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Texto LP-I – questões de 1 a 3
Acidentes em alto-mar
Acidentes em alto-mar, envolvendo plataformas exploradoras das riquezas marinhas, entre elas o petróleo, marcaram a história
das empresas petrolíferas do mundo, a partir da segunda metade do século XX.
A maior dessas tragédias aconteceu em março de 1980, no campo petrolífero de Ekofisk, no Mar do Norte: a plataforma
Alexander Kielland, da Noruega, afundou durante uma tempestade, quando uma das peças metálicas de sua base rachou. Morreram
mais de 120 pessoas e cerca de cem foram dadas como desaparecidas.
Dois anos depois, a maior plataforma submarina de exploração de petróleo do mundo na época, a Ocean Ranger, afundou
na costa gelada da ilha de Terra Nova, no Canadá. A força das ondas de trinta metros de altura e dos ventos de 130 quilômetros —
um furacão! — causou o acidente que matou os 84 tripulantes da embarcação.
Em 1988, uma outra plataforma tombou no Atlântico, quando estava sendo rebocada de Halifax, no Canadá, para o Mar do
Norte. Novamente o mau tempo foi o provocador do acidente: uma tempestade rompeu o cabo que ligava a plataforma ao rebocador.
A tripulação — 25 canadenses — teve de abandonar a embarcação.
Na década de 70, o mundo assistiu a diversos acidentes. Em 1976, o petroleiro liberiano Sansinena explodiu no cais de uma
companhia de petróleo na baía de Los Angeles. Cinco pessoas morreram, três desapareceram e cinqüenta ficaram feridas. A explosão
foi sentida a 65 quilômetros de distância.
As décadas de 60 e 70 foram palco de grandes vazamentos de óleo do século. Em 1967, o petroleiro Torrey Canyon encalhou
no Canal da Mancha, lançando cem mil toneladas de óleo cru na água. Mais de cinqüenta mil aves morreram no acidente que foi
considerado o maior de todos os tempos. Em 1973, a Baía de Guanabara recebeu um grande despejo de óleo dísel que poluiu toda
a extensão da Praia do Flamengo. Na época, a Capitania dos Portos aplicou uma pesada multa ao navio liberiano, responsável
pelo vazamento.
Em março de 2001, aconteceu no Brasil a tragédia mais recente: a plataforma P-36 afundou, seis dias após terem acontecido
três explosões em uma de suas colunas, causando a morte de dez pessoas. A respeito desse episódio, em entrevista coletiva à imprensa,
o presidente da PETROBRAS, Henri Philippe Reichstul, se disse transtornado com as perdas: “Esse é um momento triste e frustrante.
Agora nossa maior preocupação é supervisionar os trabalhos ambientais e dar toda assistência às famílias dos mortos”.
Jornal do Brasil, 21/3/2001, “Cidade”, p. 20 (com adaptações).
A partir da análise das idéias presentes no texto LP-I, julgue os itens a seguir.
As causas dos fatos narrados residem no fato de que o ambiente marinho está mais sujeito a acidentes que o espaço terrestre, haja vista que o mar, historicamente, tem despertado no ser humano grande curiosidade e medo, motivando a busca de novas investigações.
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
Texto LP-I – questões de 1 a 3
Acidentes em alto-mar
Acidentes em alto-mar, envolvendo plataformas exploradoras das riquezas marinhas, entre elas o petróleo, marcaram a história
das empresas petrolíferas do mundo, a partir da segunda metade do século XX.
A maior dessas tragédias aconteceu em março de 1980, no campo petrolífero de Ekofisk, no Mar do Norte: a plataforma
Alexander Kielland, da Noruega, afundou durante uma tempestade, quando uma das peças metálicas de sua base rachou. Morreram
mais de 120 pessoas e cerca de cem foram dadas como desaparecidas.
Dois anos depois, a maior plataforma submarina de exploração de petróleo do mundo na época, a Ocean Ranger, afundou
na costa gelada da ilha de Terra Nova, no Canadá. A força das ondas de trinta metros de altura e dos ventos de 130 quilômetros —
um furacão! — causou o acidente que matou os 84 tripulantes da embarcação.
Em 1988, uma outra plataforma tombou no Atlântico, quando estava sendo rebocada de Halifax, no Canadá, para o Mar do
Norte. Novamente o mau tempo foi o provocador do acidente: uma tempestade rompeu o cabo que ligava a plataforma ao rebocador.
A tripulação — 25 canadenses — teve de abandonar a embarcação.
Na década de 70, o mundo assistiu a diversos acidentes. Em 1976, o petroleiro liberiano Sansinena explodiu no cais de uma
companhia de petróleo na baía de Los Angeles. Cinco pessoas morreram, três desapareceram e cinqüenta ficaram feridas. A explosão
foi sentida a 65 quilômetros de distância.
As décadas de 60 e 70 foram palco de grandes vazamentos de óleo do século. Em 1967, o petroleiro Torrey Canyon encalhou
no Canal da Mancha, lançando cem mil toneladas de óleo cru na água. Mais de cinqüenta mil aves morreram no acidente que foi
considerado o maior de todos os tempos. Em 1973, a Baía de Guanabara recebeu um grande despejo de óleo dísel que poluiu toda
a extensão da Praia do Flamengo. Na época, a Capitania dos Portos aplicou uma pesada multa ao navio liberiano, responsável
pelo vazamento.
Em março de 2001, aconteceu no Brasil a tragédia mais recente: a plataforma P-36 afundou, seis dias após terem acontecido
três explosões em uma de suas colunas, causando a morte de dez pessoas. A respeito desse episódio, em entrevista coletiva à imprensa,
o presidente da PETROBRAS, Henri Philippe Reichstul, se disse transtornado com as perdas: “Esse é um momento triste e frustrante.
Agora nossa maior preocupação é supervisionar os trabalhos ambientais e dar toda assistência às famílias dos mortos”.
Jornal do Brasil, 21/3/2001, “Cidade”, p. 20 (com adaptações).
A partir da análise das idéias presentes no texto LP-I, julgue os itens a seguir.
Em relação aos acidentes narrados, os parágrafos iniciais do texto destacam as conseqüências lesivas à espécie humana, enquanto os parágrafos finais referem-se também aos prejuízos ao ambiente natural.
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Um microprocessador hipotético de 8 bits tem um acumulador a de 8 bits e a memória RAM ocupa os endereços de $0 a $FF. Os efeitos de algumas instruções desse microprocessador são descritos na tabela I acima, em que o símbolo $ significa que o número está representado em hexadecimal, enquanto o símbolo # significa que o operando é o próprio número e não o conteúdo do endereço representado por ele. Quando o operando não contém o símbolo #, ele se referirá ao conteúdo do endereço indicado pelo número. Após a execução do trecho de programa da tabela II, é correto afirmar que o byte contido no endereço de memória
$4 é $41.
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Um microprocessador hipotético de 8 bits tem um acumulador a de 8 bits e a memória RAM ocupa os endereços de $0 a $FF. Os efeitos de algumas instruções desse microprocessador são descritos na tabela I acima, em que o símbolo $ significa que o número está representado em hexadecimal, enquanto o símbolo # significa que o operando é o próprio número e não o conteúdo do endereço representado por ele. Quando o operando não contém o símbolo #, ele se referirá ao conteúdo do endereço indicado pelo número. Após a execução do trecho de programa da tabela II, é correto afirmar que o byte contido no endereço de memória
$3 é $D1.
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Um microprocessador hipotético de 8 bits tem um acumulador a de 8 bits e a memória RAM ocupa os endereços de $0 a $FF. Os efeitos de algumas instruções desse microprocessador são descritos na tabela I acima, em que o símbolo $ significa que o número está representado em hexadecimal, enquanto o símbolo # significa que o operando é o próprio número e não o conteúdo do endereço representado por ele. Quando o operando não contém o símbolo #, ele se referirá ao conteúdo do endereço indicado pelo número. Após a execução do trecho de programa da tabela II, é correto afirmar que o byte contido no endereço de memória
$2 é $05.
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Um microprocessador hipotético de 8 bits tem um acumulador a de 8 bits e a memória RAM ocupa os endereços de $0 a $FF. Os efeitos de algumas instruções desse microprocessador são descritos na tabela I acima, em que o símbolo $ significa que o número está representado em hexadecimal, enquanto o símbolo # significa que o operando é o próprio número e não o conteúdo do endereço representado por ele. Quando o operando não contém o símbolo #, ele se referirá ao conteúdo do endereço indicado pelo número. Após a execução do trecho de programa da tabela II, é correto afirmar que o byte contido no endereço de memória
$1 é $21.
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- Eletrônica AnalógicaCircuitosFiltros e fontes/geradores de sinais
- Eletrônica de PotênciaFontes, retificadores e inversores estáticos
A figura abaixo mostra o esquema de um circuito retificador de tensão implementado com diodos semicondutores. Com base na figura, julgue os itens abaixo.

Um regulador de tensão pode ser utilizado associado com o retificador de tensão da figura. O regulador converte uma determinada tensão de entrada DC em uma tensão de saída DC estabilizada.
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- Eletrônica AnalógicaAmplificadores, diodos, transistores, tiristores e dispositivos correlatos
- Eletrônica AnalógicaCircuitosModelos equivalentes e realimentação
Julgue os itens abaixo, relativos à aplicação de realimentação negativa em circuitos amplificadores lineares.
A largura de banda do amplificador pode aumentar com o uso da realimentação negativa.
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Texto CI-I – questões 13 e 14
Um empregado de uma empresa está elaborando, com o auxílio do editor de textos Word 97, um glossário contendo termos técnicos. A janela mostrada na figura abaixo apresenta parte do referido documento, ainda na fase de edição.

A partir da figura, pode-se concluir que, para a digitação dos termos técnicos na forma mostrada na área de trabalho do Word 97, o empregado inseriu uma tabela com duas colunas e várias linhas.
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Nas questões de 11 a 15, considere que todos os programas mencionados estão em configuração-padrão, em português, e que o mouse está configurado para pessoas destras. Assim, a menos que seja explicitamente informado o contrário, expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse. Considere também que não há restrições de proteção e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios e hardware utilizados.

A figura acima ilustra a área de trabalho (desktop) de um determinado computador cujo sistema operacional é o Windows 98. Entre as ferramentas disponíveis no Windows 98, encontra-se o Active Desktop, que torna possível personalizar o desktop e integrá-lo à Web. Com o Active Desktop, pode-se transformar elementos da Web em elementos da área de trabalho, como pode ser observado na figura acima, na qual duas janelas estão integradas ao desktop, realizando o acesso por meio da Internet a páginas dos sites http://www.petrobras.com.br e http://www.cespe.unb.br. Com base na figura acima, julgue os itens seguintes, acerca do Windows 98 e de suas diversas ferramentas.
Versões atuais do Windows 98 permitem o compartilhamento de uma conexão à Internet com vários computadores em uma rede doméstica.
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