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2378004 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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TEXTO I

Acento indicador de crase pra quê?

“A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão.”

Quem é quem nessa história?

PASQUALE CIPRO NETO

TALVEZ O LEITOR não saiba ou não se lembre, mas há dois ou três anos um dos nossos parlamentares tentou fazer ir adiante um projeto de lei que eliminaria o acento grave, aquele que indica a ocorrência de crase. Comentei o caso neste espaço há algum tempo. O argumento do tribuno para essa mágica proposta? Ninguém consegue aprender (nem ensinar) o uso do bendito acento, de modo que...

Antes do parlamentar, um dos nossos mais brilhantes lingüistas, já falecido, embarcara nessa canoa, cujo casco talvez não agüentasse nem mares ligeiramente revoltos, que dirá procelas. Em sua proposta de extinção do acento grave, o nobilíssimo (sem ironia!) professor sugeria que ele se tornasse facultativo nos casos em que fosse necessário evitar ambigüidade. Já imaginou a salada?

Pois bem. Levando tudo isso em conta, peço-lhe que leia com cuidado este trecho de “Sobre a Tranqüilidade da Alma” (do filósofo Sêneca -tradução de J. R. Seabra Filho), incluído na última prova da Fuvest: “A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão”. O caro leitor entendeu a frase?

Entendeu quem é quem na história?

Por uma questão de clareza, eu teria escrito a passagem com um ponto-e-vírgula depois de “à multidão” (“A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão, nosso tédio à solidão”), mas no excerto publicado na prova havia vírgula mesmo.

Por falar em vírgula, a que aparece entre “a multidão” e “nosso tédio” é chamada de “vicária”, já que faz as vezes do verbo (“curará”, implícito). “Vicário” significa “que substitui outra coisa ou pessoa” (“Houaiss”).

No trecho destacado pela banca, há duas orações. A primeira é “A solidão curará nossa aversão à multidão” (o sujeito é “a solidão”). A segunda é “a multidão, nosso tédio à solidão”. Como já vimos, o verbo da segunda oração é “curará”; o sujeito é “a multidão”. Sem termos implícitos, teríamos isto: “A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão curará nosso tédio à solidão”.

Se você estranhou a construção “tédio à solidão” (em que se emprega a regência “tédio a algo”), saiba que ela não é rara nos registros clássicos da língua (“Machado de Assis e o tédio à controvérsia” é o nome de um importante ensaio escrito por Mário Casassanta, em 1934).

E então? O caro leitor já imaginou a tradução do excerto de Sêneca sem os acentos indicadores de crase? Se com esses acentos já é um tanto difícil captar de imediato o teor da mensagem, imagine sem eles... Mas voltemos à questão da Fuvest. A banca pediu o seguinte: “Sem prejuízo para o sentido original, reescreva o trecho, iniciando-o com Nossa aversão à multidão...”. O trecho já está um tanto distante, por isso sugiro-lhe que o releia. Releu?

Como a solução do problema exige a passagem da voz ativa para a passiva, pode-se ter a impressão de que basta o domínio das vozes verbais, mas, sem entender a estrutura da frase original, nada feito.

A resposta poderia ser esta: “Nossa aversão à multidão será curada pela solidão; nosso tédio à solidão, pela multidão”. Mais uma vez, há uma vírgula substituindo uma forma verbal (no caso, uma locução -”será curada”). Essa vírgula (vicária) é a que ocorre entre “solidão” e “pela multidão”. É isso.

(Folha de São Paulo. Cotidiano. 17 jan. 2008.)

No trecho “Sem termos implícitos, teríamos isto”, a palavra destacada

I. não poderia ser substituída por “isso” sem prejuízo para a norma culta da língua.

II. é aposto de “termos”.

III. anuncia uma afirmação.

Qual(is) está(ão) correta(s)?

 

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2377982 Ano: 2008
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Segundo o que dispõe a Constituição Federal de 1988 quanto à “estabilidade”, é correto afirmar que

 

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2377976 Ano: 2008
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Analise o trecho a seguir.

A SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, RETIFICA o ato coletivo que concedeu a gratificação de 50% do vencimento básico do Quadro de Carreira do Magistério Público Estadual, pelo exercício em Regência de Classe Unidocente do Currículo por Atividade, nos termos da letra “h”, item I, do artigo 70 da Lei 6672/74 e da Lei 8747/88, na parte referente aos professores abaixo relacionados (...)

(Extraído de: MARTINS, Dileta Silveira & ZILBERKNOP,
Lúbia Scliar. Português instrumental. 19. ed. Porto
Alegre : SAGRA : DC Luzzato, 1997. p. 128)

O trecho acima faz parte de

 

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2377965 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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TEXTO I

Acento indicador de crase pra quê?

“A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão.”

Quem é quem nessa história?

PASQUALE CIPRO NETO

TALVEZ O LEITOR não saiba ou não se lembre, mas há dois ou três anos um dos nossos parlamentares tentou fazer ir adiante um projeto de lei que eliminaria o acento grave, aquele que indica a ocorrência de crase. Comentei o caso neste espaço há algum tempo. O argumento do tribuno para essa mágica proposta? Ninguém consegue aprender (nem ensinar) o uso do bendito acento, de modo que...

Antes do parlamentar, um dos nossos mais brilhantes lingüistas, já falecido, embarcara nessa canoa, cujo casco talvez não agüentasse nem mares ligeiramente revoltos, que dirá procelas. Em sua proposta de extinção do acento grave, o nobilíssimo (sem ironia!) professor sugeria que ele se tornasse facultativo nos casos em que fosse necessário evitar ambigüidade. Já imaginou a salada?

Pois bem. Levando tudo isso em conta, peço-lhe que leia com cuidado este trecho de “Sobre a Tranqüilidade da Alma” (do filósofo Sêneca -tradução de J. R. Seabra Filho), incluído na última prova da Fuvest: “A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão”. O caro leitor entendeu a frase?

Entendeu quem é quem na história?

Por uma questão de clareza, eu teria escrito a passagem com um ponto-e-vírgula depois de “à multidão” (“A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão, nosso tédio à solidão”), mas no excerto publicado na prova havia vírgula mesmo.

Por falar em vírgula, a que aparece entre “a multidão” e “nosso tédio” é chamada de “vicária”, já que faz as vezes do verbo (“curará”, implícito). “Vicário” significa “que substitui outra coisa ou pessoa” (“Houaiss”).

No trecho destacado pela banca, há duas orações. A primeira é “A solidão curará nossa aversão à multidão” (o sujeito é “a solidão”). A segunda é “a multidão, nosso tédio à solidão”. Como já vimos, o verbo da segunda oração é “curará”; o sujeito é “a multidão”. Sem termos implícitos, teríamos isto: “A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão curará nosso tédio à solidão”.

Se você estranhou a construção “tédio à solidão” (em que se emprega a regência “tédio a algo”), saiba que ela não é rara nos registros clássicos da língua (“Machado de Assis e o tédio à controvérsia” é o nome de um importante ensaio escrito por Mário Casassanta, em 1934).

E então? O caro leitor já imaginou a tradução do excerto de Sêneca sem os acentos indicadores de crase? Se com esses acentos já é um tanto difícil captar de imediato o teor da mensagem, imagine sem eles... Mas voltemos à questão da Fuvest. A banca pediu o seguinte: “Sem prejuízo para o sentido original, reescreva o trecho, iniciando-o com Nossa aversão à multidão...”. O trecho já está um tanto distante, por isso sugiro-lhe que o releia. Releu?

Como a solução do problema exige a passagem da voz ativa para a passiva, pode-se ter a impressão de que basta o domínio das vozes verbais, mas, sem entender a estrutura da frase original, nada feito.

A resposta poderia ser esta: “Nossa aversão à multidão será curada pela solidão; nosso tédio à solidão, pela multidão”. Mais uma vez, há uma vírgula substituindo uma forma verbal (no caso, uma locução -”será curada”). Essa vírgula (vicária) é a que ocorre entre “solidão” e “pela multidão”. É isso.

(Folha de São Paulo. Cotidiano. 17 jan. 2008.)

“Mesmo” equivale a

 

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2377955 Ano: 2008
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Nos termos do Estatuto, “Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo e dar-se-á no prazo de até dias contados da data da ”.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.

 

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2377952 Ano: 2008
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Ao servidor público é proibido

I. ser sócio de empresa privada, de sociedade civil ou exercer o comércio, em qualquer situação.

II. referir-se, de modo depreciativo, em informação, parecer ou despacho, às autoridades e a atos da administração pública estadual, ou criticá-los do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço.

III. filiar-se a partido político e exercer atividades político-partidárias, mesmo fora do horário de expediente.

Está(ão) incorreta(s)

 

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2377947 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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TEXTO I

Acento indicador de crase pra quê?

“A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão.”

Quem é quem nessa história?

PASQUALE CIPRO NETO

TALVEZ O LEITOR não saiba ou não se lembre, mas há dois ou três anos um dos nossos parlamentares tentou fazer ir adiante um projeto de lei que eliminaria o acento grave, aquele que indica a ocorrência de crase. Comentei o caso neste espaço há algum tempo. O argumento do tribuno para essa mágica proposta? Ninguém consegue aprender (nem ensinar) o uso do bendito acento, de modo que...

Antes do parlamentar, um dos nossos mais brilhantes lingüistas, já falecido, embarcara nessa canoa, cujo casco talvez não agüentasse nem mares ligeiramente revoltos, que dirá procelas. Em sua proposta de extinção do acento grave, o nobilíssimo (sem ironia!) professor sugeria que ele se tornasse facultativo nos casos em que fosse necessário evitar ambigüidade. Já imaginou a salada?

Pois bem. Levando tudo isso em conta, peço-lhe que leia com cuidado este trecho de “Sobre a Tranqüilidade da Alma” (do filósofo Sêneca -tradução de J. R. Seabra Filho), incluído na última prova da Fuvest: “A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão”. O caro leitor entendeu a frase?

Entendeu quem é quem na história?

Por uma questão de clareza, eu teria escrito a passagem com um ponto-e-vírgula depois de “à multidão” (“A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão, nosso tédio à solidão”), mas no excerto publicado na prova havia vírgula mesmo.

Por falar em vírgula, a que aparece entre “a multidão” e “nosso tédio” é chamada de “vicária”, já que faz as vezes do verbo (“curará”, implícito). “Vicário” significa “que substitui outra coisa ou pessoa” (“Houaiss”).

No trecho destacado pela banca, há duas orações. A primeira é “A solidão curará nossa aversão à multidão” (o sujeito é “a solidão”). A segunda é “a multidão, nosso tédio à solidão”. Como já vimos, o verbo da segunda oração é “curará”; o sujeito é “a multidão”. Sem termos implícitos, teríamos isto: “A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão curará nosso tédio à solidão”.

Se você estranhou a construção “tédio à solidão” (em que se emprega a regência “tédio a algo”), saiba que ela não é rara nos registros clássicos da língua (“Machado de Assis e o tédio à controvérsia” é o nome de um importante ensaio escrito por Mário Casassanta, em 1934).

E então? O caro leitor já imaginou a tradução do excerto de Sêneca sem os acentos indicadores de crase? Se com esses acentos já é um tanto difícil captar de imediato o teor da mensagem, imagine sem eles... Mas voltemos à questão da Fuvest. A banca pediu o seguinte: “Sem prejuízo para o sentido original, reescreva o trecho, iniciando-o com Nossa aversão à multidão...”. O trecho já está um tanto distante, por isso sugiro-lhe que o releia. Releu?

Como a solução do problema exige a passagem da voz ativa para a passiva, pode-se ter a impressão de que basta o domínio das vozes verbais, mas, sem entender a estrutura da frase original, nada feito.

A resposta poderia ser esta: “Nossa aversão à multidão será curada pela solidão; nosso tédio à solidão, pela multidão”. Mais uma vez, há uma vírgula substituindo uma forma verbal (no caso, uma locução -”será curada”). Essa vírgula (vicária) é a que ocorre entre “solidão” e “pela multidão”. É isso.

(Folha de São Paulo. Cotidiano. 17 jan. 2008.)

Há registros da linguagem coloquial em todas as alternativas a seguir, exceto em

 

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2377930 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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O TEXTO A SEGUIR APRESENTA PROBLEMAS DE COESÃO E DE COERÊNCIA. A QUESTÃO À SEGUIR PROPÕE A ANÁLISE DE ALGUNS DOS PERÍODOS QUE O COMPÕEM E/OU NOVA REDAÇÃO PARA ELES.

TEXTO II

Experiência Profissional versus Competência

Atualmente os profissionais recém formados possuem muitas dificuldades em arranjar emprego. Seja por motivo de concorrência; avanços tecnológicos; fatores externos, etc.

As empresas de modo geral, de pequeno porte até multinacionais, muitas vezes preferem profissionais com certa bagagem. Talvez se utiliza o conceito “ é errando que se aprende”, ou até por uma certa ansiedade para que o recém-contratado possa atuar no mercado. Isentando-se assim da responsabilidade de treiná-lo ou planejar a estratégia da empresa para o futuro.

Quanto à questão do erro, sabemos que errar é humano, mas o excelente profissional aprende com o erro dos outros. Por isso não é essencial ter experiência.

E percebe-se também que as empresas não se preparam para o futuro, procuram agir somente no imediatismo, querem tudo para ontem, pensam que jogar rápido é jogar certo, e aí..... é que se enganam.

Fazem somente o que o cliente manda, mas as grandes inovações não são criadas pelos clientes, e sim por profissionais criativos e competentes, e isso também não tem haver com experiência.

(...) Não estou afirmando que profissionais experientes estão ultrapassados. Mas quero mostrar que competência não tem haver necessariamente com experiência. Ou seja competência quer dizer: “Saber agir, mobilizar recursos, integrar saberes múltiplos e complexos, saber aprender, saber se engajar, assumir responsabilidades, ter visão estratégica.” (Afonso Fleury)

Além disso, também adiciono a palavra “Vontade”, ou seja, o futuro profissional não necessita apenas ser experiente e inteligente, mas é preciso ter vontade. Mas isso fica para uma próxima discussão...

Disponível em: http://economiabr.net/2002/08/02/experiencia.html . Acesso em: 22 jun. 2008.

Para que a conclusão do texto ficasse totalmente coerente com o desenvolvimento,

I. “experiente” deveria ser substituído por “competente”.

II. “além disso” deveria ser eliminado, já que é redundante com “também”.

III. “além disso” deveria ser substituído por “portanto”.

Qual(is) está(ão) correta(s)?

 

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2377925 Ano: 2008
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Segundo a CF/88, o servidor público da administração direta, autárquica ou fundacional tem direito ao afastamento do cargo, emprego ou função, quando assim for exigido, para exercer mandato eletivo. Neste caso, o tempo de afastamento será contado integralmente

 

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2377807 Ano: 2008
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Preencha os parênteses com o código a seguir.

1. Certidão

2. Atestado

3. Característica comum aos dois documentos.

( ) Prova fato permanente.

( ) Refere-se a fato transitório.

( ) Expedido(a) por repartições públicas.

( ) Documento firmado por uma pessoa em favor de outra.

A seqüência que preenche, correta e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses é

 

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