fabrica (qualquer idiota é capaz de pintar um quadro, mas só um gênio é capaz de vendê-lo). Decorre da irreverência de se preparar para o fracasso, sendo surpreendido pelo sucesso. Decorre da humildade de aceitar os pequenos detalhes como mais relevantes do que os grandes planos. Decorre da sabedoria de se manter a cabeça erguida, a espinha ereta, e a boca fechada.
Finalizo parafraseando Jean Cocteau: Mantenha- se forte diante do fracasso e livre diante do sucesso.
COELHO, Tom.
Disponível em: http://www.portalcmc.com.br/aut_artmot03.htm. Acesso em: 26 jan 2010.
Quanto à tipologia discursiva, o texto classifica-se, fundamentalmente, como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Fracasso e sucesso
“Se és homem, ergue os olhos para admirar os que empreenderam coisas grandiosas, ainda que hajam fracassado”. (Sêneca)
“O segredo para o sucesso é fazer as coisas comuns incomumente bem”. (John D. Rockefeller Jr.)
É preciso discernimento para reconhecer o fracasso, coragem para assumi-lo e divulgá-lo e sabedoria para aprender com ele.
O fracasso está presente em nossa vida, em seus mais variados aspectos. Na discussão fortuita dos namorados e na separação dos casais, na falta de fé e na guerra santa, na desclassificação e no lugar mais baixo do pódium, no infortúnio de um negócio malfeito e nas consequências de uma decisão inadequada.
Reconhecer o fracasso é uma questão de proporção e perspectiva. Gosto muito de uma recomendação da Young President Organization segundo a qual devemos aprender a distinguir o que é um contratempo, um revés e uma tragédia. A maioria das coisas ruins da vida são contratempos. Reveses são mais sérios, mas podem ser corrigidos. Tragédias, sim, são diferentes. Quando você passar por uma tragédia, verá a diferença.
A história e a literatura são unânimes em afirmar que cada fracasso ensina ao homem algo que necessita aprender; que fazer e errar é experiência enquanto não fazer é fracasso; que devemos nos preocupar com as chances perdidas quando nem mesmo tentamos; que o fracasso fortifica os fortes.
Pesquisa da Harvard Business Review aponta que um empreendedor quebra em média 2,8 vezes antes de ter sucesso empresarial. Por isso, costuma-se dizer que o fracasso é o primeiro passo no caminho do sucesso ou, citando Henry Ford, o fracasso é a oportunidade de se começar de novo inteligentemente. Daí decorre que deve ser objetivo de todo empreendedor errar menos, cair menos vezes, mais devagar e não definitivamente.
Assim como amor e ódio são vizinhos de um mesmo quintal, o fracasso e o sucesso são igualmente separados por uma linha tênue. Mas o sucesso é vaidoso, tem muitos pais, motivo pelo qual costuma ostentar- se publicamente. Nasce em função do fracasso e não raro sobrevive às custas dele - do demérito de outrem. Por outra via, deve-se lembrar que o sucesso faz o fracasso de muitos homens...
Já o fracasso é órfão e tal como o exercício do poder, solitário. Disse La Fontaine: “Para salvar seu crédito, esconde sua ruína”. E assim caminha o insucesso, por meio de subterfúgios. Poucos percebem que a liberdade de fracassar é vital se você quer ser bem sucedido. Os empreendedores mais bem-sucedidos fracassaram repetidamente, e uma medida de sua força é o fato de o fracasso impulsioná-los a alguma nova tentativa de sucesso. É claro que cada qual é responsável por seu próprio naufrágio. Mas quando o navio está a pique cabe ao capitão (imagine aqui a figura do empreendedor) e não ao marujo tomar as rédeas da situação. E, às vezes, a única alternativa possível é abandonar, e logo, o barco, declinando da possibilidade de salvar pertences para salvar a tripulação. Nestes casos, a falência purifica, tal como deitar o rei ante o xeque-mate que se avizinha.
O sucesso, pois, decorre da perseverança (acreditar e lutar), da persistência (não confundir com teimosia), da obstinação (só os paranóicos sobrevivem). Decorre de não sucumbir à tentação de agradar a todos (gregos, troianos e etruscos). Decorre do exercício da paciência, mais do que da administração do tempo. Decorre de se fazer o que se gosta (talvez seja preferível fracassar fazendo o que se ama a atingir o sucesso em algo que se odeia). Decorre de fabricar o que vende, e não vender o que se fabrica (qualquer idiota é capaz de pintar um quadro, mas só um gênio é capaz de vendê-lo). Decorre da irreverência de se preparar para o fracasso, sendo surpreendido pelo sucesso. Decorre da humildade de aceitar os pequenos detalhes como mais relevantes do que os grandes planos. Decorre da sabedoria de se manter a cabeça erguida, a espinha ereta, e a boca fechada.
Finalizo parafraseando Jean Cocteau: Mantenha- se forte diante do fracasso e livre diante do sucesso.
COELHO, Tom.
Disponível em: http://www.portalcmc.com.br/aut_artmot03.htm. Acesso em: 26 jan 2010.
No segundo parágrafo, a argumentação que fundamenta o que é afirmado no primeiro período dá-se por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Fracasso e sucesso
“Se és homem, ergue os olhos para admirar os que empreenderam coisas grandiosas, ainda que hajam fracassado”. (Sêneca)
“O segredo para o sucesso é fazer as coisas comuns incomumente bem”. (John D. Rockefeller Jr.)
É preciso discernimento para reconhecer o fracasso, coragem para assumi-lo e divulgá-lo e sabedoria para aprender com ele.
O fracasso está presente em nossa vida, em seus mais variados aspectos. Na discussão fortuita dos namorados e na separação dos casais, na falta de fé e na guerra santa, na desclassificação e no lugar mais baixo do pódium, no infortúnio de um negócio malfeito e nas consequências de uma decisão inadequada.
Reconhecer o fracasso é uma questão de proporção e perspectiva. Gosto muito de uma recomendação da Young President Organization segundo a qual devemos aprender a distinguir o que é um contratempo, um revés e uma tragédia. A maioria das coisas ruins da vida são contratempos. Reveses são mais sérios, mas podem ser corrigidos. Tragédias, sim, são diferentes. Quando você passar por uma tragédia, verá a diferença.
A história e a literatura são unânimes em afirmar que cada fracasso ensina ao homem algo que necessita aprender; que fazer e errar é experiência enquanto não fazer é fracasso; que devemos nos preocupar com as chances perdidas quando nem mesmo tentamos; que o fracasso fortifica os fortes.
Pesquisa da Harvard Business Review aponta que um empreendedor quebra em média 2,8 vezes antes de ter sucesso empresarial. Por isso, costuma-se dizer que o fracasso é o primeiro passo no caminho do sucesso ou, citando Henry Ford, o fracasso é a oportunidade de se começar de novo inteligentemente. Daí decorre que deve ser objetivo de todo empreendedor errar menos, cair menos vezes, mais devagar e não definitivamente.
Assim como amor e ódio são vizinhos de um mesmo quintal, o fracasso e o sucesso são igualmente separados por uma linha tênue. Mas o sucesso é vaidoso, tem muitos pais, motivo pelo qual costuma ostentar- se publicamente. Nasce em função do fracasso e não raro sobrevive às custas dele - do demérito de outrem. Por outra via, deve-se lembrar que o sucesso faz o fracasso de muitos homens...
Já o fracasso é órfão e tal como o exercício do poder, solitário. Disse La Fontaine: “Para salvar seu crédito, esconde sua ruína”. E assim caminha o insucesso, por meio de subterfúgios. Poucos percebem que a liberdade de fracassar é vital se você quer ser bem sucedido. Os empreendedores mais bem-sucedidos fracassaram repetidamente, e uma medida de sua força é o fato de o fracasso impulsioná-los a alguma nova tentativa de sucesso. É claro que cada qual é responsável por seu próprio naufrágio. Mas quando o navio está a pique cabe ao capitão (imagine aqui a figura do empreendedor) e não ao marujo tomar as rédeas da situação. E, às vezes, a única alternativa possível é abandonar, e logo, o barco, declinando da possibilidade de salvar pertences para salvar a tripulação. Nestes casos, a falência purifica, tal como deitar o rei ante o xeque-mate que se avizinha.
O sucesso, pois, decorre da perseverança (acreditar e lutar), da persistência (não confundir com teimosia), da obstinação (só os paranóicos sobrevivem). Decorre de não sucumbir à tentação de agradar a todos (gregos, troianos e etruscos). Decorre do exercício da paciência, mais do que da administração do tempo. Decorre de se fazer o que se gosta (talvez seja preferível fracassar fazendo o que se ama a atingir o sucesso em algo que se odeia). Decorre de fabricar o que vende, e não vender o que se fabrica (qualquer idiota é capaz de pintar um quadro, mas só um gênio é capaz de vendê-lo). Decorre da irreverência de se preparar para o fracasso, sendo surpreendido pelo sucesso. Decorre da humildade de aceitar os pequenos detalhes como mais relevantes do que os grandes planos. Decorre da sabedoria de se manter a cabeça erguida, a espinha ereta, e a boca fechada.
Finalizo parafraseando Jean Cocteau: Mantenha- se forte diante do fracasso e livre diante do sucesso.
COELHO, Tom.
Disponível em: http://www.portalcmc.com.br/aut_artmot03.htm. Acesso em: 26 jan 2010.
As epígrafes, quanto às ideias do texto, só NÃO funcionam, semanticamente, como elemento
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181121 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
Analise o caso abaixo.
Diego, 40 anos, solteiro, é psicólogo encarregado de cuidar dos trabalhadores de uma plataforma de petróleo localizada na Bacia de Campos. Ele sempre foi um psicólogo atuante na área da saúde mental do trabalho, sendo considerado pelos amigos um sujeito que trabalhava em excesso para o bem-estar dos outros. Nos últimos dois meses, apresenta uma insatisfação crescente com relação ao trabalho que executa, se queixa de fortes dores de cabeça, insônia, dores musculares, uma grande exaustão física e emocional, contrastando, em alguns momentos, fortes tensões e arrebatadoras ondas de tédio. Começou a faltar ao trabalho sem justificativa e aumentou consideravelmente o consumo de álcool e de cigarro, segundo os colegas mais próximos na embarcação. Emocionalmente, se mostra irritado, sem muita concentração e está mais distante afetivamente de seus colegas mais chegados. Os sintomas apresentados por Diego correspondem aos da síndrome de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181120 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
Analise o caso abaixo.
Identificação: Sônia, 20 anos, casada, nível superior.
História de trabalho e relações com o desenvolvimento de sinais e sintomas: Recém-formada em direito, foi contratada por um grande escritório de advocacia na cidade do São Paulo, devido à sua ótima experiência no estágio. Quadro clínico: Nos últimos meses, ela começou a ser tomada por pensamentos recorrentes relativos às ideias de morte e de perversão sexual. As imagens criadas em sua mente são percebidas como suas e, por isso, ela comumente se culpabiliza por pensar em sexo com todos os homens do andar do estabelecimento. Ela se culpa moralmente por esses pensamentos sentidos como seus, tentando resistir a eles. Queixa-se de sintomas de ansiedade e sentimentos angustiantes de tensão interna e apresenta alguns sintomas depressivos. Na última sessão, ela mostrou uma marca forte de mordida que infligiu em seu próprio pulso no decorrer de um desses pensamentos obsedantes. Pela profundidade e cor do ferimento, tem-se a propensão a achar que as mordidas são tão recorrentes quanto os pensamentos como forma de alívio.
Considerando os dados fornecidos acima, e de acordo com os padrões estabelecidos pelo CID-10, a funcionária em questão apresenta sintomas relativos a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181119 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
Analise o caso abaixo.
Identificação: Edvaldo, 35 anos, casado, dois filhos, nível superior.
História de trabalho e relações com o desenvolvimento de sinais e sintomas: Trabalha em uma grande empresa de petróleo como químico chefe de um setor de plataforma. Seu trabalho tem alto grau de periculosidade. Quadro clínico: No mês anterior, apresentou um quadro preocupante apontado por seus comandados. Sua consciência clara e sua capacidade intelectual ficaram intatas. No entanto, naquele período, apresentou pensamentos confusos em relação a si próprio, afetando seu senso de univocidade e de direção de si mesmo. Passou a se sentir como centro de um complô contra a empresa em que trabalha, apresentando também alucinações auditivas frequentes. Seu pensamento se tornou vago e obscuro, sendo suas palavras muitas vezes sentidas por seus comandados como incompreensíveis. Mostrou também uma apatia marcante seguida de um forte retraimento social. Os sintomas apresentados surgiram de forma aguda nas primeiras duas semanas, mas se extinguiram em menos de 1 mês.
Considerando-se os dados fornecidos acima e de acordo com os padrões estabelecidos pelo CID-10, o químico em questão apresenta sintomas relativos a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181118 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
João foi acometido de uma enfermidade que durou cerca 1 mês, em que o quadro sintomatológico comportava os sintomas de humor deprimido, perda de interesse e prazer, autoestima e autoconfiança reduzidas, visões desoladas e pessimistas do futuro, sono perturbado, concentração e atenção reduzidos. Esse quadro lhe causou dificuldades consideráveis em continuar suas atividades sociais, laborais e domésticas. Considerando-se os dados fornecidos acima, e de acordo com os padrões estabelecidos pelo CID-10, João apresenta sintomas relativos a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181117 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
O treinamento se caracteriza como um processo educacional de curto prazo que tem como objetivos preparar pessoal, proporcionar oportunidades para o seu desenvolvimento e mudar suas atitudes. Ele possui quatro etapas. Dentre elas está o levantamento de necessidades de treinamento, que tem como uma de suas características principais a (o)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181116 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
Para alcançar os objetivos determinados pelo treinamento, é necessária a escolha das técnicas de treinamento apropriadas. Dentre as inúmeras técnicas, está o treinamento de indução que se caracteriza por ser uma técnica de treinamento cujo objetivo é a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2181115 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:
O modelo de comparação e análise de como as empresas administram seu pessoal, chamado sistemas de administração de Likert, leva em conta quatro sistemas: o autoritário- coercitivo, o autoritário-benevolente, o consultivo e o participativo. Dentre as inúmeras variáveis que podem compor o quadro de cada um desses sistemas, está o relacionamento interpessoal que define como se estabelecem as relações entre as pessoas e qual é o grau de liberdade em seus relacionamentos. Assim sendo, como se constitui o relacionamento interpessoal em um sistema administrativo autoritário-benevolente?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas